Com 56 páginas, e certificando falsamente ter sido concluído a 13 de março, este relatório foi, determinou a IGAI, supervisionada por Sérgio Henriques que, "com o único objetivo de encobrir a etiologia criminosa da morte de Ihor Homeniuk e, dessa forma, proteger-se e a colegas de trabalho, chamou a si a responsabilidade de assegurar o preenchimento do RO, omitindo, deliberadamente, informações essenciais e relevantes à descoberta da verdade (...)", tentando, "com uma blindagem corporativista, evitar a instauração de procedimentos criminais e disciplinares contra os autores do crime, sobrepondo-se ao interesse público, nomeadamente, de aplicação da justiça ."