Um novo estudo preliminar (ainda não revisto por pares), publicado online esta quarta-feira e citado pelo The New York Times, oferece a primeira evidência clara de que, em algumas pessoas, o vírus invade as células cerebrais, sequestrando-as para fazer cópias de si mesmo. O vírus também parece sugar todo o oxigénio que tem próximo, matando as células vizinhas 'de fome'.