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A mostrar mensagens com a etiqueta Finance

Elisa Ferreira: Criar impostos sobre tecnológicas e não só

em última instância, essas empresas - com lucros fabulosos - pagam IRC da ordem dos 2% ou 1% e menos. Isto é injusto. Injusto, desequilibrador. E, portanto, acho que Europa, nalgum momento, tem de abordar este assunto, e outros. As empresas que estão sediadas em determinados países e que são grandes emissoras de emitentes de CO2 emitem muitos gases de efeito estufa, têm de comprar direitos de emissão, mas, entretanto, algumas atividades. como a atividade da aviação. até agora estavam isentas .

O Capital No Século XXI

Baseado no bestseller internacional do famoso economista Thomas Piketty (que vendeu mais de três milhões de cópias em todo o mundo e colocou Piketty na lista de pessoas mais influentes da Time Magazine), este documentário é uma reveladora jornada pela riqueza e pelo poder, um filme que desmonta o popular pressuposto de que a acumulação de capital acompanha o progresso social, lançando uma nova luz sobre as crescentes desigualdades da actualidade .

Marisa vs. Blackrock

É fácil perceber o apetite de empresas como a Blackrock por este maná. A sua esperança é somá-lo aos 159 mil milhões de dólares que já gere, deixando as pensões à mercê dos mercados financeiros. Para isso conta com o apoio da União Europeia, e espera também o acolhimento dos parlamentos nacionais .

Os mandatos de Barroso à frente da CE, conduziram, como aliás seria previsível, ao fim da UE

Wolfgang Munchau escreve na sua coluna do  Financial Times  que não vale a pena argumentar que a reacção negativa dos mercados financeiros se encarregaria de forçar a mão ao próximo governo de Itália. “Para alguém como Salvini, uma crise financeira não é uma ameaça, mas antes uma promessa, que lhe permitiria acabar de vez com a pertença ao euro ”.  Nota: Barroso, num período crucial para a consolidação da UE, fez o que a "finança" ditou: alargar o mercado, quando esse era o tempo de consolidação dos valores europeus, da imposição da transparência, do combate à corrupção nos países estruturalmente corruptos e da redução das desigualdades nesses mesmos países, assim como impôr efetivamente a igualdade do género e combater, com o poder legislativo transnacional que a UE tinha, nessa época, em que tod@s acreditavam (e desejavam) no seu futuro (a caminho de uma Europa federal), assim como o da suspensão da transferência dos fundos comunitários para os países que não material...

Os mercados não se autorregulam

A redução demasiado apressada da despesa pública na maioria das economias avançadas colocou quase todo o encargo da revitalização do crescimento em políticas monetárias não-convencionais que têm uma eficácia cada vez menor ( quando não são mesmo contraproducentes ). Os mercados não se autorregulam e o Estado tem um papel central para mitigar ou eliminar os desequilíbrios que emergem do seu funcionamento, bem como para reforçar a coesão social e territorial . 

Mais um episódio do terrorismo financeiro

O Banco Santander Totta acaba de ver reconhecida pela justiça inglesa a validade dos contratos de  swaps  assinados pelas empresas públicas Metropolitano de Lisboa, Carris, Metro do Porto e STCP, e cuja perda potencial para o Estado, a valores actuais, é de cerca de 1800 milhões de euros Nota: se acontecer o Brexit, Portugal pode não reconhecer, nem aceitar, esta decisão, assim como deve não voltar a aceitar contratos que imponham a resolução dos conflitos nos tribunais ingleses, onde as companhias contratam sociedades de advogados "useiras e vezeiras" nestes casos. Além de que o sistema de justiça é uma convenção, ou um conjunto de convenções, literalmente desprovidas de valor absoluto. Os valores Éticos, ainda que igualmente subjetivos, possuem, ou devem possuir, mais força que as convenções legais, muito especialmente nos domínios económico e financeiro, onde, de uma ou outra forma, correspondem a interesses bem determinados.

