Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta MEP

O genro do antigo Presidente da República Cavaco Silva não tinha dinheiro, mas queria comprar a maior sala de espetáculos do país

O presidente da maior empresa portuguesa não queria patrocinar o negócio, mas o maior banqueiro português convenceu-o a dar 11 milhões de euros. Luís Montez ganhou o concurso para a compra do Pavilhão Atlântico. A decisão foi do Governo PSD/CDS. O caso está a ser investigado na Justiça. Há suspeitas de favorecimento, num negócio muito secreto e pouco transparente, até para quem o acompanhou na presidência do Conselho de Ministros. ... No limite do prazo para entregar as pr opostas de compra do pavilhão, o diretor executivo do BESI, assessor de Luís Montez, desdobra-se em telefonemas e SMS para Ricardo Salgado. Horas antes, o então “dono disto tudo” já pedira mais detalhes sobre o negócio. Pelas 20:00, o banqueiro e o presidente executivo da PT têm a conversa decisiva. No final, o contrato com a PT valeu 11 milhões. Um telefonema do “ex-dono disto tudo” matou o compromisso que a PT assumira com o consórcio concorrente. Podia ter aberto um concurso público, mas o Governo optou...

Mais uma comissão para aliviar as consciências

feridas como a da Caixa não se curam com discursos. Mas, com a alçada da lei para lá dos prazos da prescrição,  pouco nos resta .  Parte substancial dos 10 mil milhões de euros de imparidades, contabilizadas pela Caixa entre 2011 e 2017, foram geradas durante a administração de Carlos Santos Ferreira, identificada por ter caucionado e aprovado créditos ou investimentos de favor, especulativos e orientados politicamente por José Sócrates . 

Em Portugal, a culpa não morre solteira, vive solteira!

Ao sabermos como foi danosa a gestão da Caixa (e uma coisa é conhecer quanto se perdeu, outra é conhecer os procedimentos)... Em especial porque vários crimes estarão prescritos. Cada ano de silenciamento contribuiu para que mais actos de gestão danosa (para não falar de corrupção e tráfico de influências) prescrevessem, ficando de fora da alçada da justiça .

A Caixa Geral de Depósitos assumiu perdas de 1,2 mil milhões de euros em 46 grandes financiamentos concedidos entre 2000 e 2015

A auditoria da EY identificou financiamentos concedidos sem respeitar as regras por várias administrações do banco público .

Auditoria às barragens da EDP revela falhas, desvios e incumprimentos

Adjudicação direta de trabalhos a mais. Utilização de fatores não divulgados nos concursos. Incumprimento da delegação de competências. Pagamento de prémios aos construtores mesmo depois de terem falhado os prazos. Não aplicação de multas contratualmente previstas. Aprovação de sobrecustos acima dos propostos pelo fiscal da obra. Insuficiência de procedimentos. A lista é longa e não termina aqui. Trata-se da auditoria feita pela consultora EY no final de 2017 à EDP, a pedido da própria elétrica, e cujas conclusões nunca tinham vindo a público .

A corrupta tralha do costume, sem que nada a trave

Estado foi prejudicado em mais de 3,5 mil milhões de euros!!!

os indícios apurados na investigação às Parcerias Público-Privadas (PPP) rodoviárias apontam para a alegada prática de crimes graves. Ao fim de sete anos de investigação que levaram à realização de mais de 60 inquirições, e à recolha de prova em buscas domiciliárias e não domiciliárias a alguns dos que estiveram envolvidos na assinatura dos contratos sob suspeita, os inspetores da Unidade Nacional Contra a Corrupção entendem que o Estado foi prejudicado em mais de  3,5 mil milhões de euros  de uma forma alegadamente consciente por parte de alguns dos principais titulares de cargos políticos do Governo Sócrates

Contratos de PPP sob investigação já custaram 836 milhões ao Estado

Trata-se de duas auto-estradas que até 2009 não trouxeram nenhum encargo ao Estado e que, desde então e até ao último trimestre de 2017, já custaram, respectivamente, 756 e 80 milhões de euros em rendas por disponibilidade (modelo em que os privados recebem por terem as estradas disponíveis), num total de 836 milhões. O ambicioso plano de concessões rodoviárias contratadas em regime de PPP já custou, até agora, 9365 milhões de euros aos cofres do Estado. Quase um terço deste valor (3625 milhões) foi gasto com cinco auto-estradas contratadas ao grupo Ascendi, que era da Mota-Engil e que entretanto foi alienado à Ardian, um  fundo de gestão de infra-estruturas .

O acordo secreto nas PPP e a Parvalorem que anda a fazer-nos a tod@s de parv@s

Almerindo Marques, então presidente da Estradas de Portugal, chegou a reconhecer no Parlamento, numa audição na Comissão Parlamentar de Inquérito às PPP, ter recebido pressões do Governo para avançar com a adjudicação de concessões rodoviárias, já depois de ter rebentado a crise financeira de 2008 que provocou o agravamento dos custos financeiros destes projetos. No final, a empresa de capitais públicos acabou por assumir responsabilidades totais de  11 mil milhões de euros . O Tribunal de Contas chegou a recusar o visto prévio a estes contratos, criticando duramente a forma como todo o processo de contratação pública foi conduzido pelo Governo Sócrates, o que obrigou a uma renegociação dos contratos. As propostas foram alteradas pelos concessionários, tendo o valor final sido reduzido em cada uma delas. Mais tarde, o Tribunal de Contas, veio a atacar estes novos valores contratuais aparentemente mais baixos, denunciando a existência de compensações ou contratos conting...

Estado atribui carros topo de gama a 23 ex-gestores do BPN

Este retrato feito pela IGF resulta de uma auditoria que identifica um quadro de falta de controlo e de cumprimento das regras de transparência na gestão de uma empresa pública. Além disso, foram diagnosticados vários desequilíbrios nas contas, que se têm traduzido em decisões de recuperações de crédito do ex-BPN que a autoridade considera de racionalidade discutível. E que já resultaram em perdões de dívidas de 159 milhões e em prejuízos anuais superiores a 100 milhões de euros .

Luvas do BES...

Na saga da descoberta dos feitos da máfia de Estado portuguesa

Na saga da descoberta dos feitos da máfia de Estado Tuga

Na saga do descobrimento dos "feitos" da Máfia de Estado portuguesa '

Na saga do descobrimento dos "feitos" da Máfia de Estado portuguesa

A Máfia de Estado no seu aspeto mais complexo e elaborado

Anedota do ano

"A RTP decidiu suspender a colaboração de José Sócrates" (pouco depois do ex-primeiro ministro ter sido detido - é alvitante as pessoas serem coagidas a pagar uma porcaria que a generalidade não vê) Sem conexão evidente: "5.5 milhões para revisão do submarino" (CM 25/11)