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A mostrar mensagens com a etiqueta do liberalismo

Vergonha!

Quais são, afinal, as propostas do Chega? Impostos: baixar o IRC às grandes empresas, isentar mais-valias e dividendos, uma taxa de IRS igual para um milionário ou para quem recebe o salário mínimo. José Berardo não pediria mais. Serviços públicos, um lema: "Ao Estado não compete a produção e distribuição de bens e serviços, sejam esses serviços de educação ou de saúde, ou sejam os bens vias de comunicação ou de transporte ". 

Fraldas geriátricas para acabar com as interrupções no trabalho?!

De acordo com a reportagem da Revista Fórum, as colaboradoras relataram que foram orientadas pela chefia a usar fraldas e o motivo seria acabar com pausas e interrupções com idas ao banheiro. Quatro empresas gigantes do setor avícola também são alvo de denúncias por abuso ao trabalhador. São elas a multinacional Tyson Foods, a Pilgrim’s Pride, pertencente à brasileira JBS, a Perdue Farms e a Sanderson Farms. Juntas, elas controlam 60% do mercado de aves nos Estados Unidos. A rede internacional de supermercados Wal Mart é outra a adotar a prática abusiva do uso de fraldas em empregados. Dessa vez foi na Tailândia, sudeste asiático. Em 2013, a multinacional sul-coreana Lear, fabricante de arnese (tipo de gancho usado para alpinismo), foi denunciada por impor a funcionários, principalmente mulheres, o uso de fraldas para não abandonar a posição com idas ao banheiro. O caso foi registrado em fábrica da empresa em Honduras, país da América Central, que contava com 4 mil empregados . ...

Ilegitimidade e injustiça

Não menos evidente é a ilegitimidade e a injustiça de o Estado financiar uma pequena percentagem de escolas privadas em regiões em que o próprio Estado assegura, com o dinheiro de todos nós, uma oferta que satisfaz por completo as necessidades locais, garantindo o acesso universal e gratuito à educação básica . Há ainda 17 milhões de euros para os colégios que mais concorrem com as escolas públicas É simplesmente "pornográfico": enquanto alguns grupos de colégios privados têm recebido (e muitos continuam a receber, apesar dos "cortes") milhões de euros anualmente, dados pelo Estado, o Salão Nobre do Conservatório de Música de Lisboa (anteriormente Conservatório Nacional)  continua seguro por estacas, para não desabar, e várias salas de aula não podem ser utilizadas porque os  respetivos tetos estão a cair aos pedaços!   A escola privada é um negócio e tem o direito de o ser. A escola pública tem o dever de não o ser. A escola privada pode selecci...

Ex-ministro Miguel Macedo vai a julgamento: Passos culpa escola pública

Passos Coelho recuou naquela mania de nunca ir a inaugurações e anunciou que quer ir à estreia de Miguel Macedo, seu ex-ministro das polícias, quando este for julgado por tráfico de influência e prevaricação por alegadamente ter tentado influenciar os colegas do governo para favorecer amigos. Passos, entretanto, culpou o actual ministro da educação e “a escola pública comunista” pela alegada balbúrdia de Macedo .

Cúelho da Tecnoforma, ex primeiro-ministro

Lança-se ao ataque contra a redução dos subsídios estatais ao negócio do ensino privado... Seria de espantar que alguém que criou cursos de formação totalmente inúteis, só para "sacar" o "dinheirinho" dos fundos comunitários, não aparecesse agora como o grande arauto e defensor do negócio do ensino privado (à custa do dinheiro público, claro)? De espantar é que os "media" não informem dos vários processos-crime contra grupos do negócio do ensino privado e do que neles estava envolvido; que não relembrem a universidade privada que foi fechada compulsivamente nomeadamente por estar envolvida em tráfico de droga e lavagem de dinheiro; que não "tragam à baila" os diplomas "emitidos" pelo Instituto Piaget de Macedo de Cavaleiros (também encerrado compulsivamente), com "passagens" e equivalências "impossíveis", uma trafulhice que favoreceu os mais ignorantes entre os ignorantes, "dando-lhes" de diplomas de licen...

De uma universidade privada de terceira categoria para o governo "liberal" do seu ex-aluno, do governo "liberal" do seu ex-aluno para uma multinacional especuladora

Maria Luís Albuquerque contratada por empresa que negociou com o Banif  Ou seja, Maria Luís Albuquerque, a quem como governante competia a gestão da dívida pública nacional e a salvaguarda do sistema financeiro, vai passar agora para uma empresa especializada na angariação e recuperação de dívida pública e privada e de análise de risco .  