O predador

Foi diretor do Caixa BI, o banco de investimento da CGD, onde se especializou em parcerias público-privadas. Esteve do lado da banca, a desenhar a estrutura financeira dos contratos que mais tarde se revelaram ruinosos para o Estado: as PPP rodoviárias da Beira Interior, do Pinhal Interior, do Litoral Oeste, do Baixo Tejo, do Baixo Alentejo, do Litoral Algarve, entre outras. Foi ainda enquanto representante do consórcio privado ELOS que assinou o contrato de financiamento, e respetivos swap, associados à construção da linha de TGV Poceirão-Caia entretanto cancelada. No processo foi nomeado administrador-executivo do banco .

Banqueiro abandona BBVA com renda de 4.900 euros/dia até morrer

Aos 54 anos, Ángel Cano abandonou a gestão do banco espanhol com um pacote milionário. O contrato do banqueiro previa uma renda vitalícia de 75% do salário caso fosse afastado antes da reforma, sem ser devido a incumprimento grave das suas funções. Cano escolheu receber a indemnização em forma de renda vitalícia e a partir de agora terá direito a receber 1.79 milhões de euros por ano enquanto for vivo .

A Fitche ameaça

Cá temos a Fitche (uma das "agências", pagas ao preço do ouro, que não previram, porque não conviria aos "mercados", o afundamento de bancos considerados de "risco sistémico", que acabaram salvos com o dinheiro dos contribuintes) a ameaçarem baixar ainda mais um  ratting já lixo. Não conseguem os países unir-se e despedir a Fitche? (para isso, porque têm de viver com o que produzem, deveriam parar com a importação de carros alemães...) É sobretudo divertido ver o Rodrigues dos Santos afirmar que a UE é "o mais importante", num momento em que o Reino Unido a pode abandonar  e em que a dita UE se encontra mais fraturada que nunca...

“Os bancos tiveram o poder de impor os swaps”

Na comissão de inquérito houve uma clara protecção do Governo. Houve uma crítica aos instrumentos especulativos e aos malefícios da finança sem controlo. Mas não se traduziu em medidas concretas sobre o funcionamento da banca. Acredito que haja mais controlo porque as empresas foram incluídas no perímetro de consolidação das contas públicas. Mas a questão não está só em controlar as empresas, mas sim o sistema financeiro. E aí estamos muito longe de ter aprendido alguma coisa .

Dos trastes da Finança

O DN sabe que o Ministério Público considerou que Peter Boone, residente em Londres, tinha interesse na desvalorização das obrigações do Tesouro portuguesas porque permitiria a Moore obter mais--valias e, por essa via, receber uma comissão mais elevada da Salute. Considerou igualmente que o artigo de Peter Boone poderia influenciar as decisões de investimento e de desinvestimento em dívida soberana nacional. Cenário agravado porque na altura os mercados de dívida viviam períodos de desconfiança e receio de contágio da crise grega aos países periféricos da zona euro. Segundo a nota enviada pela Procuradoria -Geral distrital de Lisboa, "os artigos de opinião tiveram impacto nas yields da dívida pública portuguesa e influenciaram os investidores, até porque o arguido era um académico prestigiado, doutorado em Economia pela Universidade de Harvard e os artigos foram publicados em contexto de grande instabilidade financeira, de receio de contágio com a dívida grega, estando os mercados...

Da reestruturação

Para José Castro Caldas, Portugal vai continuar confrontado com baixos níveis de crescimento e, para evitar uma reestruturação, precisaria de “saldos orçamentais exorbitantes”. E isso, diz, implicaria “cortes violentos” na despesa ou “violentos aumentos dos impostos”, o que considera insustentável. ... Jorge Argüello, embaixador argentino em Portugal, defendeu a reestruturação da dívida como a  única via  que permitiu ao país lutar “contra os [fundos] abutres”. “ A política de austeridade não foi parte da solução, mas foi claramente parte do problema”, vincou . Nota: consta que Portugal vai receber uma "pipa de massa" até 2020 (22 MM), ora também consta que até essa data Portugal pagará 60 MM em juros da dívida!

