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Cientistas conseguem “entrar” em sonhos e obter respostas de quem dorme

Estabeleceu-se contacto em tempo real de dentro para fora do mundo dos sonhos lúcidos. As perguntas dos investigadores passavam a ser parte dos sonhos – houve quem as ouvisse a sair de um rádio ou numa sala de aula - e os “sonhadores” conseguiam responder no mundo real. A comunicação é difícil, mas não impossível. “É como tentar falar com um astronauta noutro mundo”, escrevem os cientistas .

Coronavírus invade as células cerebrais

Um  novo estudo  preliminar (ainda não revisto por pares), publicado online esta quarta-feira e citado pelo  The New York Times , oferece a primeira evidência clara de que, em algumas pessoas, o vírus invade as células cerebrais, sequestrando-as para fazer cópias de si mesmo. O vírus também parece sugar todo o oxigénio que tem próximo, matando as células vizinhas ' de fome '.

“Todos os cientistas que dizem não haver efeitos na saúde humana das radiofrequências têm um interesse comercial”

“Acho que hoje a ciência não é independente […] a partir do momento em que a ciência começou a assumir um papel preponderante na sociedade […] criou-se no fundo a profissão do cientista, as pessoas começaram a ser pagas para fazer investigação, isso por principio não é uma coisa má [mas] o financiamento tem de ir de acordo com duas coisas, o mérito da pessoa e a proposta, o que tem de prejudicial e me torna tão crítico da ciência actual é que quando se generaliza o financiamento da ciência em que se atribuí imensas bolsas a imensa gente, aumenta-se de tal forma a competitividade da área em que nós de repente temos imensas pessoas empregadas na área da ciência que leva necessariamente a uma competição que em alguns casos se torna muito agressiva. O que é que esta competição trás, a competição trás, por exemplo, falta de independência […] e desonestidade .”

Aluna da Universidade da Beira Interior estuda nanovacina

Segundo a informação, o  projeto  está a ser desenvolvido por Dalila Eusébio, aluna de doutoramento em  Biomedicina , e conta com orientação científica de  Ângela  Sousa e Diana Costa, ambas investigadoras na  UBI , e do Professor  Zhengrong   Cuim  da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos da América .

Anticorpos contra o coronavírus parecem não ser duradouros

Têm sido feitos estudos para se saber a duração dos anticorpos contra o SARS-CoV-2. Nalguns trabalhos, ainda preliminares, já se pressupõe que é improvável que sejam duradouros. Noutros refere-se que os assintomáticos podem perder de forma mais rápida anticorpos .