Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta dsk

Compreende-se *

Quand elle a appris la venue de M. Strauss-Kahn, Mme Royal, venue avec une de ses filles, a quitté les lieux. "Nous sommes tout de suite reparties et nous ne l'avons pas croisé", a assuré à l'AFP Mme Royal, expliquant plus tard sur BFM TV être partie au nom du "droit des femmes ". * já não percebo tão bem é a relação com os direitos das mulheres... As "acompanhantes" que participavam nos bacanais de Lille iam obrigadas? Eram exploradas por chulos? Se eram é nos chulos que há que atacar, não na base "filosófica" da prática da prostituição, senão há que ir à prostituição encoberta, não paga em dinheiro mas em encomendas, empregos, trabalhos, cargos e outras mordomias. Ou a prostituição  é considerada escravidão humana, como na Suécia (contra a opinião das "acompanhantes" e prostitutas que não se consideram escravas e é possível que não o sejam)? (ou será que dsk é o chulo?)

Sarkosiana cabala? */**

"Planeava fazer o anúncio [da candidatura] a 15 de Junho e não tinha dúvida de que seria o candidato socialista", diz Strauss-Kahn, que também não duvidava que, em caso de confronto eleitoral com Sarkozy, ele sairia vencedor – algumas sondagens na altura diziam que DSK tinha uns 20% de vantagem nas intenções de voto em relação a Sarkozy . * sabe-se que ouve telefonemas para França a partir do hotel  onde aconteceu o escândalo  - que é propriedade de um grupo francês - antes de DSK ser retirado do avião pela polícia de NY, cujo mayor é amigo pessoal do Sarko. O grande enigma é porque haveria DSK, que teria seguramente acesso a belas "acompanhantes" se o desejasse, arriscar com um monstro como  Nafissatou Diallo , mesmo partindo do princípio que o acto foi consentido? Tal leva-me a crer que foi de facto uma armadilha bem montada, em que DSK caiu voluntariamente (tal e qual como quem a montou previra).  Todos nós humanos procuramos contornar a inevitabilidade da v...

Director de SciencesPo * encontrado morto em NY

Richard Descoings, directeur de Sciences Po Paris,  a été retrouvé mort, nu dans sa chambre d’hôtel à New York , mardi après-midi, rapporte l’agence Reuters. Il avait 53 ans et les circonstances de sa mort sont encore inconnues . * a escola onde Sócrates estuda e onde entrou talvez por cunha, facilitada talvez pelo facto da prova de cultura geral ter sido abolida . Por mera curiosidade pode-se referir que  DSK deu aulas em SciencesPo. Um pédé que se casa com uma colaboradora, coisa anormal por exemplo nos EUA (a promiscuidade entre trabalho e cama, deixando de lado o aspecto pédé do sujeito), mas normal na "europa continental", excluindo talvez a escandinávia que de resto nada tem a ver com a tal "europa continental". De resto "nós" sabemos muito bem como são as carreiristas universitárias e sabemos que para elas o importante não serão seguramente as (várias, talvez) preferências sexuais do sujeito, que de resto se fazia pagar bem pago  -  aqui ...

