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As «contrapartidas»

É preciso saber, para onde foram as «contrapartidas» dos submarinos!

Segundo o público estão em causa 829 milhões, o equivalente à primeira tranche do ROUBO COLOSSAL s/ o Subsídio de Natal.

Nota: o problema é andarem-se a pagar impostos extraordinários e manterem-se as origens dos desperdícios, como a RTP, por exemplo, que deveria ter sido privatizada na primeira semana da governação, antes de ter sido posta no lixo. Claro que de seguida as agências a poriam lá, no lixo ou perto, mas nessa altura até seria um bom marketing, porque as pessoas ficariam convencidas que aquilo até vale muito e por isso as agências estariam a tentar baixar o preço em interesse próprio, ou de grupos próximos.


Quer saber a douta opinião

Realmente também gostava de saber a douta opinião do Sr.Prof.CAA sobre os submarinos aquiridos por essa sumidade da estratégia militar e não só, que é o frenético Dr. Paulo Portas?

Segundo um deputado do PS, de origem alemã (do tempo das Constituintes) Dietter Dillinguer – a aquisição de submarinos destinar-se-ia a impedir a veleidade dos independentistas açorianos declarem independência unilateralmente.

Acontece que os submarinos – nem que fosse só para impressionar – não podem atracar nos portos dos Açores nem no Funchal!

E a culpa, é da Moody’s ou é do Sr. Engº Sócrates? *

* Engº? Em que país? "Supostamente licenciado"!

"Eurico Calado, professor fundador da Universidade Independente (UnI) e antigo responsável pelos cursos de Engenharia da mesma Universidade, afirmou no dia 20 de Junho em Tribunal que José Sócrates “Não é engenheiro”, mas sim “supostamente licenciado”.

O professor contou que confrontou o ex-reitor Luís Arouca sobre o assunto e que este lhe contou como todo o processo foi feito nas suas costas. "Perguntei-lhe : "Ouve lá, Luís. Então o Sócrates licenciou-se na minha universidade, na faculdade de que eu sou director, e que até fez a minha cadeira (Inglês Técnico) e eu nunca soube de nada? Ele respondeu: Se soubesses isto nunca se tinha feito. Pois não, respondi eu. Pelo menos nunca daquela maneira".

Segundo o semanário Sol, Eurico Calado, explicou aos juízes, que julgam um dos processos- crime relacionados com a UnI, que percebia que as universidades precisam de visibilidade politica: "Ele era secretário de Estado e há umas manobras que é sempre possível fazer, mas dentro da legalidade, como apresentar uns trabalhos. E houve outros casos destes, de descrédito"." correiodamanha.pt

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