"A liberdade religiosa, de organização, de reunião mas também a transparência, são alguns dos princípios basilares das sociedades democráticas. Nesse sentido, o imperativo da publicidade e o respeito pelo escrutínio público são, ou deveriam ser, linhas fundamentais da orientação de quem é titular de cargos públicos. Não se pretende com isto dizer que os maçons devem andar identificados como os judeus no tempo do nazismo, nem tão-pouco pôr em causa o direito individual ao segredo que assiste a cada um de nós. A natureza secreta ou discreta, como se preferir, dos membros de uma organização como a maçonaria deve ser contrariada, desejavelmente a partir de dentro, para que, de uma vez por todas, se acabem com as dúvidas que existem na sociedade portuguesa sobre os verdadeiros objetivos de alguns dos ‘irmãos’ que a compõem e o seu poder de influenciar decisões e negócios que mexem com bens públicos. "Dito isto, a revelação de alguns nomes que pertencem à maçonaria, e que ocupam p...