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Mensagens

A mostrar mensagens de outubro, 2014

É a isto que se chama em Portugal a integração universitária?

Ficam as praxes das universidades portuguesas. Práticas alarves, primitivas, ao pior estilo das touradas. Já vi raparigas de joelhos a mando de um idiota qualquer. Já vi jovens de cabelos compridos, cheios de lama e excrementos, de olhos baixos. Já vi rapazes a serem espezinhados, a sorrir alarvemente.  Para quê ?  

PIP *

Uma mulher foi morta a tiro esta segunda-feira pelo ex-companheiro no átrio do prédio onde vivia, em Leira. Oito dias antes, a vítima tinha sido agredida por se querer separar e depois de receber tratamento hospitalar apresentou uma queixa à PSP ,  * Polícia de Insegurança Pública ( corrupta , corrupta , corrupta , corrupta , corrupta , corrupta ...)

Portugal, o paraíso dos corruptos (e outros criminosos) *

Tribunal absolveu todos os arguidos do Bragaparques . * claro que o crescimento num lugar assim  ** é sempre ou circunstancial ou inventado . ** podia não ser significativo (não é um teste "científico") e nada dizer sobre o "caráter" de um povo, mas, neste caso, "por acaso", até diz.

Morreu René Burri

René Burri (Zurique, 1933) deixa um importante corpo de trabalho ligado a assuntos de actualidade que começou a ganhar forma logo que se tornou correspondente da agência Magnum, em 1956 (só se tornaria membro efectivo em 1959). Ao serviço desta cooperativa, o fotógrafo suíço captou praticamente todos os conflitos da segunda metade do século XX. As guerras tornaram-se um dos seus principais sujeitos e a ética com que as fotografou (evitava imagens de violência gratuita) foram um dos seus principais legados. Ao longo de mais de 50 anos de fotografia, Burri procurou os rostos que tinham o poder de mudar o rumo da história (Guevara, Churchill), as expressões dos que tinham talento reconhecido (Picasso, Maria Callas, Le Corbusier) mas também dos que fazem o frenesi das ruas, numa tentativa de demonstrar que, afinal, vivemos todos “num único mundo”, um dos seus lemas de vida. “Enquanto não se conseguir captar a vibração da vida, não se pode falar de uma boa fotografia”, costuma dizer .

Karen Gwyer - Lay Claim To My Grub

Patten - Drift

Anna Zaradny - „Najsłodszy dźwięk krążącego firmamentu"

Pássaros em Portugal

Dos aberrantes "doutores" trajados de negro *

A praxe vergonhosa dos universitários não deixa dúvidas  sobre os  anormais que são .  * se o futuro do país está nas mãos destas bestas anormais, e infelizmente está, pois que venham os espanhóis, ou quaisquer outr@s, não para 60 anos mas para 60 séculos!

PRAXE E PRAXES: TRADIÇÕES OU SISTEMAS DE REPRESSÃO EM REDE?

 UMA DISSERTAÇÃO DE LUÍS REIS TORGAL Praxe, praxes, costumes, rituais, tradições… A “praxe”, do grego práxis , que significa “prática” (“o que se pratica habitualmente”), deveria fazer parte menos de qualquer regulamento do que do seu uso continuado, evolutivo e correcto. Só por isso se diz que a “praxe” tem a ver com a “tradição” (do latim tradere , transmitir), que começa num tempo indefinido, passa de geração em geração e vai-se integrando no espírito de uma comunidade, que a respeita ou critica. É nesse sentido que qualquer regulamento ou código da praxe é discutível e, a existir, só deve, quando muito, aclarar o que é afinal um “costume”, esse sim que deve ser constantemente actualizado. “Praxe”, palavra introduzida na língua portuguesa através do latim no século XVII, mas só referida às práticas académicas no século XIX, tem, pois, um sentido amplo e pouco definido, confundindo-se naturalmente com costumes, rituais, tradições… Não fugirei também dessa dimensão lata e d...

O Nobel da Literatura premiou a "música discreta" de Patrick Modiano

A morte do irmão, com apenas seis anos, destruiu definitivamente a infância de Patrick Modiano e fará com que os temas da perda, da ausência, do vazio, da identidade fragmentada, venham a ser dominantes na sua obra literária. O crítico Yannick Pelletier sublinha ainda que o escritor pratica uma “arte da indefinição e da dualidade”. Os seus protagonistas são muitas vezes seres paradoxais, como o colaboracionista Lacombe Lucien do notável filme com o mesmo nome, cujo argumento Modiano escreveu para o cineasta Louis Malle. O anti-herói do filme é um rapaz que se torna colaborador dos nazis após uma tentativa frustrada de aderir à Resistência . O autor francês recorre em quase todos os seus romances a uma cartografia parisiense muito precisa, nostálgica e romântica, etérea e eterna, onde personagens frágeis, solitárias e desenraizadas, buscam a sua identidade remexendo numa espécie de “ matéria escura ”

Dos "grandes" administradores tugas

De facto é fácil, para uma grande companhia internacional, encomendar peças, mais ou menos feitas à medida, na "grande" imprensa internacional, proclamando que este ou aquele administrador tuga é o melhor do mundo... Mas depois, apesar da agitação e propaganda, a realidade impôem-se (o bava sai, porque o empurraram, mas sai com a carteira recheada com mais de 5 milhões de euros, pois...). Poix, poix ...  Cinco milhões para mim, cinco milhões para ti, cinco milhões para "alguém", cinco milhões para ela ... E prepara-se mais um crime de Estado .  «Os responsáveis do BES ficaram em pânico com a apreensão de um vasto conjunto de documentos que o DIAP fez em novembro de 2013, no âmbito das investigações a José Maria Ricciardi no caso da compra e venda de ações da EDP», refere o Correio da Manhã

O Portugal dos balcãs

Sete anos depois de o país de 7,3 milhões de habitantes ter aderido à União Europeia, com grandes esperanças de prosperidade, a corrupção é endémica e um em cada cinco búlgaros vive abaixo do nível de pobreza . 

"Parlamento lava luvas de 40 milhões de euros"

Portugal, definitivamente, não tem solução. No dia em que Ricardo Salgado afirma que 3 obscuros administradores receberam 15 milhões de euros dos 40 milhões de luvas dos negócios dos submarinos e dos Pandir's - porque tiveram de dar uma parte a " alguém " (*) - vem o Parlamento (a Central de Negócios que fez as leis que permitiram as negociatas que arruinaram o lugar) dizer que tanto os decisores políticos como militares fizeram tudo legal. Legalíssimo... Com algumas falhas, claro, afinal errar é humano... É verdade que foram os deputados da maioria a forçar estas "conclusões", mas, mesmo lutando pela sobrevivência do governo, são "conclusões" que não são minimamente aceitáveis, são liminarmente ridículas, todos sabemos que são um "bluf", completamente estúpido num caso que é sobejamente conhecido, e só demonstram que o Parlamento Português não é uma instituição minimamente fiável. (*) será que o "alguém" foi só um? (7.5 milhões p...