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A mostrar mensagens com a etiqueta da Ética

Taxar os lucros excessivos, um imperativo ético

 

Cabeça velha em corpo novo

Eticamente, este tema é contencioso, então é apenas um exemplo. Podemos salvar um bilionário, podemos salvar Albert Einstein, é verdade. Por isso é que a questão deve ser discutida porque, num determinado momento, as pessoas devem decidir. É que [ainda] neste século, os transplantes de cabeça vão ser uma rotina, mas para o serem têm de ser regulados .

Encerrar o CEJ

A promiscuidade ficaria diluída com uma escola para as diversas profissões. ( procurador@s e juíz@s)

Mais um episódio do terrorismo financeiro

O Banco Santander Totta acaba de ver reconhecida pela justiça inglesa a validade dos contratos de  swaps  assinados pelas empresas públicas Metropolitano de Lisboa, Carris, Metro do Porto e STCP, e cuja perda potencial para o Estado, a valores actuais, é de cerca de 1800 milhões de euros Nota: se acontecer o Brexit, Portugal pode não reconhecer, nem aceitar, esta decisão, assim como deve não voltar a aceitar contratos que imponham a resolução dos conflitos nos tribunais ingleses, onde as companhias contratam sociedades de advogados "useiras e vezeiras" nestes casos. Além de que o sistema de justiça é uma convenção, ou um conjunto de convenções, literalmente desprovidas de valor absoluto. Os valores Éticos, ainda que igualmente subjetivos, possuem, ou devem possuir, mais força que as convenções legais, muito especialmente nos domínios económico e financeiro, onde, de uma ou outra forma, correspondem a interesses bem determinados.

Da ética alemã *

* e dos "cumpridores"...

O Imperativo Cívico e Ético da Greve

toda a greve, para ser minimamente eficaz, deve colocar em causa o remanso das rotinas estabelecidas e a comodidade dos interesses instalados. Mas neste caso, a greve dos professores apresenta-se como um dever cívico e mesmo um imperativo ético contra o desnorte de uma não política educativa que está a colocar seriamente em risco os ganhos alcançados nas últimas décadas

Para lá da simpatia

argumentou John F. Kennedy contra a segregação racial, em 1963: "Se um americano, porque o seu rosto é negro, não pode almoçar num restaurante aberto ao público, mandar os seus filhos à melhor escola pública acessível, votar para os funcionários públicos que vão representá-lo, então quem de vós quereria ver mudar a cor do rosto e colocar-se no seu lugar? O coração do problema é este: vamos tratar os nossos companheiros americanos como queremos ser tratados?" Atendendo à sua universalidade, Olivier du Roy conclui que ela "corresponde a uma espécie de maturidade moral da humanidade, que descobre ou exprime, por volta do século V a. C., um princípio fundamental de moralidade ou de vida em sociedade". O reconhecimento do outro humano pode ser considerado como "um dado cultural universal, o fundamento de uma verdadeira 'lei natural'".  A sua base está na empatia, na capacidade de eu me colocar no lugar do outro, como que sentindo as consequências da m...

Francamente */**/***

“Temos necessidade de encontrar os meios que nos permitam expulsar qualquer um da zona euro”, declarou Michael Spindelegger, que é também vice-chanceler, numa entrevista ao jornal Kurier, a publicar na sexta-feira, mas que foi divulgada hoje no site na internet do jornal. ... Hoje, a chanceler alemã, Angela Merkel, reiterou, no Canadá, que está comprometida em fazer todos os possíveis para salvar o euro e sublinhou que a Europa tem de aprender a utilizar de forma “mais eficiente” o dinheiro dos fundos estruturais.  A chanceler alemã também defendeu a ideia de “maiores direitos de intervenção” nos países que não cumprem os critérios de estabilidade, porque a Europa tem um problema de credibilidade perante os investidores estrangeiros .  * ao fim de 40 anos a enviar biliões para alguns países chega agora à conclusão de que ' a Europa tem de aprender a utilizar de forma “mais eficiente” o dinheiro dos fundos estruturais'. É patético, sem dúvida, mas há que dizer que a cul...
Da ética tuga A ética tuga "desvela-se" a partir da "casa da democracia": o Parlamento. A revista Sábado revela uma promiscuidade de interesses e funções que para o tugas deputados da nação são absolutamente normais (e até aconselháveis, diriam eles). Aqui ficam alguns exemplos: José Lello, PS, membro da Comissão da Defesa Nacional. Trabalha para a Capgemini Portugal, "uma das fornecedoras mundiais de serviços de consultadoria, tecnologia da informação e outsourcing , contratada pela NATO e por Ministérios da Defesa... Portugal incluído", esclarece a Sábado. Hortense Martins, da Comissão de Economia e Obras Públicas, "detém 25% do capital da Martinub, que actua nas áreas do urbanismo e do imobiliário. A socialista é também gerente da Investel, uma empresa que opera na área dos investimentos hoteleiros." António Leitão Amaro, PSD, membro da Comissão do Ambiente e suplente na das Obras Públicas: "É membro da administração da Const...
Em memória de um grande senhor Hoje, um artigo no semanário "expresso", refere Nuno Crato, colocando-o nas pegadas de um Mário Somottomayor Cardia . Espero que sim. "Cardia" era uma alma generosa e íntegra. Foi meu professor de "Ética" na licenciatura em filosofia na FCSH. Foi meu professor no ano anterior ao vexame a que a portuguesa imprensa, os portugueses jornalistas e grande parte dos seus alunos da FCSH, que só pensavam na "média" (ficaram na pequena história como "geração rasca" e agora circulam "por aí" nos corredores do poder e nas redacções dos portugueses "media"), o submeteram. Qual o crime? Ter-se candidatado, como independente (mas que escandaleira, como independente, vejam só o atrevimento!), à Presidência da República. É... Aqueles tugas rascas, saídos sabe-se lá de que esgoto, "achincalharam", enxovalharam, ridicularizaram e insultaram, um homem de grande espírito, que foi torturado pela P...
Da culpa «Nas minhas aulas de ética costumo apresentar o seguinte exemplo prático (…). Suponhamos uma mulher cujo marido empreende uma larga viagem. A mulher aproveita essa ausência para se juntar com um amante. Inesperadamente, o marido desconfiado anuncia o seu regressa e exige que a esposa o espere no aeroporto. Para chegar ao aeroporto a mulher tem de atravessar um bosque onde se esconde um terrível assassino. Assustada, pede ao seu amante que a acompanhe, mas este nega-se porque não deseja confrontar-se com o marido. Pede então protecção ao único guarda que há na aldeia, que também lhe diz que não pode ir com ela, pois tem de atender com zelo idêntico ao resto dos seus concidadãos. Recorre a vários vizinhos e vizinhas obtendo apenas recusas, umas por medo e outras por comodismo. Por fim, empreende a viagem sozinha e é assassinada pelo criminoso do bosque. Pergunta: quem é o responsável pela sua morte? Costumo obter respostas para todos os gostos (…). Existem os que culpam a in...