Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta México

A “cocaína do mar” está a matar as vaquitas, os cetáceos mais fugidios do mundo

“O mar de Cortez está debaixo de um ataque. Milhares de redes de pesca ilegal criam um muro da morte para apanhar o ameaçado totoaba”, assim começa o documentário. “Um mercado negro multimilionário destrói toda a vida marinha pelo caminho”, traficando depois o órgão do peixe para a China, naquilo que aparenta ser um verdadeiro cartel

A guerra contra as mulheres no México

Ao mesmo tempo em que aumentaram os feminicídios, aumentou a violência sexual no México. De 2015 a 2018, o aumento foi de mais de 37%. Em 2015, foram 31.170 denúncias de delitos contra a liberdade sexual, como abusos sexuais, estupro simples, com agravantes, entre outros. Em 2018, foram 42.927 denúncias .

“As minhas medidas são 2.202 casos de femicídio registados nos últimos nove anos no meu país”

O meu nome é Juana Acevedo. As minhas medidas são que mais e 70% das mulheres do nosso país são vítimas de assédio sexual”; “O meu nome é Karen Cueto. As minhas medidas são 82 femicídios e 156 tentativas só este ano”; “O meu nome é Samantha Batallanos. As minhas medidas são a cada dez minutos uma menina morre vítima de exploração sexual no mundo ”.

Um ano do desaparecimento dos estudantes no México

Neste sábado, 26 de setembro, completaram-se 365 dias exatos do desaparecimento dos 43 estudantes da Escola Normal de Ayotzinapa, ocorrido na cidade de Iguala, no México. Apesar das diversas manifestações em todo o México e em diversos países do mundo, o governo do presidente Enrique Peña Nieto ainda não apresentou uma versão considerada satisfatória pelos familiares .

Ayotzinapa: o fogo, as cinzas

O relatório oficial sobre a tragédia ocorrida em outubro do ano passado foi reduzido a cinzas. A versão apresentada pelo ex-procurador Jesús Murillo Karam foi devorada pelo fogo das evidências. O relatório do Grupo Interdisciplinar de Especialistas Independentes (GIEI), criado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), demoliu completamente o relato governamental sobre os factos ocorridos. Como logo disse uma das mães das vítimas desaparecidas: “nós sempre soubemos que era mentira”. Segundo o relatório do GIEI, os ataques aos estudantes rurais, no município de Ayotzinapa, no dia 26 de setembro de 2014, foram realizados para impedir que os três autocarros que os jovens apanharam em Iguala saíssem da cidade – além de castigar os rapazes pela atitude que tiveram. Portanto, a versão dada por Murillo Karam, de que os estudantes pretendiam sabotar o ato de María de los Ángeles Pineda como presidenta do DIF (Sistema de Desenvolvimento Integral da Família, instituição públic...

E viva México?

Uma mexicana de 27 anos foi raptada e violada pelo ex-namorado, José Manuel, a 13 de Maio de 2012. O resultado? Uma gravidez indesejada e um aborto que deveria ser legal. Agora, María de Lourdes está na cadeia, acusada de aborto ilegal e de prestar falsas declarações .

Estado falhado

EXPRESSING alarm at the increase in the murder of journalists in Mexico, UNESCO Director General Irina Bokova has called for an urgent investigation . Mexican journalists face ever-increasing danger

Estado de Terror

The northern Mexican border city of Nuevo Laredo saw a brutal day of gang violence, with 14 headless bodies found stuffed in a vehicle and nine bodies found hanging from a bridge . " More than 50,000 people have been killed in Mexico's war on drugs since December 2006, when outgoing President Felipe Calderon launched a nationwide military crackdown on organized crime. Most of the deaths have been from turf battles between rival gangs. In the northwestern state of Sinaloa, 34 people were killed over the past seven days in clashes between soldiers and drug gangs. In neighboring Veracruz state, further south on the Gulf of Mexico, security forces Thursday found the dismembered bodies of two missing news photographers and two others, just days after a magazine reporter was killed in the same state. The photographers, Gabriel Huge and his nephew Guillermo Luna, were buried in Veracruz city on Friday."

Cantor torturado por não repetir uma música

Um cantor mexicano do grupo "Los Ciclones del Arroyo" foi sequestrado e ferido por uma bala numa perna por se ter negado a interpretar mais um tema pedido por um grupo de pessoas numa festa popular. O incidente ocorreu na madrugada de sábado, no município de Choix, no estado de Sinaloa, noroeste de México, e o músico está hospitalizado em Los Mochis com uma fratura aberta da tíbia e perónio causada por um tiro. Porta-vozes da polícia municipal de Choix disseram à agência Efe que o grupo estava a dar um concerto em La Guayaba, numa festa popular, quando vários indivíduos pediram mais um tema. O trio musical não acedeu ao pedido, o que fez com que um grupo de pessoas levasse à força Julio César Leyva Beltrán, de 41 anos, num veículo. Os restantes elementos do grupo avisaram as autoridades. Horas depois o cantor foi deixado num hospital com sinais de tortura e ferimentos de bala. jn.pt

Duas crianças e uma mulher mortas em ritual

Dois meninos de 10 anos e uma mulher de 55 anos foram mortos num ritual religioso, em que o sangue é oferecido à "Menina Branca", como também é conhecida da Santa Muerte, em troca de proteção, saúde e dinheiro. Os crimes foram praticados entre dezembro de 2009 e março deste ano, mas só agora as autoridades conseguiram identificar os seus autores. Foram detidos sete membros da família Meraz, residente no município de Nacozari, no estado de Sonora. No último ritual, em março, durante o qual foi degolado um rapaz de 10 anos, participaram quatro crianças da família, como idades entre um e cinco anos. jn.pt

Nobel da Paz denuncia impunidade

A activista norte-americana Jody Williams, Nobel da Paz em 1997, denunciou, esta segunda-feira, no México a impunidade dos crimes perpetrados contra as mulheres no país e a falta de vontade política na procura de soluções. Depois de se ter reunido com um grupo de 50 activistas de associações que lutam pela defesa dos direitos da mulher, Jody Williams criticou as "palavras bonitas" do Governo e exigiu soluções "reais" para um problema que, sublinhou, afecta toda a população do México. "Já não há tempo para desculpas. As famílias que sofrem neste país querem ver acção e as mulheres que foram violadas por polícias e militares querem ver justiça", afirmou. Para inverter a actual situação de impunidade, a Nobel da Paz norte-americana considerou necessária uma acção conjunta da sociedade civil, que exija ao Governo respostas. "Nenhuma pessoa pode mudar a sociedade sozinha, tem que ser uma comunidade inteira a entrar em acção", frisou. Por isso, c...