Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta educando

Serviço sujo em nome da pandemia

indisciplina, fenómeno que mais impede o trabalho em sala de aula. Nem um ténue reconhecimento sobre a falência de uma inclusão que excluiu ainda mais os que careciam de apoio específico e prejudicou enormemente o trabalho dos restantes e dos professores. Nenhuma alusão ao indispensável reforço das equipas de intervenção precoce, depois de termos tido cerca de 90 mil crianças com necessidades educativas especiais abandonadas durante os períodos de suspensão do ensino presencial

Dificuldades de Uma (não é "um" é "Uma", idiota!) professora "tapa-fogos"

“POR UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE PARA TODOS”

Em Portugal e noutros países europeus, os trabalhadores do serviço público e os professores, em particular, estão entre os mais atingidos. Os professores são vítimas de escolha nesta política de desinvestimento, com que os governos justificam demissões em massa e redução de salários e pensões, mas também o encerramento de escolas e turmas de maiores dimensões, como medidas de flexibilidade. Agora, mais do que nunca, existe a ameaça da privatização da Educação, com o risco iminente de uma educação de qualidade se tornar inacessível a mais e mais crianças .

Subscrevo *

1) Moratória (quase) unilateral sobre a dívida. Sem qualquer medida do tipo haircut e justamente, para a evitar. Todas as tranches de dívida que se vençam nos próximos 5 anos e respectivos juros serão pagas através de Títulos Especiais de Dívida Série 1, a longo prazo e a um juro razoável, não usurário. Digamos, a 3%. Estes títulos venceriam em 20 anos e pagariam (a cumprir escrupulosamente) um juro anual. Seriam transaccionáveis (nos mercados) e deveriam ser promovidos regularmente e logo que possível, programas de recompra dos mesmos pelo Estado Português. Com esta medida reduzem-se os juros (para quase metade) e alarga-se substancialmente os respectivos prazos de pagamento. A folga criada para o orçamento anual é substancial, mas deve servir apenas para sustentar o programa de ajustamento do Estado em direcção ao défice nulo (que é absolutamente necessário). Neste processo, poderia ser associado um programa de recompra imediata, aí com um haircut, se o credor estiver de acordo. 2)...

Prioridades da sociedade e do Estado

Segundo Guilherme d'Oliveira Martins, a educação, a ciência e a cultura devem ser "assumidas, claramente, como prioridades da sociedade e do Estado . (antiga presidente do PSD diz que Executivo não vai cumprir as medidas e que o país está a ser destruído .) Europa precisa de austeridade mas não em níveis “ brutais  (precisa ainda mais que os biliões canalizados através dos "paraísos fiscais" paguem os devidos impostos). É preciso pôr um fim a isto  (já se percebeu que a preocupação das agências é a banca,  não de todo as pessoas que sofrem e pagam a salvação da banca), e pôr um fim ás PPP e ás rendas absurdas e criminosas. É preciso uma revolução a sério, ou um governo europeu eleito, que tenha legitimidade e ponha de facto um fim liminar e definitivo à austeridade (e miséria) para as pessoas e ás mãos largas para a banca.

À sociedade o que é da sociedade

O reitor da Universidade de Lisboa (UL) defende que as escolas têm "excesso de missões", que deveriam ser transferidas para outras instituições, como as autarquias ou famílias. Só assim, considera Sampaio da Nóvoa, os estabelecimentos de ensino conseguem estar focados na aprendizagem. " À escola o que é da escola. À sociedade o que é da sociedade "

Da avaliação do ensino superior

Não pode haver ensino superior de qualidade quando um dos principais empregadores não distingue as boas das más universidades .  Nota: deveria haver uma avaliação internacional e isenta de todas as instituições do ensino superior, mas isso implica começar pela análise das teses de doutoramento de todos os professores-doutores, assim como tudo o que têm produzido depois do doutoramento. Quanto à Lusófona é um caso tipo Independente, à qual foi retirado o estatuto de utilidade pública e encerrada compulsivamente.

A frase

“A universidade, num país que quer ter futuro e esperança, tem de ser um espaço de exigência. A universidade deve puxar pelos melhores para ter elites e essas elites fazem-se com exigência e, sobretudo, com a autoridade do exemplo”, acrescentou . 

