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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta a república dos imbecis

Da praxe tugolesa, para a barbárie, a aberração e a atrasadice mental

 

Atos de má fé

 

"Kadafi dos pneus": gozo de Uma boa reforma, recebi dois milhões de reembolso de irs, tenho património e outros negócios; isto é tudo Uma Ganda confusão e a culpa é do Covid

 

Política indecorosa do Costa João

 

Somos ignorantes de nós mesmos e não o sabemos

Portugal não tem sequer cultura erudita nacional que não seja regional no sentido de popular. Temos por isso dificuldade em pensar, em elaborar intelectualmente. Como escrevia António José Saraiva, a tradição nacional é que a cultura da Corte é a cultura popular. A outra é importada, da França e hoje sobretudo de Inglaterra ou América .  Nota: em relação ao "poder local", a Maria Belo, que viveu fora e em Portugal viveu e vive em Lisboa, e depois foi eurodeputada, voltando para continuar entre as élites mais ou menos, em Lisboa, porque as élites portuguesas são mais ou menos élites, deveria ter alguma precaução, porque, tirando os bancos e as grandes empresas, a grande corrupção assenta exatamente no tal "poder local", que depois transita para nacional. Eu, porque conheço bem o país e os portugueses, sou liminarmente contra a regionalização.

Particularmente impressionado com o facto de Gouveia, seus parentes e outras pessoas, terem tido acesso irrestrito à casa

Da imbecilidade do auto-proclamado "sistema democrático"

O país da imbecilidade sonora (onde os hábitos labregos e perversos não mudam pois o lugar está em regressão civilizacional) e dos gps's (a educação é mero pretexto para sacar dinheiro ao Estado, porque o que acontece é uma deseducação)

Império da labregagem

Da radical inutilidade dos cursos de "estudos artísticos". Nomeadamente.

Aprender um pouco disto e outro daquilo, faz-se em cursos livres, não em estudos superiores universitários. Mas, quando ao aprender superficial se junta o liminar desinteresse pelas atividades em que @s estudantes dos "cursos artísticos" serão alegadamente "especialistas", só se pode falar em charlatanice por conta do erário público, que é quem paga tudo isto. Quando é apresentada uma versão, para percussões, da Sagração da Primavera, de Stravinsky, no Teatro Académico Gil Vivente, em Coimbra, versão interpretada pelos professores e alun@s (deveriam haver mais mulheres entre os intérpretes, mulheres que internacionalmente estão a dar cartas também nas percussões) da Academia Metropolitana de Lisboa, com entradas gratuitas, e temos a casa quase vazia, numa cidade universitária, em que existe o tal curso de "estudos artísticos", oportunidade que @s alun@s desse curso perderam para ouvirem, ao vivo, sem gastarem um cêntimo, "a Sagração" numa curio...

Pena é que os cartazes sejam levados pelo vento mas a imbecilidade perdure

?!

Nem os titulares da Cultura nos anos da troika terão gerado uma tão unânime contestação

um modelo em que ninguém parece rever-se e que resultou na exclusão de companhias de referência como a Casa Conveniente de Mónica Calle ou a Circolando, dispensou dois dos principais festivais do Porto – o Festival de Teatro de Expressão Ibérica e o Festival Internacional de Marionetas – e praticamente apagou do mapa uma cidade como Coimbra, deixando sem quaisquer apoios não apenas as duas companhias de teatro profissionais, A Escola da Noite e O Teatrão, mas também a Orquestra Clássica do Centro ou a associação Encontros de Fotografia, que gere o Centro de Artes Visuais .

Com "filantropos" destes, mais idiotas, cartomantes, tarólog@s, massagistas e psicólog@s da treta nas televisões, o lugar só poderia estar podre

António Mexia é um filantropo. O presidente do Conselho de Administração da EDP (aquela empresa que o Estado português vendeu ao Estado chinês) ofereceu a Lisboa (e portanto ao país, que o resto é paisagem) o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. Segundo as informações que foram divulgadas, este exercício de filantropia representou um investimento de 19 milhões de euros. A que se somam dois milhões de euros por ano para financiar a programação do MAAT e as suas prometidas 20 exposições por ano. Perante oferta tão desinteressada, o país político não podia faltar à inauguração. E não faltou. Tudo gente que não se impressiona com outro tipo de detalhes. Detalhes como o facto de a EDP se preparar para amealhar quase mil milhões de euros de lucros este ano. Detalhes como o facto de boa parte desse lucro ser suportado pelos Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (palavrões que representam uma renda garantida para a EDP, na ordem das centenas de milhões de euros anuai...

As aventuras de Sophia na pátria dos examinadores

Assim, onde no poema se lê “ser” os examinadores lêem imediatamente e sem hesitações “ser humano”. Para eles “ser”, substantivado, não pode ser senão isso. Que pensarão eles que é Ser e Tempo, a principal obra de Heidegger? Um tratado de antropologia ?

Por cá *

Albert Ebossé, jogador de futebol camaronês, 24 anos, morreu no domingo. Havia emigrado para jogar na 1ª divisão argelina, na idade de todos os sonhos. Marcara até o único golo da sua equipa ( JS  Kabilylie), o que não impediu a derrota por 1–2. Foi barbaramente atingido por uma pedrada na cabeça quando regressava aos balneários. Adeptos – inconformados com a derrota — atiraram pedras, como se do outro lado pedras estivessem. Eis dois exemplos dramáticos do lado mais perverso do desporto. Por um lado, o totalitarismo mais cruel e desumano a impor as regras e a esmagar a liberdade mais singela. Por outro lado, a fúria totalitária de quem vê um simples jogo de futebol como se de uma guerra se tratasse. Curioso é que por cá, a notícia da brutal morte do jovem africano surge no “rodapé” jornalístico. Mesmo no desportivo. Esta semana, o que vai alimentar a semana noticiosa é, bem mais prosaicamente, saber se um treinador expulso vai ou não estar no banco no próximo dérbi . * no ...

A Estória Tremenda da Onda Má

Uma minina d' encarnado encapada foi papada pelo lobo mau (ou não chegou a ser?). Uns/umas minin@s - encapad@s de negro - foram engulid@s por uma onda má (ou não foi bem assim?)