Um morto-vivo engolido pelos bancos
O "Guardian", em editorial, compara Portugal s a "um morto-vivo desde que o primeiro ministro se demitiu a 23 de Março", tendo José Sócrates demorado duas semanas a "aceitar o inevitável".
No diário "The Times" lê-se que o país deve "engolir o orgulho" porque "não havia alternativa" perante um governo fraco e uma economia de baixo crescimento. A notícia do resgate, escreve o colunista Roger Boyes, vai ser bem recebida pelos mercados por ser considerada uma forma de estancar a crise.
Mas, para o "Financial Times", esta foi uma vitória dos bancos, depois de estes terem ameaçado com uma retirada do mercado de obrigações. "A altura certa para pedir um resgate externo teria sido no final do debate nacional", diz o jornal financeiro, que tem a situação portuguesa na primeira página. jn.pt
Nota: meus senhores, por favor, em que mundo é que andam? Em Portugal não há debates nacionais. Há debates entre os partidos, os 3 do costume - ás vezes com o BE para turista ver como isto está avançadito - mais as "sumidades" (economistas, "grandes" profs, administradores dos bancos, das telefónicas e por aí fora) e os "senadores" (os caquéticos dos principais partidos).
O "Guardian", em editorial, compara Portugal s a "um morto-vivo desde que o primeiro ministro se demitiu a 23 de Março", tendo José Sócrates demorado duas semanas a "aceitar o inevitável".
No diário "The Times" lê-se que o país deve "engolir o orgulho" porque "não havia alternativa" perante um governo fraco e uma economia de baixo crescimento. A notícia do resgate, escreve o colunista Roger Boyes, vai ser bem recebida pelos mercados por ser considerada uma forma de estancar a crise.
Mas, para o "Financial Times", esta foi uma vitória dos bancos, depois de estes terem ameaçado com uma retirada do mercado de obrigações. "A altura certa para pedir um resgate externo teria sido no final do debate nacional", diz o jornal financeiro, que tem a situação portuguesa na primeira página. jn.pt
Nota: meus senhores, por favor, em que mundo é que andam? Em Portugal não há debates nacionais. Há debates entre os partidos, os 3 do costume - ás vezes com o BE para turista ver como isto está avançadito - mais as "sumidades" (economistas, "grandes" profs, administradores dos bancos, das telefónicas e por aí fora) e os "senadores" (os caquéticos dos principais partidos).