A cumplicidade entre alguns seguranças da Mome e os fuzileiros Cláudio Coimbra, Vadym Hrynko e o civil Clóvis Abreu — o trio que na madrugada de 19 de março “feriu gravemente” quatro agentes à civil, levando à morte de Fábio Guerra na sequência das pancadas — não passou despercebida a quem assistiu à contenda, que durou apenas dois minutos. No fim, um desses seguranças, de “roupa escura, idêntica aos demais seguranças que estavam no local, de gabardina, dirigiu-se aos três, levantou as mãos no ar, em jeito de vitória, e deu um abraço aos agressores”, conta A., que estivera também na discoteca. A informação é corroborada por outra testemunha, que observou o mesmo segurança “a festejar a cena de pancadaria” com os suspeitos