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Da mafiosidade do desperdício de fundos *

A Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS) ameaçou hoje suspender as obras em curso em 69 escolas secundárias, no âmbito do programa de modernização gerido pela Parque Escolar, caso este empresa pública não regularize “de imediato as dívidas que têm vindo a acumular junto das empresas” do sector . * ou do grande sucesso da educação socrática.

Da Festa

Na opinião do arquiteto, “nós não aprendemos nada com os erros”. Nuno Cortiço percebeu com a sua investigação que os problemas e derrapagens do passado continuam a acontecer, e não só nas universidades . “ O resultado da Inspeção Geral de Finanças e do Tribunal de Contas à Parque Escolar é o esperado, mas ninguém o vai querer assumir”, explica Nuno Cortiço, que não acredita que vá haver qualquer responsabilização pelos erros na construção e renovação dos estabelecimentos de ensino . Nota 1: continuam a acontecer?! Não vai haver responsabilização (criminal)?! Nota 2: já que o autor do estudo fala nas obras em universidades basta referir as duas "torres" da FCSH-UNL, que desde sempre teve a licenciatura em Cc Musicais, era suposto ambas as "torres" serem insonorizadas "de facto" e na realidade não o são e basta por lá andar um bocado em tempo de aulas para se perceber isso. (mas os orçamentos foram feitos a contar com a tal insonorização...)

Uma Festa que é um Caso de Polícia (e que juntamente com as outras festas do José, Maria e Cia, faliu o país)

Do sublime lá fora à barbaridade e ao terror cá dentro

Da FLAD

A manutenção da ex-ministra socratina da Educação, Prof. Maria de Lurdes Rodrigues, como Presidente da Fundação Luso-Americana (FLAD) é insustentável, depois de ter sido pronunciada pelo crime de prevaricação no exercício de funções governativas, segundo noticiou o Público, ontem, 16-1-2012. Concluída a instrução requerida pela defesa, segue para julgamento o caso, denunciado pelo jornalista José António Cerejo, no Público, da polémica adjudicação, por ajuste direto de um contrato para a realização de uma coletânea de legislação sobre educação, ao advogado João Pedroso («juiz de direito em licença sem vencimento desde 1990»), que também foi acusado e é agora também pronunciado, de acordo com com a mesma notícia. Como não consta que se tenha demitido, cabe ao primeiro-ministro Passos Coelho demiti-la imediatamente. doportugalprofundo
Suicídios nas escolas O professor de Música que se suicidou deixou uma nota dizendo que não podia suportar mais os insultos dos alunos. Ao contrário do que algum senso comum acredita, o suicídio não é para os cobardes. Trata-se da coragem de alguém se atirar para o vazio, para o não retorno, não sabendo inclusivé a dose de sofrimento que experimentará antes de se encontrar com a morte. Será possível que alguém se suicide "somente" devido aos insultos ? Um psiquiatra-terapêuta veio a terreiro afirmar que não. Que haveriam "outras coisas". Há sempre "outras coisas". Mas há uma "coisa", uma sequência "repetitiva e monótona" (como Freud classificava o sintoma) de uma "coisa", que pode conduzir ao acto de radicalidade. Esse acto poderia ter sido levar uma arma para a escola e cometer uma chacina, suicidando-se no final. Mas o professor decidiu "simplesmente" consumar o acto de afastamento radical que é o suicídio. (*) É ...
A coisa Maria de Lurdes Rodrigues sabe que numa sociedade meritocrática e não baseada no favor pessoal e político, nunca chegaria à presidência da FLAD. Sabe que num sistema de avaliação e progressão como o que defende para os professores, nunca passaria de investigadora candidata a apoios da FLAD para fazer os seus estudos . Nota: MLR era uma professora primária que ao abrigo de umas vagas criadas após o 25 de Abril entrou no ensino superior. Só compreendendo a forma de funcionamento do ISCTE (onde frequentei aulas de doutoramento em "antropologia da educação" e onde tive oportunidade de conhecer bem o funcionamento da "coisa") se pode compreender como alguém como MLR pôde chegar a catedrática naquela instituição. Mas MLR prestou um grande serviço aos "boys" e aos corruptos portugueses: desviar as atenções para os professores no momento alto da tomada do aparelho de Estado pelos "boys" e da monopolização dos grandes negócios de Estado pela rede ...