Uma nova sofística
Num tempo em que a palavra já não tem a palavra, nem cotação na bolsa de valores, qual é a base da nova sofística?
A nova sofistica baseia-se no cálculo, no número, tal como a velha se baseava no logos, na arte da palavra.
Espero que o novo ministro da Educação, que tanto critica o "eduquês" (como fala vazia) não se esqueça de que há também, e cada vez mais, o "calculês": a nova retórica da era da ciência e do capitalismo.
Qual dos dois (o eduquês ou o calculês) podem ter efeitos mais "perversos"?
Nota: em termos da perversão enquanto patologia, o "eduquês" produziu maior número perversos. Todos os "mininos" educados com um vínculo narcísico, habituados a manusear os outros como utensílio para o seu gozo próprio, são sujeitos perversos. E quem estudou psicanálise sabe muito bem que os perversos são fundamentalmente uns estupores.
Num tempo em que a palavra já não tem a palavra, nem cotação na bolsa de valores, qual é a base da nova sofística?
A nova sofistica baseia-se no cálculo, no número, tal como a velha se baseava no logos, na arte da palavra.
Espero que o novo ministro da Educação, que tanto critica o "eduquês" (como fala vazia) não se esqueça de que há também, e cada vez mais, o "calculês": a nova retórica da era da ciência e do capitalismo.
Qual dos dois (o eduquês ou o calculês) podem ter efeitos mais "perversos"?
Nota: em termos da perversão enquanto patologia, o "eduquês" produziu maior número perversos. Todos os "mininos" educados com um vínculo narcísico, habituados a manusear os outros como utensílio para o seu gozo próprio, são sujeitos perversos. E quem estudou psicanálise sabe muito bem que os perversos são fundamentalmente uns estupores.