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Obama teme nova recessão «ou pior» O presidente norte-americano, Barack Obama, alertou esta quarta-feira para uma nova recessão económica «ou pior» se o Congresso não aumentar o limite da dívida dos Estados Unidos, cita a Lusa. Não aumentar o limite da dívida poderá «criar uma nova espiral» que levará a «uma segunda recessão, ou pior», afirmou Obama, numa sessão de perguntas e respostas, na Casa Branca, com utilizadores da plataforma de micro-blogues Twitter. «É algo com que não devemos brincar», acrescentou Obama, que recebe quinta-feira os chefes do Congresso dos dois partidos para tentar chegar a um acordo sobre esta matéria antes da data fixada pelo Tesouro, 02 de Agosto. «O Congresso tem a responsabilidade de assegurar que nós pagamos as nossas contas. Pagámo-las sempre no passado. A ideia de que os Estados Unidos entrarão em incumprimento de pagamento da sua dívida é simplesmente irresponsável», disse ainda Barack Obama. «Espero que na próxima semana ou nas duas próximas semanas,...
Análise do Credit Suisse Análise do Credit Suisse não é generosa com o país. Se rating país não tivesse ido parar ao «lixo», «teríamos ficado chocados». Portugal precisa de cortar salários entre 5% e 10%. É o que consta numa análise do Credit Suisse publicada no site do «Financial Times». «Os nossos cálculos sugerem que os salários (que correspondem a metade do Produto Interno Bruto) precisam de baixar mais 5% a 10% e isso é uma má notícia para o PIB». As previsões estão longe de ser animadoras: «Na verdade, acreditamos que a tendência de crescimento, excluindo o sector público, é negativa e isso, claro, faz com que a aritmética orçamental se torne muito mais difícil». Aliás, «teríamos ficado chocados se o rating de Portugal não descesse para o lixo e ainda mais se [o país] não chegar a um default [incumprimento] (embora, evidentemente, seja designado de outra forma)». O «espelho» grego «É apenas na face das coisas que a situação parece menos terrível do que na Grécia». O excesso de al...
O João Godes também queria um empréstimo Camaradas, vou continuar o meu comentário anterior. O João Godes também queria um empréstimo para comprar uma scooter. Até era uma pessoa com teres e haveres, o problema é que era pouco sério. Sendo casado andava com umas e com outras, de vez em quando fugia pela janela em cuecas quando o marido metia a chave na fechadura. O seu comportamento indiciava uma pessoa pouco séria na vida e o gerente Barata, devidamente informado pelo sacristão, foi peremptório: “só com fiador!”. Camaradas, gente da minha terra, malta do arado! Qual é o interesse em chamar nomes feios às agências de rating se os emprestadores se fiam nelas… Do que valeu ao João ameaçar ao sacristão que lhe “partia o focinho” se o Barata se fiava na informação do sacristão? Essa é que é essa! Do que vale o suspirante rejeitado dizer que “a gaja é uma ordinária” depois de levar com a tampa? Estas conversas de taberna não acrescentam nada, ou só servem para afagar o ego. Experimentem pag...