"É justamente por conhecer a lei que perverso recusa, o que vale não é a lei do pai ou acordo social, é a própria lei do perverso. Por isso, é muito comum que perverso tratar o outro como objeto à sua disposição. O grande desafio da clinica lacaniana é desestruturar o sintoma para que o sujeito perverso perca essa sensação de trinfo, de prepotência, de gozo ." Nota: como o texto afirma, não há "cura" para a perversão. Na medida em que o perverso é o manipulador, o que procura por todos os meios transformar @s outr@s em objetos manuseáveis, pois essa é a "essência" do sujeito perverso, não cremos na hipótese das psicoterapias "estabilizarem" o que quer que seja, pois o perverso está "de pedra e cal" na sua perversão. A falta de limites no periodo de desenvolvimento em que os limites deveriam ser impostos condicionou uma "estrutura psíquica" que não é alterável. Há que sublinhar que "o perverso" são sobretudo homens,...