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A mostrar mensagens com a etiqueta Sílvio Teixeira

Sílvio Teixeira (19/11/1928 - 26/7/2016) por KarlOwn

 

Medalha de homenagem ao artesanato em barro negro de bisalhães, concebida e produzida por Sílvio Teixeira

 

Páscoa por Sílvio Teixeira

SÍLVIO JOAQUIM FRANCISCO FERREIRA TEIXEIRA (19/11/1928 - 26/7/2016)

Silvio Teixeira - Homenagem À Estátua de Vila Real

Esta encontrava-se no antigo mercado, sito entre a Avenida Carvalho Araújo e os Quinchosos, onde hoje se encontram os Correios. Não era o mercado que foi varrido pelo ciclone de 1941, que causou enormes prejuizos a Vila Real. Era um outro que se situava no mesmo lugar e que foi posteriormente substituído pelo que já não existe. A estátua tem o nome Vila Real e constava na peanha os dizeres: "Meu nome real ao meus esforço o devo; tais nomes não usarás por maneira diferente alcançados". Tal peanha já não tem os ditos dizeres. Vila Real sempre soube receber os forasteiros que nos visitavam e quando eram abordados para saberem se gostaram da terra e o que viram, estes respondiam afirmativamente. Logo, os naturais levavam os ditos forasteiros (hoje turistas) a visitarem a estátua, para assim perceberem que a Vila Real estava prantada no lugar e para que os visitantes vissem que o símbolo da terra era a mulher guerreira que estava sempre presente para dar ânimo aos vila-realenses q...

Sílvio Teixeira - Estátua

   3 DE MAIO DE 2013 Silvio Teixeira - Vila Real - Estátua Silvio Teixeira VILA REAL - ESTÁTUA   Meu nome real ao meu esforço o devo, Meus vassalos bem alto o meu nome erguerão, Pois o seu bem-estar será o meu enlevo, Que em todos os lugares sempre lembrarão.   Vós lembrais sempre vossa Vila Real, Que o seu espadachim bem alto erguerá, Exigindo o vosso esforço bem leal, Nunca deixando que alguém a dominará.   Tais nomes não usarás diferentemente, Mas alcançados sempre com dignidade, E não hipócrita e aparentemente. Por isso eu serei sempre a Vila Real, Onde sobressai maior legitimidade, Exigindo de ti que sejas sempre leal.   Sílvio Teixeira LAR IMACULADA CONCEIÇÃO LORDELO VILA REAL - PORTUGAL

LOGOS E LÚCIFER - Sílvio Teixeira

A caminho de  LOGOS iremos, Fugindo às tantaa malquerenças. Com boas intenções estaremos, A LOGOS voltamos nossas crenças. Com elevada consciência, O nosso espírito, erguemos, Mostrando a benevolência, E ao Alto nós nos elevemos. De Lúcifer, nós nos afastemos, Pois, Lúcifer está nos mandantes, Ver bem em quem nós acreditemos, Fugindo de alguns bem-falantes! Jesus à morte foi condenado, Por Judas, judeu, denunciado, Por Herodes também apoiado, E por Pilatos, executado. Hipocrisia a dos mandantes, Que escondem bem suas araras, Mostram assim ser bons farsantes, Não mostrando tudo às claras !

29 de março 2006: Sílvio Teixeira agraciado com a medalha de mérito municipal

SÍLVIO TEIXEIRA (19/11/1928 - 26/7/2016)

Sílvio Teixeira, no joelho do pai, com a mãe e irmãos

Terceiro aniversário da morte de Sílvio Teixeira (19/11/1928 - 26/7/2016)

Homenagens a Sílvio Teixeira em Julho de 2006

PLANETA KANSKUTA (MUNDO UTÓPICO) - Sílvio Teixeira

Foi há muitos anos, não se sabe há quantos, um jovem passeava pelo areal numa praia do norte de Portugal. Meditava na vida parada no tempo, preocupado com um amanhã, que em cada dia que passava se tornava cada vez mais incerto. Deambulava o seu pensamento, cada vez mais sombrio, quando foi surpreendido por uma grande onda que o tragou. Sentiu-se a arrastar a grande velocidade, como se fosse levado por um foguetão, sendo pousado num imenso areal, ladeado por frondosas árvores. Tudo era quietude. Até a paisagem paradisíaca enlevava o forçado viajante. Nisto, surgiu umna jovem, aproximadamente e aparentemente da mesma idade. Aparentemente, sim, pois na realidade, essa jovem tinha o dobro da idade do moço, isto é, 42  anos. - Chamo-.me Maritel, qual é o teu nome? - O meu nome é Joaquim. Após as apresentaçõesa, Maritel encaminhou Joaquim para uma cidade denominada Katinfa, Maritel disse ao Joaquim; - Aqui nós somos autónomos, ao contrário da tua te...

