Aos 54 anos, Ángel Cano abandonou a gestão do banco espanhol com um
pacote milionário. O contrato do banqueiro previa uma renda vitalícia de
75% do salário caso fosse afastado antes da reforma, sem ser devido a
incumprimento grave das suas funções. Cano escolheu receber a
indemnização em forma de renda vitalícia e a partir de agora terá
direito a receber 1.79 milhões de euros por ano enquanto for vivo.