Acordos secretos com Luxemburgo permitem a 340 multinacionais pagar menos impostos

A notícia, publicada nesta quinta-feira em mais de 40 meios de comunicação internacionais, com reprodução de vários documentos que provam a existência de acordos secretos, envolvem multinacionais conhecidas como a Apple, a Amazon, a Ikea ou a Pepsi. Em causa está a evasão fiscal em montantes muito elevados, da ordem dos milhares de milhões de euros, que deveriam ser pagos nos países onde são gerados os lucros. Os acordos foram estabelecidos entre 2002 e 2010, revela a investigação do ICIJ , que conta entre outros, com parceiros como os jornais  Le Monde  (França),  The Guardian  (Reino Unido),  Suddeutsche  Zeitung  (Alemanha) e o  Asahi  (Japão) .

O que torna as aposentações ultra-pornográficas, vergonhosas, chocantes, do Jardim Gonçalves e Cª ainda mais ofensivas *

BPN e BPP concentraram, Nos últimos anos,todas as atenções, mas foi o BCP que determinou as decisões políticas que conduziram o país até ao resgate internacional. A tese está exposta no livro “Jogos de Poder”, do jornalista paulo Pena, que explica como a banca acumulou lucros alimentados pelo endividamento das famílias e do país, à sombra do imobiliário e dos negócios garantidos pelo Estado. O desfecho da história é conhecido: três anos de austeridade e a maior crise que o país já viveu. “A versão que nos venderam é que andámos a viver acima das nossas possibilidades”, defende o autor, para quem a “crise é muito mais complexa e resulta, sobretudo, do evidente resgate à banca do centro da Europa.” Os bancos portugueses tinham pedido muito dinheiro emprestado aos congéneres alemães e franceses e os investidores internacionais estavam atentos às contas públicas para saberem se o Estado “tinha condições para acomodar a banca, caso viesse a falir”. Não foi apenas o BPN ou o BPP...

Técnicas de agitação e propaganda

multar com 600 mil euros quem recebeu 40 milhões "à cabeça", mais 1milhão e 700 mil / ano, vitalícios, mais umas quantas mordomias, como guarda-costas 24/24h, etc . * * fora os danos causados aos contribuintes pelas trafulhices feitas no BCP, pagas pelo Estado (devido a uma estúpida nacionalização - sob o espetro tremendo do "risco sistémico", para idiota que se considera culto consumir - como aconteceu com o BPN)!

PortasSwap ou da Asquerosa Máfia de Estado Tuga

He, he

o PCP e o BE andam a preconizar isto  * há "décadas". Concomitantemente há que cancelar unilateralmente, sem quaisquer negociações, todos os contratos criminosos e "rendas", feitos para dar lucros aberrantes aos privados (a tal "iniciativa privada" sem riscos e com lucros insultuosos garantidos...). Todos sabemos que a barulheira,  feita pelos beneficiários dos contratos criminosos e seus media de serviço (que são praticamente todos na Tugolândia) vai ser grande, mas o resultado será nulo. (um exemplo a um nível estratégico-militar muito mais importante e determinante que os interesses dos contratos criminosos feitos na Tugolândia, que de resto são criticados unanimemente por todos os grandes poderes internacionais, com exeção dos interessados: a Rússia invadiu e ocupou a Crimeira, que não vai largar. E depois? Depois nada.) * e o PCP desde o início que disse ser o Euro inviável, ou somente viável á custa de um aumento insustentável das diferenças entr...

Dos "mercados" (obviamente isto não vai acabar bem)

O resultado da crise de 2008 é este: o número de instituições financeiras diminuiu, aumentou o número de activos que têm [sob gestão], não houve verdadeiramente uma separação entre o que era a banca de investimento e a de retalho (comercial]. E ao lado passámos a ter um número de investidores especulativos ( hedge funds/ private equities ) cujo único ganho é provocar crises, ou ganhar com as crises. Os riscos disseminaram-se verdadeiramente. Portugal não é um  player . Para o bem e para o mal Portugal não influi, é uma vítima do seu próprio êxito ou fracasso. ... Se analisar, no Brasil, havia muita divisa a entrar para especular na baixa das taxas de juro. E havia muito americano a investir em imobiliário, mas que vai ser retirado. Podia-se dizer que o Brasil era um país emergente se 10% da população fosse da classe média e o resto estivesse pobreza. Já não acontece.  ... Porque é que eu vou investir num continente onde a população está a envelhecer e onde não há quem c...

Schulz: sacrifícios só para salvar os bancos