Homenagem a um herói da luta contra o fascismo e todas as formas de totalitarismo

Homenagem a um herói da luta contra o totalitarismo e o despotismo

JOAQUIM DE SOUSA TEIXEIRA Ex-Preso Político do Tarrafal (Revolta da Marinha em 8 de Setembro de 1936) Nasceu em 1916 – Faleceu em 2 de Abril de 2009 HOMENAGEM PÓSTUMA DE TEU IRMÃO SÍLVIO JOAQUIM FRANCISCO FERREIRA TEIXEIRA Já muitos anos tu viveste, o viver de sacrificado, a juventude tu perdeste, quando idealizado: uma divisa mantiveste, irradiando tua crença, mas, saudade é presença, de, pelos outros sofreres, e a bandeira tu ergueres! Só na Liberdade tu pensaste, o pensamento bem liberto, um estigma tu deixaste, sobre um ideal bem certo, a viver a humanidade. Tua vida, foi esperança, e esta é também sentida, isto é, pela Liberdade, xaminada,mas conseguida, e, que as futuras gerações, imanizem a lealdade, reacendendo os corações, a viver em fraternidade. Sílvio Teixeira VILA REAL – PORTUGAL

Hipocrisia - Sílvio Teixeira

O poço Romão - Sílvio Teixeira

Há muitos e longos anos, aparecia junto a um poço bastante fundo, no Rio Corgo, na hoje denominada “Cidade de Vila Real”, uma ninfa, de uma beleza,  fora do vulgar. Havia perto um moinho, cujo dono se chamava Romão, que vendia a farinha a diversos padeiros, situados nas proximidades. Embora estranha a beleza ou a ninfa, como passou a ser conhecida, Romão, enamorou-se dela. Aparecia e desaparecia, flutuando nesse poço ou deslizava até ao fundo, onde diversos nadadores não se atreviam a fazê-lo, pois dizia-se ao tempo e ainda hoje, quem nadasse no local, ficaria lá para sempre, devido a ser já conhecido como “Poço da Morte”. Enamorado da ninfa, Romão, aventurou-se a fim de a atrair, fazer o que Alira, a tal beleza fazia, isto é, brincar dentro da água, cujo redemoinho era constante, atirando para o fundo o que aparecesse à superfície. Sucede, que Alira, simpatizou com Romão e habilitou-o a usar o seu corpo, como se fosse um peixe já habituado àquelas águas. Foi...

Sílvio Teixeira (foto provavelmente de 2005); em criança, sentado no joelho do pai; dois dos seus poemas, escritos provavelmente em 2014/15

"O Misantropo" - Sílvio Teixeira

Misantropo é aquele indivíduo que odeia a sociedade onde vive. Entrementes, o misantropo serve-se dessa mesma sociedade, para conseguir os melhores benefícios. Não trabalha, pois nunca teve intenções para tal.  Antes procura criar entre alguns da mesma espécie um certo domínio, originando desacatos, fazendo notar a responsabilidade desses que foram criados por os outros e não por eles. Fecha-se em compartimentos quando deles pode dispor, interditando  a entrada dos mesmos a terceiros. Todavia, cioso do que a outros pertence, pretende apoderar-se de tudo, embora o propósito seja as mais das vezes a distruição do que conseguem apanhar. O misantropo desenvolve capacidades, que na sua maioria são rejeitadas nos seres humanos, pretendendo impor-se a qualquer objeção surgida por outros. O misantrpo consegue muitas vezes evidenciar-se através de trabalhos por outros produzidos, chamando a si a sua autoria, dando inclusivamente entrevistas, exib...

Escritos de Sílvio Teixeira (19/11/1928 - 26/7/2016) [música de Padre Ângelo Minhava (15/1/1919 - 2/12/2016)]