Pedro Pestana Bastos defende que não são precisos 230 deputados. 180 seriam suficientes, desde que se mantivesse o grau de proporcionalidade. Uma medida mais «simbólica», mas importante. Conseguir-se-iam sim «grandes poupanças» com a reforma da organização territorial, «não através da redução de freguesias mas de mexidas nos 300 municípios nacionais. Na justiça, aponta a revisão do mapa judiciário e sugere alteraões na forma de gestão dos tribunais. Paulo Guinote dá o exemplo da injeção de capital no Banif feita pelo Estado para dizer que «esses 1,1 mil milhões de euros são os cortes que se antecipam para a educação. Isso deve ser assumido como opção política». O setor financeiro ajudado pelo Estado e as despesas de funcionamento das PPP é que «aumentaram muito a dívida pública e causaram uma enorme derrapagem orçamental». Por isso, é aí que se deve cortar primeiro. «E há uma margem enorme para cortes». Já Medina Carreira entende que «o Estado social está a ser tratado...