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A portuguesa justiça não investiga isto? *

O custo unitário estimado de cada obra da Parque Escolar aumentou mais de 400% desde 2007, chegando hoje a 15,45 milhões de euros, afirmou o ministro da Educação e Ciência. Nuno Crato, que falava esta terça-feira na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, citava dados de uma auditoria da Inspeção Geral de Finanças (IGF) à empresa pública. O ministro afirmou que uma das conclusões da auditoria, que está terminada mas que falta divulgar na totalidade, é que o custo unitário estimado por escola passou de 2,82 milhões de euros em 2007 para 15,45 milhões de euros hoje, um aumento de 447 %. Trata-se de "uma subida de custos muito grande", responsável pelo endividamento da empresa, que tinha previstas intervenções em 327 escolas. Nuno Crato indicou que a IGF considerou que a Parque Escolar devia ter estabelecido "tetos máximos de investimento para cada escola" e devia também ter feito "uma apreciação crítica dos projetos de arquitetura...

Comentário mais votado no CM

" ainda bem que o tipo se matou. se não tinhamos que andar 3,4,5 anos ou mais a papar com noticias dele " rui rodrigues Hoje, 11h33m Nota: vi na SIC-notícias que a portuguesa justiça ignorou a opinião dos psiquiatras que recomendaram que o sujeito (o "triplo homicida" ou o "monstro de Beja", segundo a imprensa) devia ser internado para tratamento. Num país decente, quem ignorou tal opinião seria automaticamente despedido com justa causa e acusado  de homicídio involuntário. Mas neste "reino" (totalmente) decadente e apodrecido nada acontece aos magistrados corruptos e incompetentes... A portuguesa "justiça" é isto e nada mais que isto: nunca condenar os protagonistas das grandes negociatas locais e de Estado que conduziram o país à falência; passar atestados de incompetência aos "especialistas" de outras áreas com o resultado criminoso que está à vista neste e noutros casos; ordenarem "penhoras terroristas" co...

As Executoras

Noronha do Nascimento voltou a criticar o sistema de acção executiva, dizendo ser "insustentável manter um modelo que permite aos agentes de execução agirem como verdadeiros profissionais liberais sem controlo ou com um controlo frouxo e depois responsabilizar indemnizatoriamente o Estado pelos actos lesivos que cometem porque são funcionalmente agentes do Estado". jn.pt