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Caso Maddie: PJ pede desculpa aos McCann

Judiciária foi a Londres e pediu desculpa ao casal McCann, pais de Madeleine. Mais de 16 anos depois do desaparecimento de Madeleine McCann do apartamento alugado pelos pais na praia da Luz, a intervenção das autoridades portuguesas está a chegar ao fim .

Polícia britânica identifica alemão como suspeito formal no caso Maddie McCann

As autoridades britânicas estão a investigar o desaparecimento numa investigação designada "Operação Grange" e identificaram uma carrinha caravana branca de marca Volkswagen que o suspeito usou para viver e também um automóvel Jaguar ao qual teria acesso. A polícia identificou também dois números de telemóvel, um usado pelo suspeito e que terá recebido uma chamada entre as 19:32 e 20:02 de 03 de maio na zona da Praia da Luz, e outro que iniciou o telefonema e que poderá ser uma "testemunha altamente significativa". A polícia Bundeskriminalamt (BKA) também vai emitir um apelo público na estação de televisão ZDF . Nota: e a investigação portuguesa foi uma vergonha. Uma porca vergonha que poderia, não fosse a investigação inglesa, deixar dúvidas a pairar sobre a eventual culpabilidade dos pais de Maddie. Shame on you!

Decididamente os tempos mudaram

De acordo com informações recolhidas pelo JN, nos últimos meses as autoridades inglesas já se deslocaram quatro vezes a Portugal. Recentemente, os investigadores do Porto também estiveram em Portimão. No âmbito das diligências em curso - sem que o processo tenha sido formalmente reaberto pelo Ministério Público - está em aberto a hipótese de reconstituição das circunstâncias anteriores ao desaparecimento de Maddie, a 3 de maio de 2007, no Ocean Club, na Praia da Luz, Lagos. Esta diligência não foi concretizada porque - recorde-se - o casal McCann e seis dos amigos recusaram participar. "O interesse das autoridades britânicas valoriza todo o trabalho desenvolvido pela Polícia portuguesa e questiona a razão de um arquivamento precipitado e abrupto. A verdade material ficou por apurar", afirma ao JN Gonçalo Amaral, o primeiro coordenador da investigação, entretanto reformado. jn.pt Nota: também haverá que esclarecer o hipotético "link" entre a destruição  d...
De novo os MacCann! Não sei se são assassinos ou inocentes, sei que sabem bem como usar os "media" em seu favor. Ontem estiveram em grande destaque no Sunday Times e hoje estão no Sun, ambos em primeira página, a promover o livro da Kate MacCann (sobre o desaparecimento de Madeleine). Devem ter grandes contactos... Ha! Entretanto outro jornal (inglês, claro) apresentou a "pista alemã" para se encontrar a Maddie... Nota: os MacCann impediram o livro do ex-inspector da PJ que afirma que eles mataram a filha, mas conseguem publicar o deles, com grande destaque e promoção nos "media". Recentemente, no referendo para a mudança do sistema eleitoral, os "media" ingleses determinaram (ganharam) o referendo, dando eco a afirmações erradas e apelando ao voto num dos lados, para que tudo ficasse igual no seu aberrante e pouco democrático sistema bi-partidário. Se isto é a democracia dos ingleses eu prefiro a ditadura dos chineses.
O amigo Payne Gonçalo Amaral, ex-investigador, acredita que polícia britânica não contou tudo à PJ sobre os McCann e as suspeitas de pedofilia quanto ao amigo Payne. correiodamanha.pt, 16 dez Nota: se soubermos que o amigo dos McCann foi denunciado por uma inglesa que o ouviu perguntar ao pai de Maddie se a filha "fazia", acompanhado de gestos que simbolizam o acto sexual, ficamos com uma ideia do tipo de gente que cercava as crianças McCann, com o total aval dos pais. Não nos devemos esquecer que os McCann eram amigos pessoais do Gordon Brown e que na Inglaterra existem departamentos de investigação, como o SFO (não foi obviamente o SFO que investigou os McCann), que respondem directamente perante o primeiro-ministro.
Polícia inglesa ajudou a encontrar provas A polícia britânica recusa comentar a referência ao desaparecimento de Madeleine McCann feita nos telegramas diplomáticos norte-americanos divulgados pela organização WikiLeaks, alegando que a investigação cabe às autoridades portuguesas. «A investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann é liderada pela [polícia] portuguesa», vincou uma porta-voz da polícia de Leicestershire à agência Lusa, que recusou comentar qual a contribuição feita pelos agentes britânicos neste caso. Segundo o embaixador inglês em Lisboa na altura do desaparecimento de Madeleine McCann (2007), Alexander Wykeham Ellis, a polícia inglesa ajudou a encontrar provas contra os pais da menina, que foram constituídos arguidos e mas finalmente ilibados. «Sem aprofundar nos detalhes do caso, Ellis admitiu que a polícia inglesa tinha desenvolvido as provas actuais contra os pais McCann, destacando que as autoridades dos dois países [Portugal e Reino Unido] estavam a cooperar», ...
Tal como no tempo da Inquisição O casal McCann pede à Justiça portuguesa para ordenar a destruição de todos os exemplares do livro e do filme nascidos da lavra de Gonçalo Amaral, o ex-coordenador da PJ que defende a tese da morte de Madeleine. Os pais regressam esta semana a Portugal. Kate e Gerry McCann estarão presentes depois de amanhã no início do julgamento da providência cautelar de proibição de venda de "Maddie - A Verdade da Mentira", nas Varas Cíveis de Lisboa. ... A par da proibição de divulgar a tese da morte da menina, o casal solicita que Gonçalo Amaral e os demais réus no processo sejam condenados a pagar 100 mil euros por cada eventual acto de não acatamento da decisão judicial. jn.pt, 10 Janeiro (aparentemente o que lhes interessa é calar a tese sub-entendida de que foram eles os assassinos e, claro, o $$$) Num outro processo à parte, a Gonçalo Amaral é exigida uma indemnização de 1,2 milhões de euros. Foi ao abrigo desta acção que foi ordenado o arresto de to...
Caso Maddie A agência de detectives espanhola Método 3, contratada pelo casal McCann para encontrarem a sua filha Madeleine, recrutou o advogado Marcos Aragão Correia – ligado aos casos do desaparecimento de Madeleine e, posteriormente, ao de Joana Cipriano – para que este conseguisse que Gonçalo Amaral, o ex-coordenador da PJ de Portimão, fosse o principal alvo do processo que o acusou de omissão de denúncia de actos de tortura durante o interrogatório a Leonor Cipriano . Nota: há quem acredite que este caso está relacionado com o caso Freeport, investigado em Inglaterra e "congelado" naquele país. Os pais de Maddie eram amigos de Gordon Brown, o primeiro-ministro inglês, que por sua vez é amigo e pertence ao mesmo grupo político de José Pinto de Sousa, o primeiro-ministro português, que numa gravação é acusado de corrupto por Charles Smith e acusado de ter (mais o seu staff ) recebido dinheiro para licenciar o empreendimento Freeport, quando era ministro do ambiente. Gordon...