Do discurso da histérica

Que a eurodeputada portuguesa Ana Gomes considere que DSK deveria estar num hospital a ser tratado é uma ideia por demais generosa, pois sabemos o quanto enfermeiras devidamente (des)fardadas são estimulantes para certos perfis fetichistas de homens de mais de meia idade ( e não só ). * * sublinhado meu.
Dança da Alegria As imagens das câmaras de segurança do Hotel Sofitel, em Nova Iorque, mostram Dominique Strauss-Kahn a deixar o hotel, calmamente. O relógio marca 12.27 horas. Pouco depois, pelas 12.51 horas, a empregada do hotel sai de um elevador e conversa com outros dois funcionários. Aparentemente Nafissatou Diallo movimenta-se, gesticulando, como se estivesse a afastar algo, numa possível demonstração de como teria ocorrido o ataque de Dominique Strauss-Kahn (DSK). Na sequência da explicação, um funcionário telefona para a polícia, informando sobre a agressão sexual. O momento mais revelador do vídeo passa-se, no entanto, pelas 13.35 horas, quando dois seguranças vão para uma área reservada, na qual dançam e se abraçam, como se estivessem a comemorar algo. A emissora francesa baptizou este momento de "dança da alegria". jn.pt
As duas horas que afundaram DSK Foi o título do Financial Times do fim-de-semana e o seu conteúdo é simplemente alucinante. Parece estarmos perante um conto de Le Carré mas, como todos sabemos que frequentemente a realidade ultrapassa a ficção, é vital que se investigue aquilo que realmente se passou porque, devido ao escândalo que destruiu DSK, houve mudanças com impacto para o mundo, como a re-estruturação do corpo director do FMI com uma viragem a favor dos durões/falcões/ultra-liberalões, chamem-lhes o que quiserem. Também dá eco a quem sempre afirmou - dentro do seu próprio partido - que o filho de imigrantes húngaros que agora preside aos destinos da França é um sujeito maquiavélico, mediocre e sem escrúpulos. Nota: no entanto "consta" que em França todo e qualquer assunto "delicado", todo e qualquer processo que envolva poderosos e figuras de Estado, dá em nada. Zerô! Puf! Os franceses precisam mesmo que lhes baixem o "rating". A ver se despertam...
Da implacável decadência da Europa * Desde o início, desconfiei fortemente da narrativa oficial dos factos acerca do caso Dominique Strauss-Kahn (DSK) – e escrevi-o nestas páginas. A decomposição natural do testemunho da alegada vítima, a guineense Nafissatou Diallo, para já, parece ter resolvido a questão do crime de violação mas tem o condão de levantar perplexidades ainda mais penosas sobre o modo escorregadio como todo o assunto foi publicamente encenado e apresentado. Por que razão os proprietários do hotel informaram os serviços secretos franceses e o Eliseu horas antes de a notícia ser conhecida? E a tão elogiada prontidão da polícia de Nova Iorque não se assemelhará agora a uma precipitação indesculpável quando se conhecem os autênticos alçapões escancarados na versão de Diallo? E, neste contexto, como conceber as ligações muito próximas entre o poder político francês e o actual comissário da polícia nova-iorquina – que já foi condecorado com a Legião de Honra pelo próprio Nico...
«Ver Strauss-Khan livre põe-me doente» A jornalista e escritora francesa Tristane Banon, que esta terça-feira apresenta queixa em tribunal contra o ex-director-geral do FMI Dominique Strauss-Kahn, afirma que decidiu levá-lo à justiça para «acabar com o inferno» em que vive há oito anos. Numa entrevista publicada pelo semanário francês «L'Express», Banon, de 32 anos, expõe a sua versão da alegada tentativa de violação ocorrida em Fevereiro de 2003 e diz estar consciente que «será a palavra dele contra a minha». O objectivo não é obter publicidade gratuita e também «não é vingar-me de DSK, mas recompor-me». «A única forma de seguir em frente, de não desabar por completo, é fazer com que a justiça reconheça que a vítima sou eu», declara Banon ao «L'Express», no mesmo dia em que o «The New York Post» afirma que os procuradores de Nova Iorque ponderam deixar cair o caso Strauss-Kahn nos EUA. «Ver Strauss-Kahn livre, a jantar em restaurantes de luxo entre amigos, põe-me doente», decl...
Jornalista anuncia queixa contra Strauss-Kahn A jornalista e escritora francesa, Tristane Banon, vai apresentar queixa contra Dominique Strauss-Kahn por tentativa de violação, anunciou nesta segunda-feira o seu advogado, David Koubbi. Banon acusa o ex-director do FMI de, em 2002, altura em que Strauss-Kahn era ministro das Finanças, a ter assediado sexualmente durante uma entrevista num apartamento em Paris. Em 2007, Banon contou num programa de televisão que um dirigente político (o nome de DSK foi na altura omitido) insistiu em pegar-lhe na mão e assediou-a, comportando-se como um “chimpazé com o cio”. “Acabou mesmo muito mal. Acabámos à luta. Acabou de forma muito violenta. Não foram só umas estaladas. Tive que lhe dar uns pontapés. Ele abriu-me o soutien, tentou abrir-me o fecho das calças”, relatou na altura a jornalista que inicialmente decidiu não apresentar queixa. Agora, Banon parece ter mudado de ideias. “A minha cliente, Tristane Banon, apresenta queixa por tentativa de viol...
Ajuste de contas O "choque de culturas" entre americanos e franceses a propósito da prisão de Dominique Strauss-Kahn (DSK) gira em torno de duas perguntas. Têm os poderosos direito a um tratamento especial? E, inversamente, a celebridade de um homem pode privá-lo da presunção de inocência? Antes de ser julgado - e de ser sequer acusado - o director do Fundo Monetário Internacional (FMI), e favorito às eleições presidenciais francesas, foi sumariamente "executado" através das imagens. Na América "não é a justiça que é violenta, são as imagens (...) e a queda é mais dura quando se é poderoso", resume um advogado francês que frequenta os tribunais de Nova Iorque. O tempo da justiça é longo, exige investigação e prova. O tempo mediático é instantâneo - agora é o tempo do Twitter. A "execução" de DSK começou a ser encenada logo nas primeiras notícias - eco de declarações policiais ou de fontes não identificadas. Violação e fuga, a agressão de uma mode...