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A Fitche ameaça

Cá temos a Fitche (uma das "agências", pagas ao preço do ouro, que não previram, porque não conviria aos "mercados", o afundamento de bancos considerados de "risco sistémico", que acabaram salvos com o dinheiro dos contribuintes) a ameaçarem baixar ainda mais um  ratting já lixo. Não conseguem os países unir-se e despedir a Fitche? (para isso, porque têm de viver com o que produzem, deveriam parar com a importação de carros alemães...) É sobretudo divertido ver o Rodrigues dos Santos afirmar que a UE é "o mais importante", num momento em que o Reino Unido a pode abandonar  e em que a dita UE se encontra mais fraturada que nunca...

Um governo subversivo

Corta-se nos rendimentos produtivos, os dos cidadãos e mantêm-se os improdutivos (donde a classe política extrai os rendimentos), PPP, rendas excessivas, Swaps, Aquisições de serviços pelo Estado que só de 2011 para 2012 aumentaram, pasme-se, mais de 2.000 milhões de euros, já para não contar com os órgãos parasitários do Estado, Institutos, Comissões, Agências, Fundações, Autoridades, empresas municipais, etc ,. o líder parlamentar comunista, João Oliveira, enumerou três ideias do partido para afirmar uma “política alternativa, patriótica e de esquerda”: um regime de renegociação da dívida pública, o anulamento de encargos com parcerias público-privadas (PPP) e o cancelamento de contratos  swap  com as perdas potenciais que lhes estão associadas .

Prioridades da sociedade e do Estado

Segundo Guilherme d'Oliveira Martins, a educação, a ciência e a cultura devem ser "assumidas, claramente, como prioridades da sociedade e do Estado . (antiga presidente do PSD diz que Executivo não vai cumprir as medidas e que o país está a ser destruído .) Europa precisa de austeridade mas não em níveis “ brutais  (precisa ainda mais que os biliões canalizados através dos "paraísos fiscais" paguem os devidos impostos). É preciso pôr um fim a isto  (já se percebeu que a preocupação das agências é a banca,  não de todo as pessoas que sofrem e pagam a salvação da banca), e pôr um fim ás PPP e ás rendas absurdas e criminosas. É preciso uma revolução a sério, ou um governo europeu eleito, que tenha legitimidade e ponha de facto um fim liminar e definitivo à austeridade (e miséria) para as pessoas e ás mãos largas para a banca.

É-me difícil de compreender como a UE tem montes de bombas atómicas produz alta tecnologia e os melhores carros do mundo mas não tem uma agência de notação credível e poderosa *

