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A miséria de um povo - que passa frio no inverno - e as intocáveis rendas da EDP

Do ponto de vista económico, a empresa está a ser remunerada a 8,5%, em activos cujo custo de capital efectivo ficava claramente abaixo dos 5%!!!

A teoria económica designa isto por lucro excessivo, coisa que um Governo deve travar. Os erros cometidos com a introdução dos CMEC devem ser parcialmente corrigidos. E que tal cobrar um imposto de solidariedade sobre esta escandalosa garantia de potência paga pelos consumidores para cobrir os tais encargos de potência? (Mira Amaral no DN, em 2011)


António Mexia, presidente executivo da EDP, irá ter uma remuneração fixa anual de 600 mil euros, "valor já praticado nos últimos três mandatos, ou seja, desde 2006", sendo que o valor máximo, incluindo o vencimento variável, não poderá ultrapassar os cerca de 1,9 milhões de euros. (DN, 2015)

(enquanto a miséria alastra o governo e seus cúelhons não têm mãos a medir: faz-se um arranjo especial e aumenta-se o ordenado do presidente da TV do Estado, fazem-se arranjos especiais para "desincompatibilizar" os investimentos de um administrador do BdP e por aí fora. E viva o li-bera-ismo...)

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