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A mostrar mensagens com a etiqueta ensaio

Desconforto e disfunção

 

"O perverso"

"É justamente por conhecer a lei que perverso recusa, o que vale não é a lei do pai ou acordo social, é a própria lei do perverso. Por isso, é muito comum que perverso tratar o outro como objeto à sua disposição.  O  grande desafio da clinica lacaniana é desestruturar o sintoma para que o sujeito perverso perca essa sensação de trinfo, de prepotência, de gozo ." Nota: como o texto afirma, não há "cura" para a perversão. Na medida em que o perverso é o manipulador, o que procura por todos os meios transformar @s outr@s em objetos manuseáveis, pois essa é a "essência" do sujeito perverso, não cremos na hipótese das psicoterapias "estabilizarem" o que quer que seja, pois o perverso está "de pedra e cal" na sua perversão. A falta de limites no periodo de desenvolvimento em que os limites deveriam ser impostos condicionou uma "estrutura psíquica" que não é alterável. Há que sublinhar que "o perverso" são sobretudo homens,...

o mantra de que todas as vidas têm o mesmo peso *

Sabe-se que os abusos contra crianças - em Portugal - são cometidos mais de 98% por homens, e destes, uma enorme faixa são cometidos por maiores de 55 anos, frequentemente avôs ou próximos (os casos recentes de abusos cometidos por sujeitos mais jovens deveriam ser cuidadosamente estudados, para se perceber se não estamos face a uma cadeia de transmissão de monstruosidades e a designada "nova genética" deveria fazer as investigações necessárias para se extraírem conclusões mais amplas e geneticamente suportadas, mesmo que isso vá frontalmente contra a rançosa ladainha culturalmente correta). Estes monstros, normalmente pensionistas ou sujeitos que vivem de subsídios da Segurança Social, para além de viverem dos impostos dos contribuintes, estão a infligir traumas inultrapassáveis (que originam frequentemente outros monstros) e estão a corroer o designado "tecido social", comprometendo a própria existência do país. O novo coronovírus, que parecia ir impôr alguma just...

Da democracia I

A "democracia" da Grécia antiga fundava-se no esclavagismo e na misogenia. Não era uma democracia. Uma democracia implica um povo culto e com cognição desenvolvida, mas sobretudo respeitador, por cultura e genética, do livre arbítrio das e dos outr@s. Sendo esta a condição "sine qua non" sem a qual o sistema democrático é liminarmente inviável. A violência doméstica, a corrupção sistémica e o abuso de crianças, nomeadamente, são sintomas de povos não adptáveis ao sistema democrático. É simplesmente insultuoso que criminosos e corruptos possam decidir, pelo voto, o futuro de uma nação. Logo existirão povos que por cultura e genética nunca funcionarão em democracia, principalmente porque não sabem compreender - ou compreendendo nem os aceitam nem os respeitam - os limites onde a sua liberdade restringe ou bloqueia a d@s outr@s. [uma democracia patusca é sempre simpática mas quando ganha por larga maioria uma "irmandade mulçumana" - foi um exemplo - eviden...