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Morreu René Burri

René Burri (Zurique, 1933) deixa um importante corpo de trabalho ligado a assuntos de actualidade que começou a ganhar forma logo que se tornou correspondente da agência Magnum, em 1956 (só se tornaria membro efectivo em 1959). Ao serviço desta cooperativa, o fotógrafo suíço captou praticamente todos os conflitos da segunda metade do século XX. As guerras tornaram-se um dos seus principais sujeitos e a ética com que as fotografou (evitava imagens de violência gratuita) foram um dos seus principais legados. Ao longo de mais de 50 anos de fotografia, Burri procurou os rostos que tinham o poder de mudar o rumo da história (Guevara, Churchill), as expressões dos que tinham talento reconhecido (Picasso, Maria Callas, Le Corbusier) mas também dos que fazem o frenesi das ruas, numa tentativa de demonstrar que, afinal, vivemos todos “num único mundo”, um dos seus lemas de vida. “Enquanto não se conseguir captar a vibração da vida, não se pode falar de uma boa fotografia”, costuma dizer.

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Das propinas

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade . Mal ou bem os estudantes do ensino público disfrutam de um ensino subsidiado pelos contribuintes. O pagamento de propinas pode ajudar à clarificação do sistema de ensino superior em Portugal - onde existem cursos-lixo que seria bom para o país se desaparecessem definitivamente. Quanto aos juros, nos EUA, por exemplo, Obama está a tentar que os juros pagos pelos estudantes não voltem aos anteriores valores de cerca de 7% (exactamente!). Também está a zelar p...

Continuamos nesta? (II)

Os ajustes diretos deixaram de ser exceção para se tornarem regra. A acusação é de Reis Campos, presidente da AICCOPN, que garante: "Em 2011, 90,6% dos contratos celebrados foram por ajuste direto".  O recurso excessivo a esta forma de adjudicação "não garante a transparência" no setor, nem salvaguarda "o interesse público", alerta o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). jn.pt

Até parece que se aproxima o Armagedão

Investors demanding high premiums for holding Italian and Spanish bonds as fears of double-dip recession grow . " F ears about the impact of savage austerity measures in  Spain  and  Italy "   " Shares in Madrid dropped by almost 3% to hit their lowest level since March 2009" "Shares were also much lower on Wall Street, where the fallout from Europe exacerbated fears that the US recovery is petering out"