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Equador versus Assange versus "suecas" (*)

O Presidente do Equador é um dos novos líderes populistas de esquerda da América Latina, um economista com formação nos EUA e na Bélgica que pôs em prática uma "Revolução Cidadã", imbuída de princípios tradicionais das populações indígenas, como o "viver bem". Dos princípios à prática, no entanto, há sempre toda a distância de que se faz a realidade.Correa tem feito uma campanha contra os seus críticos nos  media , obrigando rádios a fechar e perseguindo jornais e jornalistas. O caso de quatro editores do jornal  El Universal , processados em 40 milhões de dólares e condenados a três anos de prisão, por difamação do Presidente - até serem finalmente perdoados por Correa - é o mais conhecido. Mas a nova lei dos media, em antecipação das eleições presidenciais do ano que vem, proíbe os media de "promover directa ou indirectamente qualquer candidato, proposta, opções, preferências eleitorais ou "teses" políticas, através de artigos, dossiers especiais ...

Proteger, proteger, só mesmo se fosse o Pinochet *

Londres ameaça invadir embaixada do Equador para prender Assange * a Inglaterra, que impediu um criminoso como o Pinochet de ser julgado em Espanha pelo assassinato de cidadãos espanhóis, deveria ser expulsa da UE agora que se mostra tão ciosa de cumprir os seus supostos "deveres internacionais", passando por cima de um Estado soberano e respeitado como o Equador.  O Equador tem todo o direito de dar asilo político a Assange e  o Reino Unido não o pode impedir . Ou será que o Reino Unido quer ser o principal instigador de uma nova "guerra fria"? Nesse caso será melhor abandonar a UE porque muitos países da UE estarão seguramente no lado oposto (ao do Reino Unido). O Equador não é o Afeganistão ...  Quanto à Argentina deveria pensar em recuperar o seu território, as Ilhas Malvinas, pois contará com o apoio da maioria dos cidadãos da UE. Algures por aí: '“A Argentina Re-conquistar as Malvinas? Havia Argentina quando os ingleses chegaram ás Malvinas? Qu...
Reactores com cem anos A China está a "aumentar consideravelmente" o risco de um acidente nuclear por investir em tecnologia barata e antiquada, alertou a embaixada norte-americana em Pequim, de acordo com telegramas revelados pela WikiLeaks. O aviso surge semanas depois de Pequim ter lançado o seu programa de expansão nuclear, que foi temporariamente interrompido para inspecções de segurança depois da crise nuclear de Fukushima, no Japão, em Março deste ano. De acordo com o jornal britânico 'The Guardian', os telegramas revelados esta semana pela organização de Julian Assange, de nacionalidade australiana, indicam que a tecnologia usada no programa nuclear chinês terá cem anos quando dezenas de reactores chegarem ao fim da sua vida útil. Os documentos diplomáticos destacam também o secretismo do processo de adjudicação das fábricas nucleares, a influência do Governo chinês e as dificuldades de gestão e de supervisão regulatória do sector nuclear da China, e...
Violência e condições degradantes Um relatório do Departamento de Estado norte-americano, sexta-feira, divulgado denuncia em Portugal agressões da polícia e guardas prisionais sobre detidos e reclusos, violência contra crianças e mulheres e tráfico humano para exploração sexual e trabalho escravo. O relatório de 2010, sobre as práticas de direitos humanos e que abrange 194 países, excluindo os Estados Unidos, aponta ainda, relativamente a Portugal, discriminação contra as mulheres e falta de condições das prisões, onde suspeitos de crimes ficam lado a lado com condenados e menores junto com adultos. ... Outras falhas apontadas a Portugal, no campo prisional, são a sobrelotação e a falta de condições higiénicas das cadeias, bem como a violência e as altas taxas de infecção com o VIH/Sida e hepatite C entre reclusos. ... O relatório do Departamento de Estado norte-americano assinala também que, em 2009, foram denunciados à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima 15.904 crimes de violênci...
