Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta o reino apodrecido
Uma acumulação surreal de episódios caricatos Um colega viu o seu relatório recusado porque incluíra a obtenção do grau de mestre na dimensão de valorização profissional e a sua relatora achou que não. Recusou e nem sequer apresentou justificação. Há colegas obrigados a entregar planificações aula a aula, embora não concorram a classificações de mérito e tenham cumprido as planificações dos respectivos grupos disciplinares. Há relatores que não sabem, eles próprios, fazer um relatório em condições. Há directores que estão a ter êxtases sucessivos a mudar pequenas regras de mês em mês, quando não a cada semana . Nota: há que colocar um termo a isto agora.
Não me espanta Os portugueses foram os europeus que mais perderam a confiança nos órgãos governativos nos últimos dois anos, com uma queda de 84 por cento, revelou o inquérito ‘Trust & Purpose’ realizado pela Burson-Marsteller. Segundo o estudo da empresa especializada em relações públicas e comunicação, a seguir aos portugueses, os gregos e os espanhóis foram os que mais perderam a confiança nos governos nacionais, com quebras de 78 e de 77 por cento respectivamente. A pesquisa mostra que a perda de confiança em relação aos órgãos governativos nacionais afecta toda a Europa com uma queda média de 51 por cento, superior à perda de confiança face ao Parlamento Europeu e à Comissão Europeia, de 32 e 33 por cento respectivamente. De acordo com o inquérito ‘Trust & Purpose’, a crise económica e os excessos bancários também tiveram um impacto muito significativo nos índices de confiança dos negócios e dos CEO (presidentes executivos): “a confiança nas multinacionais diminuiu 36 por ...
Interesses particulares impediram aplicação O Observatório da Saúde atribui aos "interesses particulares, que se sobrepõem muito frequentemente ao interesse geral", a razão porque as medidas saídas do acordo entre o Governo e a troika não foram tomadas antes. No "Relatório da Primavera", que é hoje apresentado em Lisboa, o Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS) analisa o impacte das medidas de política na área da saúde, previstas no quadro do memorando de entendimento entre o Governo português e a Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional). Este memorando tem "fortes implicações para o sistema de saúde português e a sua implementação enfrentará, previsivelmente, inúmeras dificuldades", lê-se no documento. O relatório tenta responder a uma pergunta que "circulou insistentemente" nos dias seguintes à publicitação do memorando: "Porque é que [estas medidas] não foram tomadas antes?". Para...
Geração Sócrates Indícios de que 137 auditores que estão no Centro de Estudos Judiciários (CEJ) a formarem-se para serem magistrados copiaram num teste levou à anulação do exame. Face à impossibilidade de encontrar uma data para repetir o teste a direcção da instituição decidiu atribuir nota dez a todos os futuros magistrados. publico.pt
A farsa em todo o seu esplendor Confesso a minha relativa indiferença face ao dramatismo que comociona, por estes dias, alguma blogosfera docente, virginalmente escandalizada com manifestações públicas parasíticas de alguns professores que, movidos por um instinto de sobrevivência/desenrascanço (e em nenhum cenário da natureza este tipo de impulso é compatível com as boas maneiras), procuram aceder a relatórios de auto-avaliação já devidamente preenchidos .
Trabalham muito mais Os europeus do Sul trabalham muito mais e por vezes durante mais tempo que os alemães, refere um estudo que contraria as recentes declarações da chanceler alemã sobre um eventual laxismo social em Portugal, Espanha ou Grécia. "Os alemães trabalham muito menos [por ano e durante a vida ativa] que os europeus do Sul. E também não trabalham de forma tão intensiva", assegura Patrick Artus, chefe da secção de economia do banco francês Natixis e o redator deste estudo que se baseia designadamente nos números da ODCE e Eurostat. A duração anual média do trabalho de um alemão (1390 horas) é assim muito inferior à de um grego (2119 horas), de um italiano (1773 horas), de um português (1719 horas), de um espanhol (1654 horas) ou de um francês (1554 horas), referem as estatísticas publicadas em 2010 pela OCDE. "O resultado da produtividade individual da Alemanha está na média dos países do Sul, a da produtividade horária está acima da média mas não é melhor que...
Já só tem de explicar o que fez a 177 euros Prescreveram ilícitos de uso de carro da Câmara em reunião do PS e de abuso de poderes . Nota: e um dia destes nem isso...
Um Estado pervertido Governo prepara redução do IVA para o golfe. Sócrates foi sensível a argumentos do sector. Praticantes poderão pagar apenas 6% de imposto, em vez dos 23% actuais . Nota: o PR não opina sobre isto?
Para este peditório já deram? "Não há, na nossa perspectiva, alguma razão para que algum corte atinja de novo as autarquias. Nós, para esse peditório já demos", defendeu Fernando Ruas . Nota: e as empresas municipais que empregam familiares e amigos?
Portugal dos riquitos O DN teve acesso a um documento que está a causar polémica na PSP, assinado pelo superintendente-chefe Guedes da Silva, que prevê que vários oficiais sejam promovidos provisoriamente para ocuparem cargos definidos para postos acima dos seus. Em média, estas promoções prevêem aumentos salariais na ordem dos 300 euros, desafiando, assim, as ordens do Ministério das Finanças e do Ministério da Administração Interna para reduzir a despesa. dn.pt Nota: "aumentos salariais na ordem dos 300 euros"
Portugal dos riquinhos Grupo de trabalho custou 209 mil euros e reuniu-se uma vez em 14 meses .
