Apesar das fábricas terem diminuído a actividade a nível mundial, o que também abrandou drasticamente o transporte global, Zimov diz que a concentração de metano e dióxido de carbono na atmosfera tem vindo a crescer a um ritmo mais rápido . Cidades inteiras assentam no permafrost e o seu descongelamento pode custar à Rússia sete triliões de rublos (100 mil milhões de dólares, mais de 86 mil milhões de euros) em danos até 2050, se a taxa de aquecimento continuar, dizem os cientistas. Partindo do princípio de que o permafrost nunca descongelaria, muitas casas, condutas e estradas no extremo norte e leste da Rússia estão agora a afundar-se e a precisar cada vez mais de reparações