Este retrato feito pela IGF resulta de uma auditoria que identifica um quadro de falta de controlo e de cumprimento das regras de transparência na gestão de uma empresa pública. Além disso, foram diagnosticados vários desequilíbrios nas contas, que se têm traduzido em decisões de recuperações de crédito do ex-BPN que a autoridade considera de racionalidade discutível. E que já resultaram em perdões de dívidas de 159 milhões e em prejuízos anuais superiores a 100 milhões de euros.