Concentração do país em Lisboa O director do Fantasporto, Mário Dorminsky, criticou este sábado a concentração do país em Lisboa e o pouco reconhecimento ao festival que já leva 31 anos de existência, durante a conferência de imprensa de encerramento do evento. "Há um festival parecido com a nossa lógica, que é no Estoril, organizado pelo Paulo Branco. A assimetria fundamental é que o festival do Estoril recebe 700 mil euros do Turismo de Portugal para a vinda de convidados estrangeiros, enquanto nós recebemos 35 mil", disse Mário Dorminsky, que criticou a falta de apoio das autoridades ao evento e o pouco reconhecimento que lhe é prestado. ... Para o responsável, estas assimetrias são o reflexo do que se passa tanto com o poder político como económico: "Não há nenhum político do norte que tenha voz nacional. O Norte tinha as maiores empresas do país e neste momento há apenas uma e, por caso, a equipa dessa empresa trabalha a sul", disse . Nota: com a concentração a...
Justiça está pior do que na ditadura Rui Rio alertou, esta quinta-feira, que a situação que o país atravessa "é de tal maneira grave que uma simples troca de Governo não é suficiente", sendo necessário intervir ao nível do regime. Mas "a reforma mais urgente é a da Justiça" que, diz o presidente da Câmara do Porto, " está pior do que no tempo da ditadura ". Nota: a corrupção e a justiça - que permite que a primeira se desenvolva - são os dois cancros que podem levar Portugal ao fundo mais fundo...
Sampaio diz que o país está em apuros O ex-Presidente da República Jorge Sampaio considera que Portugal "está em apuros", apelando à "capacidade das principais forças partidárias para criarem uma plataforma de entendimento" mas rejeitando que a solução esteja "em actos eleitorais". O país necessita "de um plano para reduzir as desigualdades sociais e a pobreza", defende . Nota: pena que não se tivesse dado conta disto quando era presidente...
Acima dos 200 por cento das receitas correntes Até agora, Portugal tem sido capaz de obter fundos no mercado, com níveis de procura confortáveis. O que é que a leva a dizer que Portugal pode ver-se forçado a avançar para o fundo? Não é apenas o Estado que precisa de se financiar nos mercados internacionais. Também os bancos e as empresas portuguesas. As necessidades externas de financiamento de Portugal estão estimadas a um nível bem acima dos 200 por cento das receitas correntes para 2011, um dos níveis mais altos da zona euro. Os bancos continuam dependentes do financiamento de curto prazo do BCE e várias empresas públicas estão também sob forte pressão de liquidez. Se as restrições ao financiamento externo se mantiverem, o Governo terá de recorrer ao fundo de estabilidade financeira europeu para evitar uma ainda maior contracção económica.
Os riquitos Compare-se o valor destas casas (casas!) nos EUA com aquilo que os riquitos portugueses continuam a pedir por coisas (muito) piores .
Difícil De Entender… Só que me mete um bocado de impressão que alunos com telemóveis touchscreen não tenham 5-6 euros para um livro de leitura obrigatória na sala de aula e 20-30 cêntimos para uma esferográfica . "pedro Diz: Março 1, 2011 at 5:50 pm Também nunca percebi porque é que os nossos alunos podem perder dias em filas para «audições», castings e outras inanidades, mas lá perder 5 minutos para ir à secretaria da Escola anular uma matrícula ou falar com o director de turma para justificar uma falta, isso é que eles já não podem fazer… "
Reformas na Suíça com tecto máximo de 1700 euros Na Suíça, ao contrário de Portugal, não há reformas de luxo. Para evitar a ruína da Segurança Social, o governo helvético fixou que o máximo que um suíço pode receber de reforma são 1700 euros. E assim, sobra dinheiro para distribuir pelas pensões mais baixas . Nota: pois o muy riquito Portugal paga 4000, 5000, 6000 euros de reforma aos seus "holigarcas", aos seus académicos arrogantes e incompetentes, e a outras "sumidades" que o dominam da mesma maneira como os "holigarcas" e corruptos africanos dominam os seus Estados.
Não há mais espaço para medidas de contenção A deputada democrata-cristã falava a propósito das declarações do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, e do primeiro-ministro, José Sócrates, que admitiram hoje a aplicação de medidas adicionais para que seja alcançado o défice de 4,6 por cento. “Se é verdade que as medidas respeitantes aos cortes de salários e aumento de impostos estão a ser aplicadas, também é verdade que todas as medidas que digam respeito à contenção da despesa, ao emagrecimento do Estado, aos cortes nas fundações, não aconteceram, até aumentaram”, argumentou a deputada . Nota: fundações, muitos institutos, algumas EP's, cursos superiores que não servem para nada... assim como o facto de muitas PPP's que danam o Estado continuarem a manter-se, apesar das suspeitas graves que pairam sobre elas, e não serem extensivamente investigadas.
Em caso de necessidade?! Entre as falhas apontadas por Antero Luís estava a falta de uma "sala de situação", que reuna o comando das forças de segurança em caso de necessidade, e a urgência na criação de uma plataforma de interoperabilidade das forças de segurança . Nota: curioso, muito curioso...