Aprender um pouco disto e outro daquilo, faz-se em cursos livres, não em estudos superiores universitários. Mas, quando ao aprender superficial se junta o liminar desinteresse pelas atividades em que @s estudantes dos "cursos artísticos" serão alegadamente "especialistas", só se pode falar em charlatanice por conta do erário público, que é quem paga tudo isto. Quando é apresentada uma versão, para percussões, da Sagração da Primavera, de Stravinsky, no Teatro Académico Gil Vivente, em Coimbra, versão interpretada pelos professores e alun@s (deveriam haver mais mulheres entre os intérpretes, mulheres que internacionalmente estão a dar cartas também nas percussões) da Academia Metropolitana de Lisboa, com entradas gratuitas, e temos a casa quase vazia, numa cidade universitária, em que existe o tal curso de "estudos artísticos", oportunidade que @s alun@s desse curso perderam para ouvirem, ao vivo, sem gastarem um cêntimo, "a Sagração" numa curio...