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VAROUFAKIS CONTA O QUE ACONTECEU QUANDO TENTOU CORTAR SALÁRIOS À TROIKA

Lancei um decreto ministerial em que reduzia em 40% os salários destes funcionários. Ainda assim, ficavam com um grande salário, um grande salário. Sabe o que aconteceu? Recebi uma carta da Troika a dizer que a minha decisão tinha sido anulada, já que estava insuficientemente justificada. isto é, num país onde a Troika insistiu que as pessoas com uma pensão de 300 euros por mês devem viver com 100 euros, recusaram o meu exercício de corte e costura, a minha capacidade como ministro para cortar os salários desta gente ”.

Ex-Diretor do FMI preso por lavagem de dinheiro

Rodrigo Rato, ex-presidente do Fundo Monetário Internacional e ex-ex-vice-presidente do Governo espanhol, foi preso quinta-feira após seu discurso foi registrado por ordem de um juiz, a pedido do Escritório de Madrid. O registro da casa Rato foi realizada por agentes da Agência Tributária para mais de três horas, após esse período, o real com, pelo menos, quatro caixas de documentos. O Tesouro espanhol abriu uma investigação contra o ex-ministro da Economia e do diretor-gerente do FMI, Rodrigo Rato, por suposta lavagem de dinheiro para se qualificar para uma amnistia fiscal destinadas à estabilização da equivalência patrimonial. lainfo.es/pt

ONG Tróika

O enviado da equipa de Barroso noticiou até em primeira mão que em Portugal a troika presta serviços sociais, incluindo a melhoria da prestação de cuidados de saúde . Na audiência ao comportamento das troikas feita esta semana no Parlamento Europeu ficou provado que o objectivo destas intervenções em países sob tutela “não é cumprir metas”, é “ transferir do sector público para o sector privado ”  A avaliação às  troikas  pelo Parlamento Europeu visa compreender quais os limites de "uma certa interrupção do processo europeu", diz a eurodeputada socialista Elisa Ferreira, que critica a inexistência de responsáveis pelas consequências dos programas de  ajustamento . (mas o Barroso, um típico tuga, completamente à margem da "grande cultura" europeia, basicamente um pró-americano, não foi escolhido para presidente da CE, pelos  Bilderbergs , exatamente para acabar com o que resta da "tradição europeia"?) O economista Paul de Grauwe entende que Portugal ...

Afinal

"novos estudos sugerem que grandes consolidações baseadas na despesa tendem a aumentar as desigualdades e que essa maior desigualdade pode ameaçar o crescimento ".

Maior regulação (e taxação)!

Num encontro de economistas em Aix-en-Provence, a directora-geral do FMI reconhece que o Fundo não previu uma grande crise de liquidez e que é necessária maior regulação do sector financeiro .

E em Portugal (onde os que trabalham sempre pagaram religiosamente os seus impostos*)?

FMI prepara-se para reconhecer que cometeu erros “grosseiros” na ajuda à Grécia * e os que não pagam são um caso para atuação internacional, forte, ao nível dos "paraísos fiscais" (e pela uniformização da fiscalidade no espaço da UE). ENTRETANTO Responsáveis alemães demarcam-se da austeridade imposta aos países periféricos. Críticas são particularmente duras contra a Comissão Europeia e o seu presidente,  Durão Barroso .

Retirar o FMI da tróika *

Comissão Europeia "tem de ser posta no centro" do processo. A afirmação equivale, implicitamente, a retirar o FMI do processo . * e meter a Alemanha na ordem? "a ponto de a Bélgica ter feito queixa junto da Comissão Europeia acusando Berlim de “dumping social”, numa alusão à venda de bens abaixo do custo de produção que é proibida na UE ."

Prioridades da sociedade e do Estado

Segundo Guilherme d'Oliveira Martins, a educação, a ciência e a cultura devem ser "assumidas, claramente, como prioridades da sociedade e do Estado . (antiga presidente do PSD diz que Executivo não vai cumprir as medidas e que o país está a ser destruído .) Europa precisa de austeridade mas não em níveis “ brutais  (precisa ainda mais que os biliões canalizados através dos "paraísos fiscais" paguem os devidos impostos). É preciso pôr um fim a isto  (já se percebeu que a preocupação das agências é a banca,  não de todo as pessoas que sofrem e pagam a salvação da banca), e pôr um fim ás PPP e ás rendas absurdas e criminosas. É preciso uma revolução a sério, ou um governo europeu eleito, que tenha legitimidade e ponha de facto um fim liminar e definitivo à austeridade (e miséria) para as pessoas e ás mãos largas para a banca.

