O docente, com 600 alunos, fala num "ensino tipo linha de montagem, despersonalizado e mesmo desumanizado". "Trabalho com inúmeras tabelas de Excel para recolher evidências para tentar ser o mais justo possível na avaliação de cada um dos meus alunos. A quantidade de horas que perco em casa, não dando atenção à minha própria família, para conseguir gerir tudo é enorme. O desgaste físico e psicológico é muito grande, em especial este último",
* e provavelmente mais uma desgastante e escravizante direção de turma, função que deveria ser assumida não pel@s professor@s mas por técnic@s designad@s para a função.