O governador do Banco Nacional austríaco classificou o actual momento da crise da dívida como a “calma que precede a tempestade” e advertiu que as agências de notação não perderam a influência e que podem gerar novas inseguranças. “Temo que este momento é da calma que precede a tempestade”, disse Ewald Nowotny, que também é membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), numa entrevista ao jornal  Vorarlberger Nachrichten , citada pela EFE.  Nowotny lembrou que a Moody’s anunciou que nos finais de Abril irá renovar a notação financeira ( rating ) de 110 bancos europeus, o que poderá trazer “certas inseguranças” para a Europa.  Segundo o governador do Banco Nacional da Áustria, a crise da dívida na Europa não foi ultrapassada e a Grécia continua a ser o principal factor de risco.  Nowotny disse ainda que em Portugal e na Irlanda a situação melhorou e que em Espanha e Itália foram aplicadas reformas, pelo que se deve dar tempo a estes países.  O respo...
Tem de se ir mais longe A comissária europeia para a Justiça, Viviane Reding, propôs hoje o desmantelamento das três principais agências de rating norte-americanas, a Standard & Poor’s, Moody’s e Fitch, em declarações ao jornal alemão Die Welt. “A Europa não pode permitir que o euro seja destruído por três empresas privadas norte-americanas”, disse a comissária luxemburguesa, exigindo mais transparência e mais concorrência na avaliação de Estados pelas referidas agências. “Só vejo duas soluções, ou os Estados do G-20 decidem desmantelar o cartel das três agências de rating norte-americanas, e de três agências fazer seis, por exemplo, ou criar agências de rating independentes na Europa e na Ásia”, acrescentou Reding. A controvérsia em torno das agências de rating em questão – que têm sede em Nova Iorque e, por isso, estão fora da esfera de poder da União Europeia – reacendeu-se na semana passada, depois de a Moody’s ter baixado em quatro níveis a notação da dívida pública de Portuga...
Da libertação Cavaco já ontem se referira às agências de rating como uma ameaça à economia europeia, juntando-se às críticas de economistas e responsáveis políticos portugueses e europeus que nos últimos dias apontaram o dedo à Moody’s por ter colocado a classificação da dívida soberana em “lixo” e cortado na nota de várias empresas públicas, autarquias, regiões autónomas e dívida garantida dos bancos. Hoje, Cavaco disse esperar que a União Europeia tome medidas “que libertem, de alguma forma, o processo de decisão de 27 chefes de Estado e de Governo da influência das agências”. Confrontado pelos jornalistas sobre uma declaração sua de 2010, em que dizia não valer a pena “recriminar as agências de rating”, Cavaco respondeu: “Àqueles que sofrem de ignorância na análise, eu apenas posso recomendar um pouco mais de estudo”. O Presidente acrescentou que agora há “um reconhecimento generalizado de um comportamento” que se pode considerar como “uma ameaça à zona do euro”. publico.pt
Terrorismo financeiro Há muito tempo que desconfio que as agências de rating não são um caso de política financeira mas sim um caso de polícia. No momento em que o governo nos impõe mais um apertão de cinto, uma delas baixa os níveis de credibilidade do País para aquilo a que chamam ‘lixo’. Poder-se-ia dizer que foi feito por não concordarem com o plano da troika e por manipulação política. Mas só vai nesta cantiga quem não esteve atento. Essa tal agência, que julgo não passar de uma associação criminosa, fê--lo no dia seguinte ao anúncio pelo executivo das grandes privatizações. Isto é, de uma penada, baixaram quatro níveis à credibilidade do Estado português e desvalorizaram para o preço da uva mijona empresas nacionais que vão entrar no mecanismo de privatizações. Um grupo de economistas apresentou na PGR uma queixa-crime contra estas agências americanas. Mas não se sabe mais nada para além do coro indignado de outros tantos especialistas sobre esta decisão tão brutal. É que ela sug...
“Falar mal da mooody está na moooda” Falar bem da moodys também está na moda. Uma coisa é criticar a gestão portuguesa outra defender antros de corrupção. Lembro que a Lehman Bros. recebeu nota máxima desta agências poucos dias antes de falir. Lembro que esta agência deu notações máximas a CDOs que vieram a revelar-se, poucos meses depois, lixo “tóxico” E lembro que os investidores que confiaram nesta agência não foram ressarcidos da mão criminosa desta agência. Repito, a mão criminosa desta agência, que colaborou numa das maiores fraudes financeiras da história . Nota: é verdade e é sintomático que seja alguém com o nick "anti-comuna" a dizê-lo. Mas a Moody's acertou pelo menos numa coisa: ao pôr a RTP no lixo.
Oligopólio cujos relatórios avivam a especulação Em editorial, o El Pais considera a descida do ‘rating’ de Portugal «insólita e inoportuna», afirmando que com a decisão a Moody’s «conseguiu elevar o nível de crispação dos mercados e das instituições públicas». «O passo de Moody’s é grave. Uma descida tão forte, que levou a quedas importantes nas bolsas e uma nova explosão dos diferencias das dívidas de Grécia, Portugal e Espanha, aumenta o desprestígio público das agências de rating», refere o jornal. «Sugere que não só não estão a cumprir o seu papel de advertência aos investidores (não perceberam, nem de longe, a crise financeira que vinha e nem sequer têm capacidade de análise para reconhecer a recuperação de países como a Islândia), mas alentam, consciente ou inconscientemente, a especulação para baixo contra os países situados no alvo», sublinha. Para o jornal, os argumentos da Moody’s contra Portugal são «insustentáveis» operando «como uma profecia que tem que auto-cumprir-se», ...
