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O João Godes também queria um empréstimo

Camaradas, vou continuar o meu comentário anterior. O João Godes também queria um empréstimo para comprar uma scooter. Até era uma pessoa com teres e haveres, o problema é que era pouco sério. Sendo casado andava com umas e com outras, de vez em quando fugia pela janela em cuecas quando o marido metia a chave na fechadura. O seu comportamento indiciava uma pessoa pouco séria na vida e o gerente Barata, devidamente informado pelo sacristão, foi peremptório: “só com fiador!”.

Camaradas, gente da minha terra, malta do arado! Qual é o interesse em chamar nomes feios às agências de rating se os emprestadores se fiam nelas… Do que valeu ao João ameaçar ao sacristão que lhe “partia o focinho” se o Barata se fiava na informação do sacristão? Essa é que é essa!

Do que vale o suspirante rejeitado dizer que “a gaja é uma ordinária” depois de levar com a tampa? Estas conversas de taberna não acrescentam nada, ou só servem para afagar o ego. Experimentem pagar as contas com ego afagado e venham cá ensinar-me.

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