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A mostrar mensagens de janeiro, 2022

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

O propósito deste dia é não esquecer o genocídio em massa de seis milhões de judeus pelos Nazis e respetivos colaboracionistas. Este constitui um dos maiores crimes contra a Humanidade de que há memória. Por outro lado, pretende-se educar para a tolerância e a paz, bem como alertar para o combate ao antissemitismo .

novas denúncias de abusos sexuais na Igreja Católica: dois no Porto e um em Vila Real

A diocese de Vila Real também confirmou o caso. Num comunicado publicado na sua página de internet, o bispo D. António Augusto de Azevedo deu mais detalhes: “A Diocese de Vila Real recebeu do coordenador da Comissão para a proteção de menores da Diocese de Lisboa a informação da existência de uma denúncia de eventuais abusos de menores ocorrido há alguns anos naquela diocese.  O caso envolverá o Pe. Manuel José Moura Machado, ordenado em Lisboa em 1985 e incardinado na diocese de Vila Real em 2011 . ” Surgiram novas denúncias de abusos sexuais na Igreja Católica: dois no Porto e um em Vila Real. O bispo do Porto acredita que os números vão aumentar por vivermos num tempo de  puritanismo . (?!!) Nota: um país onde até o rei Sebastião foi abusado (e perdeu a independência durante uns meros 60 anos por causa disso), terá algum futuro? 

303 mortes nas prisões em cinco anos. PJ só foi chamada a investigar seis

para um perito em homicídios da PJ, "uma morte violenta, como é o caso de um suicídio, deve ser sempre objeto de investigação pelo Órgão de Polícia Criminal (OPC) competente". Até porque "as suspeitas de crime podem ser evidentes ou não. São mortes em locais fechado e em ambiente hostil, tratá-las sempre como suspeitas devia ser sempre o ponto de partida".   Sucede que não sendo a notícia dos óbitos comunicada ao piquete da Polícia Judiciária, tal impossibilita que a PJ faça um exame ao local da morte. O que é considerado uma falha grave para a investigação, ao impedir que os peritos forenses do Laboratório de Polícia Científica possam realizar um diagnóstico aprofundado

"A narrativa dominante no Brasil apresenta os lusitanos como povo estrangeiro que veio para explorar e depois se foi embora"

em 1925, Antônio Torres, em Razões da Inconfidência, escreve que "o portuguez é o nosso mais tenaz inimigo". Logo depois, Gilberto Freyre ainda recolocou Portugal no cerne da nacionalidade brasileira; mas a partir dos anos 50, as correntes marxistas e neomarxistas que passaram a preponderar nas universidades, desconstruíram essa narrativa e deram continuidade, até hoje, à visão crítica da herança lusa. Mais próximo de nós (1999), Marcelo Coelho, membro do conselho editorial da Folha de São Paulo, resumia bem a situação: "Não há coisa a que sejamos mais refratários do que à cultura portuguesa. Para nós, é quase uma contradição nos próprios termos. Fernando Pessoa e Saramago só passaram pela nossa alfândega porque recalcámos a lusitanidade deles... Tomámos posse virtual desses dois grandes escritores portugueses, portanto, sem abandonar nossa estranheza, nosso desdém pela lusitanidade ."

Eduardo Cabrita e chefe do corpo de segurança da PSP, vão ser arguidos no caso do homicídio negligente na A6

O responsável pelo DIAP de Évora, superior da procuradora que fez a acusação, respondeu dois dias depois. E depois de ler o pedido da associação considerou que também a responsabilidade criminal do chefe de segurança do ministro devia ser avaliada. “Embora a final não o requeira, tem de entender-se que pretenderá estender essa responsabilidade à pessoa responsável pela segurança da comitiva em que o veículo interveniente se integrava”, lê-se na decisão do responsável pelo Ministério Público .

"omitindo, deliberadamente, informações essenciais e relevantes à descoberta da verdade (...)", tentando, "com uma blindagem corporativista, evitar a instauração de procedimentos criminais e disciplinares contra os autores do crime"

Com 56 páginas, e certificando falsamente ter sido concluído a 13 de março, este relatório foi, determinou a IGAI, supervisionada por Sérgio Henriques que, "com o único objetivo de encobrir a etiologia criminosa da morte de Ihor Homeniuk e, dessa forma, proteger-se e a colegas de trabalho, chamou a si a responsabilidade de assegurar o preenchimento do RO, omitindo, deliberadamente, informações essenciais e relevantes à descoberta da verdade (...)", tentando, "com uma blindagem corporativista, evitar a instauração de procedimentos criminais e disciplinares contra os autores do crime, sobrepondo-se ao interesse público, nomeadamente, de aplicação da justiça ."

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