Cables sobre Portugal Leia os cinco telegramas que estiveram na base da primeira investigação WikiLeaks Portugal que o Expresso publicou sábado. (Uma parceria com os diários "Politiken", dinamarquês, e "Aftenposten", norueguês .)
WikiLeaks Portugal Expresso revela negócios ruinosos na Defesa . * * "Ministério da Defesa condena a divulgação de documentos oficiais". Claro... Nota: esses "negócios ruinosos" deveriam ser intensa e adequadamente investigados.
Brinquedos caros O Expresso publica hoje excertos de telegramas enviadas em 2009 pelo então embaixador norte-americano em Lisboa, Thomas Stephenson, nos quais este diz que a política de compras de armamento do Governo português "é guiada pelo desejo de ter brinquedos caros". "No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e ações do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O Ministério compra armamento por questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos (atualmente atrasados) e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)", pode ler-se no telegrama/relatório citado pelo jornal. Além do negócio dos submarinos, que o embaixador diz não serem "o investimento mais sensato", Stephenson comunica ainda a Washington as suas críticas quanto à compra de fragatas holandesas (em detrimento das norte-americanas), dos helicó...
Manning apresenta queixa contra condições da sua detenção Bradley Manning, o soldado norte-americano que é apontado como principal informador do WikiLeaks, apresentou uma queixa contra as condições da sua detenção, isolamento e vigilância constante dos guardas, anunciou o seu advogado. David Coombs, advogado do antigo analista de informações do exército norte-americano que está detido há meses numa prisão militar de alta segurança no estado da Virginia, Estados Unidos, apresentou a queixa ao comandante da base militar em questão. O advogado de Manning pede que o seu cliente seja colocado em condições de encarceramento menos drásticas e retirado da cela de isolamento. De acordo com Coombs, o soldado norte-americano, que é apontado como o principal informador do portal WikiLeaks, permanece 23 horas por dia fechado na sua cela, não tem direito a lençóis e é constantemente interpelado pelos guardas. jn.pt
Wikileaks vai acelerar novas revelações "O nosso trabalho no WikiLeaks continua sem descanso", afirmou Julian Assange à porta do tribunal de magistrados de Belmarsh, no sudeste da capital britânica. O australiano disse estar a "acelerar a publicação de questões relacionadas com o 'Cablegate' e outros materiais". Os novos documentos "vão aparecer em breve através dos nossos jornais parceiros por todo o mundo, grandes e pequenos, e através de organizações de direitos humanos", revelou. O portal publicou até agora 2017 de um total de 251.287 correios diplomáticos escritos por diplomatas norte americanos. Os telegramas, escritos a partir de 274 embaixadas, consulados ou missões diplomáticas en todo o mundo, datam de 28 de Dezembro de 1966 a 28 de Fevereiro de 2010. jn.pt Governo dos EUA obriga Twitter a dar dados O serviço de microblogging Twitter foi intimado pelo Departamento de Justiça dos EUA para entregar informação sobre o Wikileaks. De acordo c...
Bradley Manning "Durante o tempo em que estive preso naquela prisão vitoriana, pude reflectir nas condições em que estão a viver muitas pessoas noutros locais do mundo, muito pior do que eu, em solitária, que merecem a nossa atenção e apoio", disse Julian Assange, ao sair até à porta do tribunal. Estas palavras correspondem à situação em que está a viver o soldado Bradley Manning, um analista de informação detido há sete meses, no Iraque, descrita pelo jornalista Glenn Greenwald na revista online "Salon" ontem. Manning está preso em isolamento durante 23 horas por dia, em Quantico, na Virginia, e foi acusado de ser a origem da fuga de informação - mas ainda não foi a julgamento. E, segundo Greenwald, além do isolamento - que pode ser considerado uma forma de tortura -, são-lhe negadas algumas condições básicas, como o mero uso de uma almofada. publico.pt, 16 dez
Perseguição dos suecos O juiz do Supremo Tribunal britânico confirmou a possibilidade de o fundador do WikiLeaks sair em liberdade provisória até ao julgamento do processo de extradição, que está agendado para 11 de Janeiro, mesmo sob medidas de coação. Mark Stephens disse que o recurso, interposto pelo Ministério Público britânico a pedido das autoridades suecas, foi a "continuação da perseguição dos suecos". O advogado adiantou que hoje foi também decidido que, além da caução em dinheiro, os custos judiciais terão de ser pagos pela acusação. O valor da caução é de 200 mil libras [cerca de 236 mil euros] e várias pessoas terão de assinar garantias financeiras adicionais], montante que ascende aos 280 mil euros. dn.pt, 16 dez Nota: 'o advogado Mark Stephens declarara estar "profundamente encantado e entusiasmado" com a decisão tomada hoje pelo juiz Duncan Ouseley' (libertação de Julian Assange). Corrida contra o tempo Houve uma verdadeira corrida contra o te...
