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Violada, torturada e presa a uma parede

18 year-old Lal Bibi was kidnapped, raped, tortured and chained to a wall for five days by a gang of powerful Afghan police officers. But she stood up to do what women in Afghanistan are told not to  -- she is fighting back, and together we can help her and all Afghan women win justice. According to deep cultural mandates, as a raped woman, Lal Bibi has been "dishonoured" and will kill herself -- and she publicly says she must,  unless her rapists are brought to justice to restore her honour and dignity . Afghanistan's justice system routinely fails to pursue these cases and so far the chief suspects in Lal Bibi's case have not been prosecuted, likely in the hopes that international attention will die down. Every day that passes without the prosecutions pushes Lal Bibi closer to suicide -- but there is hope. This weekend, the US, UK, Japan and other major donors are expected to pledge 4 billion dollars to Afghanistan ...
Adolescente afegã torturada durante meses Sahar Gul casou quando tinha 14 anos, há cerca de sete meses, na província afegã de Badakhshan, e foi viver para Baghlan. Logo depois do casamento, o marido e o sogro quiseram obrigá-la a protituir-se. Sahar recusou e a tortura começou. O chefe da polícia local, Fazel Rahman, disse à agência France Presse que a jovem adolescente, agora com 15 anos, passou fome e foi espancada. "Arrancaram-lhe unhas, tiraram-lhe pedaços de carne e de cabelo com alicates e partiram-lhe um braço", precisou. Os pais de Sahar, que perderam o contacto com a filha logo após o casamento, denunciaram o seu desaparecimento às autoridades. A polícia acabou por descobrir a jovem esta semana, prisioneira na casa-de-banho da cave da casa do marido. Sahar foi internada em estado de choque. O marido conseguiu escapar, mas três mulheres da família, incluindo a sogra de Sahar, foram detidas. Sobre o sogro não há ainda qualquer informação oficial. Segundo a Comissão dos...
Isto é giro É mais um caso que se soma às dezenas, ou centenas, de pequenos casos de corrupção que os afegãos conhecem e que dizem ser uma das suas três principais preocupações. As verbas geradas pela corrupção serão na ordem dos 2,5 mil milhões de dólares por ano - a segunda actividade mais lucrativa a seguir ao comércio de ópio (2,8 mil milhões). O suborno médio anda pelos 160 dólares - um valor enorme para um país em que o rendimento per capita é de 425 dólares. As consequências da corrupção são profundas: os afegãos desconfiam mais dos poderes ocidentais que os deveriam ajudar, pensando que os estrangeiros apenas querem lucrar com o país, e serviços que deveriam estar disponíveis para toda a população são entregues a quem não tem competências para os fazer, mantendo assim grande parte da população privada de serviços básicos. publico.pt Tendo em conta isto Khalilullah Ferozi foi afastado da liderança do Kabul Bank quando o Banco Central do Afeganistão se apercebeu da extensão das i...