Fantasia e credulidade Censurar a Moody's pelas suas notas, é a mesma coisa que criticar o lacrau por inocular veneno. Ambos fazem aquilo que está na sua natureza. O que é grave, como denunciava recentemente Paul De Grauwe, com a sua habitual lucidez, é que o Banco Central Europeu se tenha deixado manietar pelas agências de rating! Seis anos de fantasia e irrealismo conduziram Portugal à beira do abismo. Se o novo governo não tiver mais nada para oferecer, do que a sua credulidade, então nem precisaremos de seis meses para dar um passo em frente. VIRIATO SOROMENHO-MARQUES (dn.pt)
CMVM critica falta de resposta europeia “Foi a regulação europeia que deu às agências de rating a importância que elas hoje têm”, afirmou Carlos Tavares, que falava num almoço-debate, promovido pela Fundação AEP. Tavares dá como exemplo o facto de o Banco Central Europeu definir as garantias (colaterais) a entregar pelos bancos nas operações de empréstimo em função do rating que têm. E fala ainda dos supervisores que determinam o capital que os bancos têm de ter afecto à sua actividade em função dos rating ou ainda o caso dos fundos de investimento que têm regras rígidas de investimento em função dos ratings das empresas ou dos estados. Sem querer entrar em consideração sobre as classificações específicas que as agências atribuem, até porque, a ESMA, associação de supervisores europeus, de que a CMVM faz parte, passou desde Julho a supervisioná-las, Carlos Tavares criticou a falta de resposta europeia à importância que as agências assumiram. “Sãos os investidores” que têm de avaliar se...
Alguns destes bancos têm sido especuladores Paul De Grauwe, professor de Economia da Universidade de Lovaina e analista do Centre for European Policy Studies, acusa as agências de rating de terem "uma agenda escondida hostil". O que é que está por detrás da degradação da notação financeira de Portugal quando o Governo é maioritário e está determinado a cumprir o programa de ajustamento negociado com a zona euro e o FMI? É uma decisão muito infeliz, porque é preciso dar uma oportunidade ao Governo português para executar o seu programa, e as agências, de forma irresponsável, tornam tudo mais difícil para Portugal. Uma das razões é que se tratam de agências americanas com uma agenda escondida hostil ao que se passa na Europa. Mas também é verdade que estas agências funcionam de forma muito mecânica, os modelos que usam são muito primitivos, indignos de estudantes do 1.º ano de Economia. Mas por que é que a Moody"s faz uma analogia com o que se passa na Grécia? Tem havido u...
Pela extinção das agências O director da Agência das Nações Unidas para o Comércio Mundial e o Desenvolvimento (UNCTAD), Heiner Flassbeck, exigiu hoje a extinção das agências de rating, em declarações à televisão pública alemã ARD. publico.pt (6 de Julho)
Moody´s baixou rating da CGD, BES, BCP e Banif "De acordo com o documento hoje distribuído, o BES e a CGD desceram três níveis de Baa1 para Ba1, enquanto o rating do BCP e do Banif passaram de Baa1 para Ba2, representando uma queda de quatro níveis. O rating dos quatro bancos estão agora em níveis considerados "lixo"." (publico.pt) Mas então... não vinha cá fazer o tal desenho aos banqueiros? Hum... estou a ver... não gostou daquilo que eles disseram... Da próxima vez ficam caladinhos, perceberam?
A Moody's vem a Portugal Fazer um desenho aos banqueiros que parecem ter problemas de cognição... (e que lhe pagam uma pipa de massa...)
Moody's ataca sempre antes dos leilões A Moody"s cortou ontem quatro níveis ao rating de Portugal, sendo a primeira das três grandes agências a colocá-lo ao nível de "lixo" (junk), poucas horas antes do País voltar ao mercado de leilões de dívida para se financiar. dn.pt A Moody's foi a primeira das agências a cortar o 'rating' da República portuguesa, mas os efeitos já são visíveis: o financiamento para a banca e empresas vai ficar mais caro, vai haver um recuo no investimento estrangeiro e problemas para as exportações. idem
Acordar para a realidade Agora estão a acordar para a realidade. Foi preciso as agências tentarem destruir a Iniciativa Vienna II para muitos europeus começarem a abrir os olhos. Nabos! O €uro não pode sobreviver, porque se tal acontecer, o Império Americano colapsa. É tão simples de entender mas esta malta nem com a gaja nua á frente dos olhos conseguem ver o caminho. Safa !
Tiro certeiro, diz o sr. Lágrimas de Corcodilo "Foi mais um tiro certeiro no 'navio Portugal' da 'frota europeia' na guerra que se está a travar entre o dólar e o euro. É uma pena que a 'frota europeia' se tenha deixado cercar pelas agências de rating norte-americanas", lamenta Ricardo Salgado, numa reacção escrita à decisão da Moody's de colocar Portugal com "rating" de "lixo". O banqueiro considera que "só vamos conseguir sair desta situação se forem criadas uma ou mais agências de 'rating' europeias e se as instituições europeias deixarem de exigir as notações das agências de rating norte-americanas". jornaldenegocios.pt Nota 1: o sr. Lágrimas de Corcodilo é um dos principais responsáveis, com o José ex-PM, do estado a que o "navio Portugal" chegou. É preciso muito "topete" para vir agora armado em verde-anti-especuladores. Nota 2: "só vamos conseguir sair desta situação se forem cri...
Quebrar o oligopólio das agências O responsável pelas finanças do maior país da zona euro disse ainda que “é preciso quebrar o oligopólio das agências de rating, lembrando que se referiu várias vezes a esta questão, nas últimas semanas. “Estão a ser feitos esforços nesse sentido”, adiantou Schäuble. publico.pt Nota: deveriam ser quebradas, bem quebradas, nem que fosse à pancada... O que não me impede de considerar que... pelo menos no que toca à Grécia... enfim... a Portugal... De qualquer das maneiras sabia-se, desde o início, que a pagar os juros impostos pela UE e BCE a Grécia não iria lá... não podia "ir lá" simplesmente porque era impossível "ir lá"... O estranho é que isto do juro imposto pelos europeus não tem nada que ver com as agências... excepto se os europeus se servirem do rating atribuído pelas agências para fazerem chantagem com os países em dificuldade... De resto, desde há muito que tenho defendido que a Grécia - dado que falsificou as contas para ...