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He, he

o PCP e o BE andam a preconizar isto * há "décadas". Concomitantemente há que cancelar unilateralmente, sem quaisquer negociações, todos os contratos criminosos e "rendas", feitos para dar lucros aberrantes aos privados (a tal "iniciativa privada" sem riscos e com lucros insultuosos garantidos...). Todos sabemos que a barulheira,  feita pelos beneficiários dos contratos criminosos e seus media de serviço (que são praticamente todos na Tugolândia) vai ser grande, mas o resultado será nulo. (um exemplo a um nível estratégico-militar muito mais importante e determinante que os interesses dos contratos criminosos feitos na Tugolândia, que de resto são criticados unanimemente por todos os grandes poderes internacionais, com exeção dos interessados: a Rússia invadiu e ocupou a Crimeira, que não vai largar. E depois? Depois nada.)

* e o PCP desde o início que disse ser o Euro inviável, ou somente viável á custa de um aumento insustentável das diferenças entre países (que têm aumentado ao contrário do que se dizia) e das diferenças sociais e económicas dentro dos países (sendo Portugal, talvez com a Bulgária mais um grupo de países ex-comunistas dominados pelas máfias, o exemplo nato)

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A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt