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A mostrar mensagens de maio, 2004
EL AUTISMO INFANTIL: “BLOCKING” AFECTIVO O ENFERMEDAD MENTAL Por Guillermo Belaga (Psicanalista, Conferencista e membro da EOL) El encuentro con un artículo de Eric Laurent1- publicado recientemente-, ha colaborado en la organización del presente trabajo. En sus reflexiones sobre el autismo señala de entrada algo fundamental, que en la prudencia de J. Lacan sobre el tema aparecería una tesis constante: aquella que indicaría que el niño autista presenta alucinaciones. Entonces si se toma seriamente esta afirmación, el síntoma descripto permanentemente en estos cuadros de la “falta de atención” hacia quien lo llama, ya no debería leerse como una “pérdida de contacto afectivo con la realidad exterior” sino como una consecuencia de la inmersión en lo real. Dicho de otro modo, para el niño la voz alucinada es ya una respuesta. Por lo tanto, darle este sentido a los fenómenos “del autismo” implica pensar el tratamiento a partir de una clínica de la alucinación, y reiteramos, ésta define la ...
LEVI-STRAUSS Foi para muitos "O Antropólogo". Creio que nunca se intitulou etnólogo pois o seu "trabalho de etnologia" resumiu-se a umas incursöes na selva brasileira com as missöes francesas. Aí pöde constatar que näo podia comunicar com os Indos porque näo falava o seu idioma... Tirando a aspecto anedótico e abstraindo-os do vulto de culto em que se transformou, temos dois elementos: a inexistëncia de "trabalho de terreno" e o processamento de mitologias que lhe chegaram através de relatos de terceiros. É sabido que Strauss fez adptacöes da mesmas para conseguir a consistencia estrutural que lhe permitiu a "prova" das suas teorias sobre mito e mitemas, que fazem parte do "núcleo duro" das teorias estruturalistas. Em Estruturas Elementares do Parentesco Strauss afirma, entre outras, duas coisas absolutamentes determinantes para a sua concepcäo estruturalista: que o casamento entre primos cruzados é o preferido para o sistema de trocas...
Da Repeticäo Freud falou no automatismo da repeticäo. Michel Serres disse que a repeticäo gera a diferenca por um processo que näo explicou. A repeticäo patológica aparece - impöe-se - como uma trágica e inexplicavel necessidade que raramente produz significantes. Há uma intensiva e exaustiva repeticäo de um só significante ao qual o sujeito ficou ancorado, verificando-se uma trágica sucessäo do mesmo que poderá ser definida por: S1,S1,S1...Sn. A partir do memento que o sujeito faz uma demanda de análise pode comecar, dependendo do sujeito e do analista, a produzir-se uma repeticäo que já näo é escrava da repeticäo do mesmo que seguindo uma via paralela e que sendo ainda determinante tanto para a realidade que o sujeito constroi como para a construcáo do seu insconsciente no processo de análise, está já sujeita a uma "des-realizacäo", uma perca sucessiva de "realidade", dada a repeticäo produtiva que corre paralelamente na análise. Há que explicitar que a clínica l...
DURERO Y LA MELANCOLIA Algunas reflexiones sobre la creación Por SILVIA ELENA TENDLARZ (Psicanalista, Doutora em psicanálise pela Universidade de ParisVIII onde ensinou ao longo de vários anos. Na actualidade é conferëncista da EOL-Escola da Orientacäo Lacaniana em Buenos Aires) "Ne suis-je pas un faux accord Dans la divine symphonie, Grâce à la vorace Ironie Qui me secoue et qui me mord ?" Baudelaire La tradición filosófica siempre se interesó por los llamados "melancólicos". Desde la Antigüedad hasta el siglo XIX fueron considerados como los individuos capaces de elevarse a las altas esferas del pensamiento. Bajo el signo de Saturno, tanto los artistas como los creadores formaban parte del temperamento melancólico: ensimismados en su mundo interior y predispuestos, por ello mismo, a recibir inspiraciones y desembocar en la producción de obras de arte. Su caracterización era doble: exaltación y abatimiento. Junto al impulso creador que sigue la estela de la intuic...

O BRASIL TEM ALGO DO INFERNO!

Slavoj Szizek é considerado um "post-lacaniano" dos mais importantes e interessantes na actualidade. Há cerca de um ano fez várias confërencias em Buenos Aires, onde foi tratado como "uma vedeta rock"; tal como ele interpretou as multidöes que o esperavam em todos os locais; conferências essas agora publicadas na seu mais recente livro. Editado e publicado na Argentina. Entre muitas obras (Zizek, escreve e publica muito) quero destacar "Las Metastasis del Goce". Álvaro Teixeira - Que te parece a Argentina? S.Szizek- Tudo é ridiculamente barato na Argentina. Um peso por uma hora de internet! AT- Se assim näo fosse as pessoas näo poderiam viver com os salários que ganham. SZ- Sei que um professor universitário, em fim de carreira, ganha o equivalente a 500 euros. Muito pouco... AT- Apesar de tudo há inter-solidariedade na Argentina. Se um homem tenta bater numa mulher na rua, todos pararäo e näo permitiräo tal coisa que aliás é uma hipótese virtua...