Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta eduquês

Obscenidades de parlapateiros

ou conrarias andaram lá por fora e não passaram por nada disto, o que ajuda a perceber a arrogância com que nos querem fazer acreditar que descobriram sózinhos o século XXI digital (e nem falo de outros plumitivos parlapateiros), já há quem tenha tido cargos de destaque neste período (em especial nos anos 90 do século XX) no próprio Ministério da Educação e não tenha desculpa para aparecer como se trouxesse consigo um Verbo Digital desconhecido dos comuns zecos. E há dos dois lados do Centrão quem tenha tido poder efectivo para não ter deixado cair o Minerva ou transformado o EDUTIC numa espécie de nado-morto. Que andem agora a vender projectos, consultorias ou formações sobre estas coisas, roça uma certa obscenidade

600 alunos! *

O docente, com 600 alunos, fala num "ensino tipo linha de montagem, despersonalizado e mesmo desumanizado". "Trabalho com inúmeras tabelas de Excel para recolher evidências para tentar ser o mais justo possível na avaliação de cada um dos meus alunos. A quantidade de horas que perco em casa, não dando atenção à minha própria família, para conseguir gerir tudo é enorme. O desgaste físico e psicológico é muito grande, em especial este último ", * e provavelmente mais uma desgastante e escravizante direção de turma, função que deveria ser assumida não pel@s professor@s mas por técnic@s designad@s para a função.

Serviço sujo em nome da pandemia

indisciplina, fenómeno que mais impede o trabalho em sala de aula. Nem um ténue reconhecimento sobre a falência de uma inclusão que excluiu ainda mais os que careciam de apoio específico e prejudicou enormemente o trabalho dos restantes e dos professores. Nenhuma alusão ao indispensável reforço das equipas de intervenção precoce, depois de termos tido cerca de 90 mil crianças com necessidades educativas especiais abandonadas durante os períodos de suspensão do ensino presencial

“Discordamos veemente, mas acabaremos por fazer…”

não é possível, nem aqui nem noutro qualquer lugar do mundo, assumir lutas, contestações ou protestos concretos e consequentes sem que existam “prejudicados” ou “lesados”… É assim em todas as lutas, independentemente da sua natureza, e existirão sempre alguns danos colaterais… Se os trabalhadores da saúde ou dos transportes fizerem greve, obviamente que existirão sempre alguns lesados e prejudicados …  

O politicamente correto vai acabar em tragédia

Três em cada quatro professores dizem que já foram vítimas de assédio moral

49% dos professores inquiridos que reportaram episódios de assédio moral identificaram a direcção do estabelecimento de ensino como a origem da agressão psicológica de que foram alvo.  Noutros casos o dedo é apontado a um colega em particular (34%) ou a vários colegas (28%). Alunos e encarregados de educação, mais os primeiros do que os segundos, são responsáveis por 37% das situações relatadas nos inquéritos. ... Heinz Leymann, pioneiro no estudo do  mobbing , para descrever aquele que será muitas vezes o objectivo do agressor: “Exerce violência psicológica extrema, sistemática e recorrente, durante um tempo prolongado, para destruir as redes de comunicação da vítima, a sua reputação e perturbar o seu trabalho.” ... Cerca de 47% dos professores assinalaram situações em que o assédio se traduziu em críticas o seu trabalho. E cerca de 40% identificaram interrupções constantes. Estes bloqueios de comunicação podem não ser evidentes. “A própria vítima chega a questionar-se se...

EB 2, 3 Professor Óscar Lopes - «Mataram o Sr. Correia»

Morreu um de nós: um daqueles que zelava pela segurança de todos (alunos, funcionários e professores); O nosso elo mais forte, em pleno exercício das suas funções.             Para evitar que um aluno maltratasse um colega fazendo perigar a sua vida, durante a aula, mesmo perante a pronta ação do professor e de um funcionário, foi pedida a intervenção dos vigilantes da escola, para que fosse conduzido à Direção Executiva para que esta acionasse os técnicos da Escola Segura.             Desde o início do comportamento, de extrema violência, materiais foram destruídos, funcionários e docentes ameaçados de morte verbalmente e agredidos fisicamente.             O esforço dos vigilantes em controlar tais atitudes foi imenso mas não conseguiram evitar a destruição descontrolada de mesas, quadros, armários, cadeiras e ...

Ao nível de 2006? *

Com exames mais difíceis há menos alunos a concluir o secundário. Número de candidaturas é o mais baixo desde 2006 . * nada mau porque com o reino hipócrita do "eduquês", que deu a ganhar milhares de milhões às empresas amigas dos governantes, seria de prever pior. Mas os próximos anos, se se fizerem exames nacionais que correspondam ao nível de exigência expectável para determinado nível de escolaridade, sem "truques", ainda nos vão revelar a verdadeira realidade, ou seja: há um pequeníssimo "núcleo" de alunos excelentes e a "massa" é simplesmente incapaz e mediocre. Graças ao "eduquês", que é por "essência" corrupto e perverso. Quando aquela ex-ministra horrorosa que agora é a presidente da FLAD abriu uma guerra com os professores que só poderia perder, lembro-me de num outro blogue alertar para o facto que em política não há guerras inúteis, sobretudo se essas podem ter consequências fatais para o poder (e teve: a derr...