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Portugal compra gás três vezes mais caro

Portugal está a gastar dinheiro a mais no gás natural que compra para abastecer o país, o que se reflecte depois na conta que os portugueses pagam no final do mês. É que o preço do gás comprado pela Galp à Argélia e à Nigéria, que abastece Portugal inteiro, está indexado ao petróleo, cuja cotação tem estado em alta. Mas no mercado livre, com as recentes descobertas de grandes jazidas na Rússia e EUA, há um excesso de oferta e por isso os preços têm vindo a descer. Além de gás natural, Portugal poderia ter alguns bens mais baratos, como as cerâmicas ou os cimentos e até a luz, uma vez que o gás é usado para produzir electricidade. dn.pt  Nota: então os "grandes" administradores portugueses?
Pedido de esclarecimento Alguém saberá informar quantas fundações já foram encerradas? Quantas empresas públicas foram já privatizadas ou qual é o calendário das privatizações? Quais os organismos do estado e da sua administração que já efectivamente desapareceram? Se a RTP vai ser ou não vendida, e quando haverá uma decisão palpável sobre essa empresa? Se a TAP vai pelo mesmo caminho e quando? E o que irá suceder com a Caixa Geral de Depósitos, alguém poderá dizer-nos? Quando? 120 dias após a entrada em funções do governo e muitos impostos entretanto já criados, aumentados e cobrados, será cedo ainda para termos respostas que ultrapassem as simples declarações de intenções? (rui a. - blasfemias.net) Nota: a CGD e, obviamente, a CGA devem permanecer nas mãos do Estado, vendendo tudo aquilo que não diga respeito a um banco tradicional e "respeitável" de depósitos e empréstimos. Mas, já agora, quantos institutos públicos ou participados pelo Estado existem? Quais as suas funçõe...
Finanças travam nomeações milionárias Requisitar quadros do privado vai implicar salário limitado ao do primeiro-ministro, generalizando-se regra criada por Campos e Cunha apenas para dirigentes. Os funcionários em mobilidade que recusem colocação perdem 30% do salário. Os salários dos trabalhadores vindos de empresas privadas não poderão, «em caso algum», ser superiores ao do primeiro-ministro, lê-se na proposta a que o SOL teve acesso. sol.pt Nota: muito correcto. Agora há que acabar com as avenças aos escritórios de advogados e às sociedades de solicitadores na Justiça e nos institutos públicos ou comparticipados pelo Estado, dando-se formação adequada aos funcionários da mobilidade e partilhando-se os juristas existentes nos vários organismos do Estado, assim como nos institutos públicos e nos comparticipados pelo Estado.
Ideias para poupar 1- acabar com as avenças dadas pelos tribunais aos solicitadores de execução. Com a mobilidade na "função pública" qualquer funcionário devidamente instruído pode perfeitamente executar o trabalho dado aos solicitadores de execução. 2- acabem-se com as avenças às sociedades de advogados. Os institutos públicos gostam muito de contratualizar com as sociedades de advogados, vá-se lá saber porquê... Um jurista das instituições com vários funcionários da mobilidade da "função pública" vai fazer o trabalho, pago a "peso do ouro" (mesmo que seja ao peso da prata...), às sociedades de advogados. Nota: enquanto houver uma única avença, os funcionários públicos que foram colocados na "mobilidade especial" sem o desejarem estão a ser enganados e roubados, assim como todos os contribuintes.