Fechado, provinciano e antiquado Telegramas de diplomatas norte-americanos publicados pelo WikiLeaks revelam que os EUA consideram o Vaticano um Estado fechado, provinciano e antiquado. Santa Sé pede o fim do embargo a Cuba. Australianos pedem a libertação de Julian Assange. Os diplomatas norte-americanos vêem na Santa Sé um aliado, mas criticam o secretário de Estado do Vaticano , cardeal Tarcisio Bertone , e todo o sistema de comunicação que cerca o Papa, considerado repleto de "fracassos e lentidão" em especial nos casos relacionados a abusos sexuais. expresso.pt, 11 nov
O caso Pfizer Em 1996, enquanto os Médicos sem Fronteiras combatiam o pior surto de menigite no norte da Nigéria, a Pfizer levou a cabo uma experiência com um novo antibiótico, o Trovan, cuja comercialização foi proibida em alguns países europeus, por se revelar tóxico. Os médicos da Pfizer experimentaram o antobiótico em crianças africanas, apesar da sua comercialização jamais ter estado prevista no continente africano, revela-nos o site Wikileaks. Posteriormente a Pfizer contratou detectives para descobrirem os "podres" do procurador-geral nigeriano, conseguindo que ele retirasse o caso Pfizer dos tribunais. CABLEGATE
Como no filme Tal como no filme O Fiel Jardineiro , de Fernando Meireles, no nosso "mundo real", a Pfizer fez experimentações de novas drogas em crianças africanas, das quais resultaram eventualmente mortes, e chantageou com um elevado responsável nigeriano para ser retirado o processo que corria nos tribunais nigerianos contra a multinacional em que era pedida uma indemnização de seis biliões de dólares. Basicamente a Pfizer contratou detectives para descobrirem os "podres" do alto responsável, entregando-os posteriormente a conta-gotas nos jornais, até que o responsável retirou o processo contra a multinacional, em troca de uma indemnização de 75 milhões de dólares. Fonte: Guardian
Depois da Guiné-Bissau Moçambique tornou-se o segundo lugar de África “mais activo para o trânsito de narcóticos”, depois da Guiné-Bissau, graças à cumplicidade entre traficantes e figuras ao mais alto nível em Maputo, diz um telegrama da Embaixada norte-americana em Moçambique revelado pela WikiLeaks. publico.pt, 9 dez Nota: coitados... sem ouro nem diamantes...
Insurance.aes256 Washington, 1 dic (EFE).- El fundador de Wikileaks, Julian Assange, ha colocado en internet desde hace semanas un misterioso archivo llamado "insurance.aes256" que puede contener todos sus secretos en caso de que le ocurra algo, según afirman varias páginas especializadas de internet. El motivo de la existencia de "insurance.aes256" ("seguro.aes256") y su contenido se ha convertido en un apasionante debate en muchas páginas de internet, especialmente después de que Wikileaks empezó a revelar esta semana más de 251.000 documentos confidenciales y secretos de Estados Unidos. El archivo, que fue inicialmente colocado en la página de Wikileaks sobre los documentos de la guerra de Afganistán y que se puede bajar como archivo "torrent", pesa 1,4 Gigabytes y está codificado con AES256, el sistema de encriptación más avanzado y adoptado por el Gobierno de Estados Unidos. Ni Wikileaks ni Assange han dado prácticamente ninguna explicación...