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A mostrar mensagens com a etiqueta o fim da UE

Terramoto

 

Malta: um estado terrorista espetado no coração da UE

costa e a questão ucraniana

A incorporação de mais quarenta milhões de cidadãos que levarão a uma outra política de coesão; a aceleração do processo de integração nas políticas de defesa; a perda de importância relativa dos países médios e dos países mais ocidentais; a dura batalha entre países beneficiados e a beneficiar na Política Agrícola Comum ;

Medidas insuficientes por uma UE nas mãos de Putin

 

Estes "clubes de homens" transformaram Portugal num país asqueroso, corrupto, pobre e atrasado, apesar de ter recebido "triliões" da UE (claro que Portugal não tem natalidade, claro que não tem nem terá "competitividade", claro que @s melhores entre @s jovens vão continuar a fugir "disto")

 

Uma UE que não sabe proteger @s jornalistas não merece existir

Polexit

Tribunal europeu decidiu esta quinta-feira que o sistema disciplinar de juízes na Polónia é contrário às leis da UE. O Supremo Tribunal polaco já tinha dito na quarta-feira que medidas aplicadas pelo TJUE violam a Constituição polaca . Nota: a Hungria está contra que se promova a homosexualidade entre menores (se isto é ser "radical", de "extrema direita"...) e está certa. Foi "castigada" mas, devido ás negociatas de biliões que tem com a Alemanha (e não devido ao respeito por quaisquer "princípios fundacionais"), não equaciona, para já, a saída da UE. A Polónia criou um modelo estranho - até e principalmente porque é um país com negro historial de "guettos" - mas o problema está a montante, na própria disfuncionalidade da UE e na "ideologia do género" que ativamente promove (veja-se o escandaloso caso tuga dos dois alunos de excelência chumbados por não frequentarem uma disciplina que promove a "ideologia do género"...

Procuradoria europeia nasceu torta e corrompida

Ana Carla Almeida considerou que a decisão do TGUE de considerar extemporâneo o pedido de anulação da nomeação do procurador europeu português, por ter sido apresentado fora de prazo, é "juridicamente desajustada". "O Tribunal Geral não julga o fundo da questão, isto é, a intervenção do Governo português na escolha do procurador de nacionalidade portuguesa, que a meu ver fere gravemente a independência e a reputação da recém-criada Procuradoria Europeia e opta por decidir por via de uma questão prévia", sublinhou a magistrada .

Os direitos humanos não são “imaginários”

Se a União não tiver mão firme contra os ataques à liberdade de expressão em países como a Eslovénia, será outra coisa qualquer, não a Europa que selou a paz no continente e mobilizou várias gerações de democratas e humanistas de diferentes matizes ideológicas nos últimos 70 anos. Nota: obviamente que o sr. Durão Barroso estava errado ao afirmar que a União Europeia não era um clube fechado. Abriu-o, a pensar nos negócios, em vez de o consolidar, a começar pelo seu próprio país, que entretanto foi ultrapassado por "tudo o que mexe", e agora só nos resta preparar-nos para o colapso da UE e começarmos a pensar, juntamente com Espanha, numa Federação Ibérica, a Ibéria de Saramago, o visionário (ainda que tal não fosse de difícil previsão...)

Colectiv

Em 2015, um incêndio na discoteca Colectiv, em Bucareste, matou 27 pessoas e feriu 180. Mais tarde, outras vítimas morreram nos hospitais. Quando um médico vaza informações para a imprensa, um grupo de jornalistas começa a revelar uma imensa fraude no sistema de saúde. Um novo ministro é nomeado e oferece-lhes acesso sem precedentes aos bastidores dos seus esforços para reformar um sistema corrupto. Um olhar firme sobre o impacto do melhor jornalismo investigativo .

A Europa do vale tudo (ou os "sócios" para os quais vale tudo, até nomear Procuradores Europeus da sua confiança...)

 

Porque está cá o ilegal? Porque a livre circulação na UE permite o movimento sem qualquer controle e acabar com o sef é um crime lesa pátria (corruptos e criminosos há em todas as polícias e é o sistema que tem de estar preparado para as purgar eficazmente - exatamente o oposto de concentrar tudo numa polícia)

 

"left-overs” de Amesterdão

Designou-se por " left-overs ” de Amesterdão o conjunto de questões de natureza institucional, a resolver no sentido de preparar a União Europeia para o alargamento a Leste, que não foi possível decidir na Conferência Inter-Governamental que preparou o Tratado de Amesterdão. A composição e funcionamento da Comissão, a reforma do sistema de deliberações do Conselho, a extensão do domínio da votação por maioria qualificada foram discutidos mais tarde nesta perspectiva, em nova C.I.G. e objecto de acordo inscrito no Tratado de Nice, criando os equilíbrios reclamados para o alargamento aos novos Estados-Membros.  Amesterdão procurava preparar a União Europeia para os novos desafios: as implicações políticas, sociais e institucionais da moeda única; a globalização; o alargamento europeu a Leste. O Tratado de Amesterdão apresentou progressos sectoriais na construção europeia, mas como escreveu então Lucas Pires, " apesar das negociações terem sido longas (...) o parto foi dolorosís...

O regresso de uma pessoa honesta a dizer verdades inconvenientes

 

Charles Michel: fora! (E aprende a falar inglês, idiota!)