Mais um episódio do terrorismo financeiro

O Banco Santander Totta acaba de ver reconhecida pela justiça inglesa a validade dos contratos de  swaps  assinados pelas empresas públicas Metropolitano de Lisboa, Carris, Metro do Porto e STCP, e cuja perda potencial para o Estado, a valores actuais, é de cerca de 1800 milhões de euros Nota: se acontecer o Brexit, Portugal pode não reconhecer, nem aceitar, esta decisão, assim como deve não voltar a aceitar contratos que imponham a resolução dos conflitos nos tribunais ingleses, onde as companhias contratam sociedades de advogados "useiras e vezeiras" nestes casos. Além de que o sistema de justiça é uma convenção, ou um conjunto de convenções, literalmente desprovidas de valor absoluto. Os valores Éticos, ainda que igualmente subjetivos, possuem, ou devem possuir, mais força que as convenções legais, muito especialmente nos domínios económico e financeiro, onde, de uma ou outra forma, correspondem a interesses bem determinados.

O predador

Foi diretor do Caixa BI, o banco de investimento da CGD, onde se especializou em parcerias público-privadas. Esteve do lado da banca, a desenhar a estrutura financeira dos contratos que mais tarde se revelaram ruinosos para o Estado: as PPP rodoviárias da Beira Interior, do Pinhal Interior, do Litoral Oeste, do Baixo Tejo, do Baixo Alentejo, do Litoral Algarve, entre outras. Foi ainda enquanto representante do consórcio privado ELOS que assinou o contrato de financiamento, e respetivos swap, associados à construção da linha de TGV Poceirão-Caia entretanto cancelada. No processo foi nomeado administrador-executivo do banco .

Banqueiro abandona BBVA com renda de 4.900 euros/dia até morrer

Aos 54 anos, Ángel Cano abandonou a gestão do banco espanhol com um pacote milionário. O contrato do banqueiro previa uma renda vitalícia de 75% do salário caso fosse afastado antes da reforma, sem ser devido a incumprimento grave das suas funções. Cano escolheu receber a indemnização em forma de renda vitalícia e a partir de agora terá direito a receber 1.79 milhões de euros por ano enquanto for vivo .

A Fitche ameaça

Cá temos a Fitche (uma das "agências", pagas ao preço do ouro, que não previram, porque não conviria aos "mercados", o afundamento de bancos considerados de "risco sistémico", que acabaram salvos com o dinheiro dos contribuintes) a ameaçarem baixar ainda mais um  ratting já lixo. Não conseguem os países unir-se e despedir a Fitche? (para isso, porque têm de viver com o que produzem, deveriam parar com a importação de carros alemães...) É sobretudo divertido ver o Rodrigues dos Santos afirmar que a UE é "o mais importante", num momento em que o Reino Unido a pode abandonar  e em que a dita UE se encontra mais fraturada que nunca...

“Os bancos tiveram o poder de impor os swaps”

Na comissão de inquérito houve uma clara protecção do Governo. Houve uma crítica aos instrumentos especulativos e aos malefícios da finança sem controlo. Mas não se traduziu em medidas concretas sobre o funcionamento da banca. Acredito que haja mais controlo porque as empresas foram incluídas no perímetro de consolidação das contas públicas. Mas a questão não está só em controlar as empresas, mas sim o sistema financeiro. E aí estamos muito longe de ter aprendido alguma coisa .

Dos tugas "grandes empresários"

Buscas ocorreram no âmbito da Operação Fazenda Branca durante a qual foram detidas nove pessoas quarta-feira. Em causa está o grupo detentor das lojas Feira dos Tecidos suspeito de fraude fiscal, branqueamento de capitais e associação criminosa. Publico.pt

A miséria de um povo - que passa frio no inverno - e as intocáveis rendas da EDP

Do ponto de vista económico, a empresa está a ser remunerada a 8,5%, em activos cujo custo de capital efectivo ficava claramente abaixo dos 5%!!! A teoria económica designa isto por lucro excessivo, coisa que um Governo deve travar. Os erros cometidos com a introdução dos CMEC devem ser parcialmente corrigidos. E que tal cobrar um imposto de solidariedade sobre esta escandalosa garantia de potência paga pelos consumidores para cobrir os tais encargos de potência? (Mira Amaral no DN, em  2011 ) António Mexia, presidente executivo da EDP, irá ter uma remuneração fixa anual de 600 mil euros, "valor já praticado nos últimos três mandatos, ou seja, desde 2006", sendo que o valor máximo, incluindo o vencimento variável, não poderá ultrapassar os cerca de 1,9 milhões de euros. (DN, 2015) (enquanto a miséria alastra o governo e seus cúelhons não têm mãos a medir: faz-se um arranjo especial e aumenta-se o ordenado do presidente da TV do Estado, fazem-se arranjos especiais ...