Avançar para o conteúdo principal

Um país dominado por corruptos, envelhecido e sem futuro *

Por exemplo, aconteça o que acontecer até 2030 no que respeita ao crescimento da fecundidade, o número de jovens em Portugal continuará a diminuir, mesmo que as mulheres voltem a ter uma média de dois filhos, um cenário considerado "extremamente optimista" e largamente improvável. 

* agradeçam à maçonaria que controla os dois "partidos do poder" ("quiçá" os 3...) e "tudo o que mexe" na administração do Estado, justiça e universidades.  

O que adianta manifestarem-se contra a "tróika" quando foram os mafiosos da cá e não a "tróika" quem levou o lugar à bancarrota? Concerteza que as pessoas devem manifestar-se contra um governo que só falava em "ir mais longe do que a tróika" quando na realidade só pensa em tirar a quem trabalha para manter intocáveis os privilégios da "boyzada" nos Institutos Públicos, nas Fundações, nas Empresas Públicas e Municipais, assim como salários principescos aos assessores e membros dos gabinetes dos governantes. Mas as pessoas não podem esquecer aqueles que arrombaram o cofre e, com os amigos "companheiros" e protegidos, saquearam tudo, literalmente tudo, deixando as gerações presentes e futuras endividadas. Não se devem esquecer que a "justiça" fez tudo menos investigar de forma competente para punir exemplarmente os corruptos que arruinaram o país. Para isso as pessoas deveriam organizar-se sem se deixarem manipular por grupos de interesses que desde sempre cativaram privilégios absurdos * e criarem uma alternativa para as eleições que fuja literalmente à chafurdice corrupta e criminosa do tuga "establishment". 


* São os artistas, os designers, os patrões da imprensa, os bispos eméritos das forças armadas, os provedores, os professores doutores em saberes  tão vagos quanto a licenciatura de Relvas, os empresários dos magalhães e similares, os sindicalistas com progressões automáticas garantidas…. que querem que o povo se revolte. 

Mensagens populares deste blogue

Polícias criminosos

Da Crise e dos Cortes

A Caixa Geral de Aposentações, a "segurança social" dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.   No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva. De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona. jn.pt