Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Desacordo Ortográfico

Factos não são fatos

“Nos tribunais, os factos não são fatos, as actas não são uma forma do verbo atar, os cágados continuam a ser animais e não algo malcheiroso e a Língua Portuguesa permanece inalterada até ordem em contrário”, escreveu então Rui Teixeira num despacho. (Público)

Para acabar de vez com uma (mais uma...) aberração

Ficámos aleijados a escrever em português. Por determinação da lei que impôs o Acordo Ortográfico como medida política de aproximação com os países de língua oficial portuguesa. Os quais, afinal, enjeitam tal medida, pois não o adoptaram! E aleijados também porque ninguém entre nós sabe escrever segundo o Acordo, tão impossível de fixar ele é, ilógico nas suas regras, infinidade de excepções e hipóteses de escrita múltipla. Não se consegue fixá-las, é preciso decorar o que está correcto e o que não está! Não há hoje quem saiba escrever em Portugal segundo o Acordo: escrevem os correctores automáticos (ditadores mecânicos da linguagem que “faz” cultura: como Deus a fazer um “pato” com o Diabo, num livro de Saramago; como a locutora da TV que lança um “réto” (“repto” quis ela dizer, e não “recto”) ou como o aluno que, lendo sobre “a Imaculada Conceção”, passa a escrito como “Imaculada Concessão” – exemplos sem fim, que parecem anedota, se é que tudo isto o não é …

Da trompa

Resenhas geralmente um pouco mais centradas  (ortografia postacordortográfico)

Ainda o (total) desacordo ortográfico

De um lado, estariam editores e orgãos de comunicação social que já adoptaram as novas regras, a pressionar para uma entrada em vigor obrigatória já em 2013. Do outro, os mais cépticos tenderiam para o adiamento e mesmo uma revisão do acordo. Chegou a haver uma proposta para se adiar a entrada em vigor obrigatória para 1 de Janeiro de 2019.  E há senadores que defendem mesmo a revisão do acordo .

Eu também desacordo!

Por isso acabar com um acordo (ortográfico) ridículo que para nada serve, além de empobrecer as variantes de um idioma que constituem a riqueza, ou uma das riquezas, desse mesmo idioma, é uma necessidade e uma urgência. Nota: se Portugal quer imitar o Brasil pelo menos que imite com "carácter". Por exemplo, quando os EUA revistavam os brasileiros à chegada áquele país, o Brasil passou a tratar exactamente da mesma forma os cidadãos dos EUA que chegavam ao Brasil. Portugal tem visto centenas de portugueses serem expulsos do Canadá. Portanto Portugal deve tratar da mesma forma os cidadãos do Canadá, impondo-lhes um visto turístico pago e expulsando os canadianos que cá se encontrem a trabalhar e não possuam um visto de trabalho, como os turístas de "longo termo" que vão trabalhando em "hostéis", bares, etc. Para se aprender com os brasileiros o que vale a pena ser aprendido não é necessário nenhum acordo ortográfico absurdo...
Pela suspensão do Acordo Ortográfico Estou de acordo com a suspensão de um "acordo" decidido pelos "especialistas", sem que as pessoas "comuns" tenham sido consultadas. Em países onde a democracia é adulta este tipo de coisa (trata-se da lingua; do idioma escrito) é objecto de um referendo. Em Portugal foram os "especialistas" que decidiram... como decidiram outras aberrações...
O Desacordo Ortográfico No dia 10 de Setembro, o (des)Acordo Ortográfico voltou a estar na berlinda com mais uma apresentação do livro “Demanda, Deriva, Desastre – os três dês do Acordo Ortográfico”, de Francisco Miguel Valada. Desta vez foi no auditório da Fundação Mário Soares, em Lisboa, e a dissertação acerca do assunto foi da responsabilidade do Professor Doutor António Emiliano (Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas), que esteve acompanhado pelo autor, pelo Secretário-Geral da Fundação Mário Soares, Dr. Carlos Barroso, e pelo representante da Textiverso, Carlos Fernandes. Basicamente, António Emiliano tem sobre a matéria uma opinião muito clara: «O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 é um desastre, produto de inépcia científica e de indigência intelectual. Basta lê-lo atentamente. Não assenta em nenhum consenso alargado, não resulta do trabalho de especialistas competentes, contém imprecisões, erros e inconsistências de toda a ordem, nã...