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Se o Governo cortasse no despesismo * José Manuel Rodrigues salientou que «se o Governo Regional cortasse no despesismo, no desperdício e nas fantasias do desporto, no Jornal da Madeira, nas verbas aos partidos, nas 187 entidades públicas e em obras sem qualquer utilidade era evitável este aumento brutal de impostos, taxas e contribuições". sol.sapo.pt * nas ajudas de custo e de alojamento dos governantes e outros dirigentes do Estado, nas "entidades públicas" e IP's, nos ordenados "dourados" dos administradores das EP's, nas "reformas douradas" da "oligarquia", nos cursos de ensino superior redundantes ou inúteis, nomeadamente, era evitável tudo isto (e o resto...).
Do simplificar "De cada vez que preciso contactar a Direcção Geral de Recursos Humanos da Educação para esclarecer dúvidas ou procedimentos burocráticos passo horas a ouvir música, não consigo ir além das telefonistas, gasto um dinheirão em telefonemas e fico sem respostas.", remata . Nota: e que tal se se mantivessem as DRE, com menos pessoal, e se se acabassem com as direcções-gerais?
Relação deixou prescrever Antigo director municipal recorreu em 2006 de uma condenação a três anos e meio de prisão. Quatro anos depois, a Relação de Évora concluiu que o crime tinha prescrito no ano anterior. ... Na origem do caso estão várias situações que configuravam a existência, na Câmara de Portimão, no início dos anos 90, de um esquema envolvendo técnicos e dirigentes municipais que exigiam dinheiro para facilitarem a aprovação e concretização de projectos de construção. O pontapé de saída do processo acabou por ser, no entanto, uma queixa apresentada por Alberto Estêvão e dois colegas, em 1995, contra um ex-emigrante que teria gravado secretamente algumas conversas mantidas com eles e relacionadas com o loteamento de um terreno de que era proprietário. O feitiço virou-se contra o feiticeiro e o Ministério Público acabou por acusar os queixosos e dois empresários de vários crimes, nomeadamente de corrupção. É este processo que anda (porque ainda não acabou) há 15 anos às voltas...
Ó Nuno, tem cuidado, pá! A máquina quer fazer-te a folha .
Oligarquias «Cerca de seis mil dias de ausência ao trabalho foi quanto contabilizaram, no ano passado, as três principais direcções regionais de educação, que empregam 750 pessoas. (…) A Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), com 253 trabalhadores efectivos e 2705 dias de ausência, foi a que registou um maior absentismo, mas com uma quebra de 30 por cento por comparação a 2009. No conjunto, os encargos com o pessoal nestas três estruturas foram superiores a 23 milhões de euros, dos quais 57 mil em prémios de desempenho. A Direcção Regional de Educação do Norte foi a única que divulgou as despesas de representação, que totalizaram 92 mil euros. A remuneração máxima varia entre cerca de 3700 euros (Porto) e 4512 euros (Centro e Lisboa).» PÚBLICO (tirado de blasfemias.net) Governo tem 11.600 chefes E nos serviços tutelados pelo Ministério da Educação, o Gabinete de Gestão Financeira bate todos os recordes - quase dois em cada dez funcionários integram quadros directivos. O gabin...