O preço da electricidade e das telecomunicações não baixam porque este país é totalmente escravizado pelos lobbys habituais

FMI diz que evolução do desemprego em Portugal é “ infeliz ” * * "infeliz"?! O FMI quer impôr despedimentos mas é impotente para impôr a descida das tarifas eléctricas e das rendas escandalosas que o Estado paga anualmente à EDP, assim como obrigar à descida do preço das telecomunicações?! E as PPP? O FMI também é impotente para forçar à nulidade desses contratos criminosos? Ou o "projecto" do FMI é conduzir a mais despedimentos e cortes nos mais desprotegidos e criar um exército de novos pobres (maioritariamente constituído por professores desempregados), enquanto protege os grandes "tubarões" (embora os critique, para dar aspecto de ser uma instituição imparcial que se preocupa com todos)? Ou o FMI é mesmo impotente e idiota e só serve para branquear (criticamente...) as barbaridades que por cá se praticam?

Da patroa do governo

A residência em Paris de Christine Lagarde, a directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), foi alvo de buscas esta quarta-feira, no âmbito de investigações ao “caso Tapie”. Lagarde é suspeita de desvio de fundos públicos e abuso de autoridade no caso que envolve a venda da Adidas pelo Crédit Lyonnais .

Os efeitos desvastadores serão ainda piores

O presidente francês, François Hollande, defendeu esta quarta-feira que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deverá pensar o que fazer com os países da zona euro sob ajuda externa, como Portugal e Grécia, à luz da sua constatação de que os efeitos da austeridade são mais graves do que o previsto . Portugal com a segunda maior quebra nas vendas do comércio a retalho

“Que se Lixe a Troika – O povo é quem mais ordena”

No próximo dia 2 de Março tem lugar a manifestação “Que se Lixe a Troika – O povo é quem mais ordena”. Essa é a ocasião para que toda a comunidade educativa se manifeste em unidade com todos os sectores da sociedade atacados pela política do actual governo. Convocamos pais, alunos, pessoal não docente, professores e todos/as os que querem defender a escola pública para integrarem a Maré da Educação!  2 de Março, 14h - Ministério da Educação, na Av. 5 de Outubro. Juntamo-nos em seguida ao povo inteiro, para a manifestação Que se Lixe a Troika, do Marquês de Pombal ao Terreiro do Paço. Evento “Maré da Educação” no facebook Evento “Que se lixe a troika, o povo é quem mais ordena” no facebook Manifesto: Maré da Educação Sem Educação de qualidade não há país que sobreviva à crise. Mas o governo da troika insiste em penalizar o povo, encarando a escola pública como mais uma despesa a cortar. Não foram os alunos, nem as famílias, nem os professores, os responsáveis...

Seria de esperar diferente de um relatório encomendado?

O relatório do FMI “tem erros bastante graves ” Pela primeira vez concordo com ela " A descida dos salários pode ser controversa e dificultar a negociação, mas é exequível e tem impacto na despesa. A redução das pensões também. Já é diferente no caso de uma outra medida que é proposta, a do aumento da reforma para os 66 anos com aplicação imediata, sem período de transição das novas regras de cálculo das pensões. A proposta vai até mais longe porque o relatório chega a pôr o cenário de se aplicar a nova fórmula de cálculo a todas as pensões atribuídas desde o ano 2000. Isto é uma medida que tem um impacto enorme na redução da despesa. É uma medida que deve ser discutida, porque traz não só problemas de constitucionalidade como problemas de confiança no próprio sistema de pensões. Deve ser discutida. Não sei se é exequível em razão do enquadramento geral do nosso sistema, mas é exequível no sentido técnico, ou seja, produziria efeitos na despesa."

O bom do éfémi

O Fundo Monetário Internacional (FMI) cobra um juro 50% superior ao exigido pela Comissão Europeia e pede o reembolso em metade do tempo nos empréstimos concedidos a Portugal .