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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta lixo

Um vinho tão mau que nem para temperos o usamos (foi prontamente despejado no esgoto). Zurrapa!

 

Afinal foi só um "irmão" a assinar

No processo não há qualquer documento que confirme a intervenção do Conselho Científico nas 32 equivalências. O que se vê é que uma mesma pessoa assinou o parecer e o despacho das equivalências .

Está enganado ò professor *

“Não pode haver dúvidas que esta licenciatura [de Miguel Relvas] se compare à de Sócrates”, considera Marcelo Rebelo de Sousa, para quem qualquer comparação entre este Governo e o tempo de Sócrates será sempre negativo para o actual Executivo . * porque apesar de tudo o Sócrates frequentou o ISEL vários anos, onde deve ter adquirido alguns conhecimentos sólidos - porque o ISEL não é a Lusófona. A vigarice do Sócrates foi na parte da licenciatura (o que o Relvas conseguiu de forma "estranha", o Sócrates já tinha concluído com sucesso no ISEL de forma "normal", ou seja, 3 anos de frequência com sucesso do ensino superior, que depois de "Bolonha" corresponde ao grau de licenciado).  A obscuridade no processo do Relvas foi em tudo: todo o processo Relvas foi obscuro, ao contrário do Sócrates que concluiu com sucesso três anos de ensino superior de engenharia e depois é que fez as vigarices com a Independente (porque na altura a licenciatura implicava a freq...

Univ. Lusófona - secção de emissão dos diplomas

O doutor * Camarinha conseguiria ser mais específico

Segue-se um parecer assinado a 6 de Outubro de 2006 pelos professores José Fialho e António Neves. “A informação que consta do dossiê apresentado [pelo aluno] denota uma elevada experiência profissional que se reparte por três domínios” — cargos políticos, cargos públicos e experiência profissional no domínio empresarial, concluem os dois relatores que propõe a atribuição de 160 créditos (ECTS) “que deverão ser feitos equivaler a diferentes unidades curriculares”. Mas não dizem quais . ** * porque se ao Relvas foi dado o grau de licenciado o Camarinha merece ter o de doutor. ** umas quaisquer pá!

Requerimento

Exmº Senhor Reitor da Universidade Lusófona Campo Grande, 376, 1749 – 024 Lisboa reitoria@ulusofona.pt Zézé Camarinha, macho latino, gigolô de profissão, a residir na travessa das cambalhotas, sem número, em Portimão, Algarve, sem morada fixa principalmente no verão, vem requerer a V. Exª se digne conceder-lhe o grau de  Doutor “Honoris Causa” em   Relações Internacionais e Turismo  pelo reconhecimento da sua competência, valorização e experiência profissional adquirida ao longo da vida, conforme Decreto Lei 74/2006 de 24 de Março .

Só um dos quatro professores de Relvas o avaliou

Na edição deste sábado, o semanário Expresso adianta que “três dos quatro professores de Relvas nunca o avaliaram” e a Universidade Lusófona já reagiu, alegando que estas afirmações são “graves e difamatórias”. O Expresso diz ainda que estes três professores nunca viram Miguel Relvas. "Soube que era licenciado neste curso esta semana, pelos jornais", afirmou um dos docentes citado pelo semanário. Só um deles, o coronel na reserva Almeida Tomé, responsável pela cadeira de Geoestratégia, Geopolítica e Relações Internacionais, assume que Relvas foi seu aluno. "Era um aluno interessado e até modesto. Via-se que tinha bagagem, mas como tinha muitos afazeres veio pouco às aulas", afirmou este professor da Lusófona, garantindo que a falta de assiduidade se reflectiu numa nota mais baixa. Almeida Tomé não participou, porém, no processo de equivalências, diz o Expresso, citando o mesmo professor: "Fui chamado um dia à reitoria e explicaram-me a situação. Assumi a re...

Está no "ranking" lixo? *

Ver o currículo traduzido em créditos, de forma a não ter que fazer todas as cadeiras de um curso superior, é algo que está previsto na lei e que cabe a cada uma das instituições de ensino decidir como deve ser feito. Mas afinal quão frequente é a utilização desta prerrogativa noutros estabelecimentos? Em cinco das seis universidades que responderam, é uma situação rara ou inexistente. Pelo contrário, na Universidade Lusófona, onde Relvas se licenciou num ano, é uma situação muito frequente . * ou inventaram um "ranking" especial para as independentes, modernas e lusófonas?

32 equivalências para uma cadeira feita (com 10)

BCP, BES, BPI e CGD no 'lixo' A Standard & Poor's baixou hoje a classificação dos quatro maiores bancos portugueses para 'lixo' e admite novos cortes. Na base desta decisão está a introdução de novos critérios de rating decorrentes da reformulação da metodologia utilizada para a banca, justifica a agência de notação financeira. Desta forma, o BCP, o BES e a sua subsidiária Banco Espítiro Santo de Investimento descem dois níveis de BBB- para BB. Já o BPI e a sua subsidiária Banco Portugês de Investimento bem como a CGD foram revistos em baixa em um nível: de BBB- para BB+. aeiou.expresso.pt
Crime dizem eles Agora que já fizemos a nossa parte da campanha contra as agências coloquemo-nos algumas questões: a dívida do país está a diminuir? Não, está a aumentar. A dívida dos privados está a diminuir? Não, está a aumentar. Ok. Que tal estamos de crescimento? Mal e não se prevê que melhore. Hum... E então não haverá a possibilidade de incumprimento? Há a possibilidade de Portugal, tal como a Grécia, não poder pagar nos prazos previstos. Então reestruturam-se os prazos. Ok, mas para as agências isso é já "default". O grande problema é que com as taxas de juro a que o BCE e a UE nos emprestam o dinheiro não vai adiantar reestruturar os prazos: vamos acabar em incumprimento porque o nosso crescimento não conseguirá contrabalançar taxas de juro de 5% ou mais. Aliás, o nosso crescimento talvez nem vá conseguir contrabalançar taxas de juro substancialmente menores... Pensam a UE e o BCE tomarem medidas credíveis que impeçam um eventual "default" português? Basta o...
Decididamente aqui há gato * "Rating" de Portugal igual ao de El Salvador e Bangladesh (jornaldenegocios.pt) * ou talvez não... Vejamos: naqueles países os salários são por natureza baixíssimos, sendo os mais altos também baixos e um "default" não causará grandes "ondas" porque somente uma ínfima parte da população depende do Estado e as pessoas estão habituadas a viver "no fio da navalha". Em Portugal (e na Grécia dos funcionários milionários das EP's) um "default" será algo estrondoso, violento e liminar. Por isso o risco de Portugal e da Grécia pode ser equiparado ao de El Salvador e do Bangladesh.
Da dívida A dívida pública directa do Estado português era, em Dezembro de 2010 de € 151.775.342.778,9 (151 mil milhões de euros). A 31 de Maio de 2011 era de € 164.347.649.580,02 (164 mil milhões de euros). Em apenas 5 meses aumentou 13 mil milhões de euros. Este é o legado de Teixeira dos Santos, José Sócrates e dos socialistas. Gabriel Silva - blasfemias.net
Agravamento dos receios Um terceiro argumento utilizado pela Moody’s prende-se com o agravamento dos receios de que Portugal não seja capaz de cumprir a totalidade das metas de redução do défice e da dívida acordadas com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional, no âmbito do empréstimo de 78 mil milhões de euros. sol.pt Nota: PPC perdeu uma bela oportunidade de mostrar determinação no corte das despesas inúteis ao não privatizar imediatamente a RTP.
Saber fazer as contas Já há muito que somos lixo. É só saber fazer as contas .