O temido cenário
As taxas implícitas às transacções de títulos da dívida italiana a dez anos (prazo de referência nos mercados) estavam hoje a subir perto das 10h de hoje para 5,399 por cento, enquanto as espanholas subiam para 5,806, valores que não se viam desde 2002, segundo do dados da agência Reuters. No dia 1 estavam em respectivamente 4,871 e 5,389 por cento.
Durante os primeiros dias do mês a subida dos juros das obrigações italianas foi mais rápido que o das espanholas, o que fez com que o país descolasse do grupo de Estados do euro que não estão de momento com problemas nos mercados de títulos de dívida pública (chamados de secundários por não ser aqueles onde o Estado vai buscar dinheiro contra títulos, mas por se tratar de transacções com títulos já emitidos e cujo valor facial o Estado arrecadou) e se aproxima-se da situação da Espanha, que até agora era dada como o eventual próximo país a necessitar de um resgate. publico.pt
As taxas implícitas às transacções de títulos da dívida italiana a dez anos (prazo de referência nos mercados) estavam hoje a subir perto das 10h de hoje para 5,399 por cento, enquanto as espanholas subiam para 5,806, valores que não se viam desde 2002, segundo do dados da agência Reuters. No dia 1 estavam em respectivamente 4,871 e 5,389 por cento.
Durante os primeiros dias do mês a subida dos juros das obrigações italianas foi mais rápido que o das espanholas, o que fez com que o país descolasse do grupo de Estados do euro que não estão de momento com problemas nos mercados de títulos de dívida pública (chamados de secundários por não ser aqueles onde o Estado vai buscar dinheiro contra títulos, mas por se tratar de transacções com títulos já emitidos e cujo valor facial o Estado arrecadou) e se aproxima-se da situação da Espanha, que até agora era dada como o eventual próximo país a necessitar de um resgate. publico.pt