Recurso da preventiva, decidido hoje por unanimidade pela Relação de Lisboa, concorda que há indícios fortes dos crimes imputados, há risco de perturbação do inquérito e da prova mas não há perigo de fuga. A decisão do recurso apresentado em dezembro pela defesa de José Sócrates teve como juiz relator Agostinho Torres, da 5ª secção criminal. "Consideramos o recurso improcedente", explicou o presidente do Tribunal da Relação de Lisboa, Vaz das Neves, confirmando assim que a prisão preventiva de José Sócrates é para manter. "Os magistrados consideraram haver fortes indícios dos crimes imputados, perigo de perturbação do inquérito e da prova mas não se verifica perigo de fuga", confirma o juiz desembargador .