O lixo que fala, a "dinâmica de Lisboa" (*), o outro racismo, as gerações dos rufias e o insulto dos insultos
Ao levantar dinheiro na caixa multibanco de um pingo doce, em Lisboa, ouvi um segurança, obeso e aberrante, dizer a um e uma agentes da PSP: "em Israel ou lá onde é cortam-lhes as mãos, aqui não lhes cortam nada". Estaria a referir-se a eventuais ladrões de iogurtes e a barbaridade do raciocínio fala por si. Obviamente que tal lixo não sabe que Israel é uma democracia e que tal punição nem existe nem sequer é equacionável. Talvez o lixo falante estivesse a pensar na Arábia Saudita, algo que ouviu... Na realidade, a par dessas barbaridades o sistema também permite transformar, caso aprouvesse a alguém da realeza, tal lixo falante num fertilizante natural a espalhar numa qualquer horta biológica, num arranha céus com a última tecnologia... Esse sistema, que não é em Israel, permitiria à sociedade desembaraçar-se de lixos falantes, que lá nem votam nem falam alto, mas tudo tem um reverso e o reverso é, por exemplo, a forma como o príncipe herdeiro mandou cortar ás fatias Jamal K...