O que já devia ter sido feito há muito *

O Governo congelou o número de vagas para cursos do Ensino Superior para o próximo ano lectivo, que não vão aumentar em relação a 2011-2012, a menos que as instituições consigam provar a empregabilidade dos cursos . * porque uma coisa é quando os alunos pagam propinas equivalentes ao custo real, o que só acontece nas universidades privadas que são, com uma única excepção, as de baixa qualidade; outra quando são subsidiados pelos contribuintes, e tal acontece em todas as universidades e institutos públicos.  Neste momento de crise os cursos sem empregabilidade deviam ser simplesmente fechados, ou funcionarem exclusivamente em regime pós-laboral, para trabalhadores-estudantes que façam descontos e paguem impostos. Os alunos em idade de aprender e sem capacitações para cursos de comprovada empregabilidade deviam ser mandados para a formação profissional que deveria também ser reformulada de acordo com as necessidades efectivas do país. Deviam também serem criados cursos de form...

Com mais de 18 anos?! *

A partir do próximo ano lectivo, os alunos com mais de 18 anos, e que estão por isso fora da escolaridade obrigatória, podem ser expulsos da escola e impedidos de regressar durante mais dois anos. Ou seja, são expulsos num ano lectivo e não poderão regressar nos dois anos seguintes .  * não deveriam ir trabalhar? (ou serem obrigados a fazer uma formação profissionalizante?)

Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Uma não notícia num não lugar */**

Alterações no regime de matrículas são "um primeiro passo num caminho que será aprofundado nos próximos anos", indica Ministério da Educação e Ciência. São uma "não-notícia", contrapõe director . * a noção de não-lugar foi inventada por Marc Augé . ** obviamente que esta (não) polémica não irá resolver a indisciplina e a brutalidade crónica e estrutural dos alunos portugueses.

Boas e más notícias

A partir da próxima época de exames, que começa em Junho, os alunos do ensino secundário vão deixar de poder realizar exames ou provas de equivalência à frequência das disciplinas em que tenham excesso de faltas, estipula uma portaria ontem publicada em Diário da República . Nota: isto tem um aspecto bom outro mau. O bom é obrigar os alunos maus e mediocres à frequência das aulas. O mau é obrigar os alunos excelentes ou muito bons do ensino secundário, que dispensam as aulas e que têm autonomia e capacidade para estruturar e concretizar os seus planos de estudo, a terem de as suportar.  No 3º ciclo faria todo o sentido que todos os alunos fossem obrigados à frequência das aulas se as aulas fossem produtivas e não fossem permanentemente interrompidas devido à indisciplina de uns poucos alunos que deveriam ser obrigados a um ensino especial de cariz profissionalizante directamente ligado ao mercado de trabalho.
Do ensino profissional Ensino profissional que pode incluir adultos “desadaptados” (aqueles que não gostam de mexer uma palha… que vivem à custa dos pais… e de esquemas manhosos… ) mandados para a formação pela justiça. Mas é preciso que haja pessoal para os pôr na ordem senão eles transformam tudo num caos. O militares deveriam colaborar. São pagos para as missões internacionais?! E para defenderem o território?! Deve ser anedota… Só pode… Para isso é melhor acabar c o exército e as FA’s portuguesas: a defesa do território faz parte da obrigação dos parceiros da UE (e quem vem disputar o teritório português? Os que querem re-instalar o califado? Mas isso é mais para grupos de élite anti-terroristas, não para um exército pesado e convencional, cheio de generais velhos e gordos). Para as missões internacionais manda-se a GNR .
Fundamental - o ensino profissional é fundamental Nota: é pena que não expliquem como vão resolver o problema da indisciplina nas escolas do ensino básico. De facto pode passar por responsabilizar os encarregados de educação, mas nos "casos limite" isso não vai funcionar.

Mais um suicídio

O Correio da Manhã noticía mais um suicídio de uma criança devido ao bullying por parte dos colegas, caso (mais um) que demonstra que o insulto - tão tolerado nas escolas deste país - pode ser assassino. À atenção dos "pedagogos" e dos "cientistas da educação"...