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A mostrar mensagens com a etiqueta silêncio criminoso

Um país estilhaçado (e as achas do papa)

pedisse perdão pelo apoio que a Igreja deu a Franco, durante e depois da guerra. Um perdão que, antes de mais, deveria ser pedido pelos bispos espanhóis, escreveu a plataforma Redes Cristianas, que agrupa movimentos católicos progressistas, num artigo de opinião no  El País . "Todos os grupos têm direito, provavelmente a obrigação, de honrar os seus mortos", mas, ao ignorar o sofrimento do outro lado, a Igreja "parece querer manter abertas as feridas" e demonstra "a sua incapacidade para superar as posições do passado", dizem os signatários. "Para que seja possível construir a reconciliação que o país necessita, é preciso ressarcir moralmente todas as vítimas, e isso ainda não foi feito com as do lado republicano." Denúncias que ganham força por surgirem dias depois de um grupo de trabalho das Nações Unidas sobre Desaparecimentos Forçados ter recomendado a Madrid que se empenhe em descobrir o que aconteceu aos mais de 143 mil espanhóis desa...

Jorge Mario Bergoglio - atual papa Francisco

O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio - atual papa Francisco - depôs, em 2010, diante do Tribunal Federal 5, sobre as suas ligações de amizade com o almirante Emilio Massera, um dos chefes do Processo, como era chamada, oficialmente, a ditadura militar argentina. Sua audiência, realizada pelos juízes federais na Catedral de Buenos Aires, teve, também, como tema, as informações de Bergoglio sobre a Esma, o principal centro de torturas e de assassinatos políticos por parte da repressão política. No mesmo dia do depoimento, que durou quatro horas, Massera morreu, no apartamento 602 do Hospital Naval, vitimado por um enfarte. Outra demonstração da amizade de Bergoglio para com Massera, segundo fontes argentinas, foi o seu empenho para que o almirante recebesse, em 25 de novembro de 1977, o título de doutor honoris causa da Universidade Católica do Salvador (Usal). Se o novo papa vai combater, decidida e efectivamente, a pedofilia, assim como a brutal corrupção de Estado que dest...

Novo papa acusado de cumplicidade com crimes da ditadura

De acordo com a Associação Mães da Praça de Maio, Bergoglio facilitou o sequestro dos sacerdotes jesuítas Francisco Jalics e Orlando Yorio. A versão da entidade é corroborada pelo jornalista Horacio Verbistky, autor de diversos livros sobre o assunto. “[Ele] era chefe da Companhia de Jesus, às quais eles pertenciam, mas em vez de protegê-los, lhes tirou a proteção eclesiástica e poucos dias depois foram sequestrados”. “Ele os denunciou por estarem vinculados com a subversão e de terem desobedecido seus superiores hierárquicos”, continuou o jornalista, afirmando que a informação estava documentada na chancelaria argentina. Em 2011, durante as audiências do processo sobre o plano sistemático de roubo de bebês - nascidos em prisões clandestinas, durante a ditadura, e adotados ilegalmente por outras famílias, em sua maioria próximas a autoridades militares –, Bergoglio chegou a ser citado para declarar, após testemunhas apontarem que ele estava ciente deste tipo de crime . " Qu...

Aqui temos uma exemplar televisão pública

Com dezenas de vítimas de um bandido pedófilo (muito famoso e "sir"), só desmascarado depois de morto . E todos sabiam das "preferências" do criminoso! Será que também era daqueles que de vez em quando vinha visitar os "miúdos" da Casa Pia? Nota-se que era um voluntarista que gostava de ajudar os desprotegidos ...

Escravizou a mulher durante 44 anos

Maria Eugénia viveu como prisioneira durante 44 anos, acorrentada, subnutrida e espancada pelo companheiro, Manuel Pereira,em Serém de Baixo, Águeda. Esta sexta-feira, após ter sido detido pela GNR, o juiz de instrução criminal proibiu-o de se aproximar dela. Não podia comer, falar com os vizinhos ou afastar-se de casa. Maria Eugénia Ferreira, de 66 anos, foi escravizada, humilhada e agredida pelo companheiro, Manuel "Choilo", de 80, durante as últimas quatro décadas. Em silêncio, segundo os vizinhos e familiares, chorava o terror em que vivia mas às autoridades sempre negou as agressões, após as denúncias feitas às autoridades. jn.pt Nota 1: e durante 44 anos, que sejam 40 (!!!), a "vizinhança" não notou nada de anormal? Ou tinham "mêdo" e não queriam "arranjar problemas"? (os portugueses têm muitos mêdos... só não têm mêdo de serem perversos e corruptos, ainda que este caso demonstre que as portuguesas vítimas protegem os seus portugueses a...